Herdei-o, comprei-o e conquistei-oDizem que o segundo dos Filipes de Áustria terá proferido tal frase nos finais do séc. XVI.
Podemos hoje, quatro séculos e tal depois, pensar qual dos verbos não poderão hoje os de Castela conjugar a respeito da nossa Pátria.
por MCV às 23:58 de 01 dezembro 2007 
20,03%Não há ninguém que chame a atenção a quem debita 20,03%, para o disparate nos algarismos significativos?
É esta a qualidade de quem nos governa.
Com gente desta, até apetece apoiar greves e grevistas.
por MCV às 18:18 de 30 novembro 2007 
A sindi-GiocondaHá ou não uma Gioconda no sindicalismo português?
por MCV às 14:11 
La pluieMuita gente se deve interrogar em França sobre a inconstitucionalidade de decretar noites chuvosas.
São Rústico não ajuda Sarkozy. Está mais do que visto.
por MCV às 00:25 
O morto “B” da GolegãA culpa disto tudo é dos tipos que desenharam os bordos das moedas de dois euros.
Quem diz dois euros diz qualquer outra moeda passada ou futura, de bordos com inscrições não sobreponíveis à sua imagem rodada de 180º.
Ou seja, moedas cuja cunhagem dê origem a duas versões. Uma com a legenda do bordo orientada de uma determinada forma quando se observa o anverso para cima e outra, com a mesma legenda rodada de 180º, observada a mesma orientação do anverso.
Ora deu isto que nas moedas de dois euros cujo bordo tem uma série de 2 e de estrelas, observando o anverso para cima, a estrela imediatamente à direita de um 2 direito, terá uma ponta para cima ou para baixo.
Convencionou-se que quando uma ponta da estrela à direita do 2 direito está para cima, se trata do tipo A; se por outro lado, uma ponta da estrela à direita do 2 direito está para baixo, se trata do tipo B.

Exposto o anterior para quem está menos familiarizado com estas coisas, ocorre que certo dia marquei um almoço na Golegã.
A pessoa com quem me ia encontrar, indagando do meu conhecimento da localidade, e verificando que era escasso, expeditamente mandou-me seguir para a Igreja Matriz.
Ora, sucede que mesmo à entrada da Golegã, avistei um carro funerário. Lá dentro, coberto pela tradicional veste preta com motivos dourados, ia um caixão.
Calculei que se dirigisse à igreja e resolvi segui-lo.
Foi então que reparei que a estrela dourada do pano da cobertura que mais se destacava centralmente, tinha a ponta para baixo.
De imediato me ocorreu que o morto era um morto “B”.
por MCV às 20:28 de 27 novembro 2007 
A mineração do cobre Pode ou não estabelecer-se uma relação entre
a quantidade de cobre roubada na rede de transporte e a percentagem de população Cro-Magnon na população total?
Mesmo que haja anacronismo na coisa.
imagem da imitação de caveira encontrada aqui
por MCV às 15:09 de 26 novembro 2007 