20/12/2025
18/12/2025
Boas Festas
Com a idade mudam-se hábitos. Se havia coisa que me passava sempre ao lado era a troca de votos de Boas Festas em cartão ou por telefone.
Pois de há uns anos para cá passei a dar uso ao WhatsApp para desejar boa saúde e boas festas aos amigos e conhecidos.
E disso retirei uma regra: a distância do Natal do dia em que formulamos tais votos é directamente proporcional ao grau de proximidade da pessoa a quem o fazemos: aos mais distantes, boas festas uma boa dezena de dias antes do Natal; aos próximos, naturalmente, uma ligação na véspera à tardinha ou um abraço na própria noite.
Confesso que na minha incapacidade de compreender as relações humanas, esta constatação não é muito antiga.
Com a idade mudam-se hábitos. Se havia coisa que me passava sempre ao lado era a troca de votos de Boas Festas em cartão ou por telefone.
Pois de há uns anos para cá passei a dar uso ao WhatsApp para desejar boa saúde e boas festas aos amigos e conhecidos.
E disso retirei uma regra: a distância do Natal do dia em que formulamos tais votos é directamente proporcional ao grau de proximidade da pessoa a quem o fazemos: aos mais distantes, boas festas uma boa dezena de dias antes do Natal; aos próximos, naturalmente, uma ligação na véspera à tardinha ou um abraço na própria noite.
Confesso que na minha incapacidade de compreender as relações humanas, esta constatação não é muito antiga.
17/12/2025
16/12/2025
15/12/2025
Dissolução
À medida que o primado da Lei deixa de existir, e é isso que experimentamos a cada dia, aproximamo-nos de um qualquer abismo.
Só não vê isso quem vive na tal bolha, coisa que sucede com a maioria dos que nos desgovernam.
Estamos a ser engolidos pela selvajaria. Que não tem medo de ser selvagem, de desrespeitar tudo e todos pois nada lhe acontece.
Os cegos da bolha arranjam baldes e alguidares fantásticos para recolher a água das cada vez maiores goteiras e desmentem os que afirmam que o telhado está roto.
Um dia a casa cai.
À medida que o primado da Lei deixa de existir, e é isso que experimentamos a cada dia, aproximamo-nos de um qualquer abismo.
Só não vê isso quem vive na tal bolha, coisa que sucede com a maioria dos que nos desgovernam.
Estamos a ser engolidos pela selvajaria. Que não tem medo de ser selvagem, de desrespeitar tudo e todos pois nada lhe acontece.
Os cegos da bolha arranjam baldes e alguidares fantásticos para recolher a água das cada vez maiores goteiras e desmentem os que afirmam que o telhado está roto.
Um dia a casa cai.
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