Paradigma perdido
À porta da ervanária, a mulher debitava em alta voz certezas vegetarianas – uma vaca consome o mesmo alimento que cem pessoas – e com isso deixou-me nas datadas e pouco elaboradas páginas de Morin que me acompanham estes dias.
De certezinha.
Tenho o livro a meio. É mau de tragar.
20/12/2013
18/12/2013
17/12/2013
Pessoas
E depois há aquela gente, de vermelho vestida, que não nos desarma porque vamos dela ao encontro com uma flor.
E depois há aquela gente, de vermelho vestida, que não nos desarma porque vamos dela ao encontro com uma flor.
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