Das séries
Abri aqui
há coisa de oito anos uma série intitulada “Memórias”.
A ideia era, numa altura em que havia mais leitores, pedir ajuda para decifrar mistérios que me saíam e ainda me saem do meio da papelada.
Nessa abertura publiquei o desenho acima, sabendo que ele era a porção esquerda de algo maior, coisa que se podia dizer pela frase interrompida.
Não há muito tempo desvendei o mistério. Primeiro encontrei a parte direita do desenho e pude assim ler a frase completa.
Depois usei São Google com alguma insistência até que recentemente descobri que a frase tal como a transcrevi vinha publicada no Paris Match n° 1041 de 19 de Abril de 1969.
Tenho talvez que mandar mais para trás a data do desenho. Foi submetido a escrutínio escolar uns anos depois, creio.
Urge abrir aqui uma outra série. Dedicada às coisas concretas e abstractas que marcaram mais ou menos o quotidiano e que vi morrer. Nalguns casos nascer e morrer.