30/03/2007

Testes

Sempre me fascinaram os testes deste tipo.
Dos que conheci, um dos meus preferidos é este.
De uma simplicidade tal, que consegue separar as águas.
Basta um baralho de cartas e o conhecimento mínimo sobre o dito.



O objectivo é organizar as cartas no baralho de tal forma que:

movendo a carta de cima do baralho para baixo do mesmo;
e colocando a carta seguinte, sempre de cima, em cima do tabuleiro;
e movendo a que se segue de novo para baixo do baralho, tal como a primeira;
e continuando com a seguinte para cima do tabuleiro;
e assim sucessivamente até esgotar as cartas do baralho,

as cartas colocadas no tabuleiro o sejam por uma ordem pré-estabelecida, por exemplo por naipe e por ordem crescente.

Claro que é para acertar à primeira.

28/03/2007

Provas

Ora aí estão elas. O que se previa.
Alguém que explique a estes maduros que uma coisa é existirem ferramentas. Outra é poder extrair-se delas informação consequente. E probatória.

27/03/2007

Provas

Dizem as cadeias de televisão que o governo do Reino Unido fez um ultimato ao Irão mais ou menos nestes termos:
Ou entregam os militares aprisionados ou apresentaremos provas irrefutáveis de que eles foram feitos prisioneiros quando se encontravam em águas iraquianas.
Interrogo-me eu: mas que raio de provas serão essas?

Por que é que me vem à cabeça o triste espectáculo que Colin Powell deu na ONU há mais de quatro anos?
Perguntas que não podem fazer-se (n+1)


imagem da SIC Notícias em 16 Fev. 2007

A ser verdade o que se lê hoje nos jornais e se ouviu na televisão, ocorre perguntar:
Que estudo em concreto demorou mês e meio para apurar que se deveu a um desmoronamento o acidente da Linha do Tua, em 12 de Fevereiro passado?

Parece-me ser este tipo de coisa uma daquelas que parecerá ridícula aos vindouros. Por ora parece que ainda não é.
Psicologia barata

Ocorre-me que há três formas de encarar as linhas de um texto.
A convergente, a divergente e a paralela. Sendo rara esta última.
E que isso depende apenas, não do que lá está escrito mas do que já foi dito antes disso. Ou dos esgares. Ou sei lá do quê.

26/03/2007

Queluz, 2007

O maior português de sempre

Está ainda a dar, na RTP. Ainda não se decidiu.
Mas eu reitero o que há muito já disse, voto nela:



Já expliquei porquê.
E ainda me interrogo como há três anos.