As pontes de outro condado (II)A tasca comprida. Copos de tinto, entrecosto, pão saloio de pacote higienizado.
Casa comigo.
O rapaz riu-se. Mas ela arrebitou-se. Casa comigo. Do outro lado do jarro da casa. Empurrando o maço de tabaco azul entre a manteiga e duas azeitonas fugidias.
O bar que fora restaurante só para banquetes.
Bacardis com cola. Cervejas de marcas inauditas para justificar a tarifa.
Leva-me ao carro.
Estofos de alcântara.
A casa do melhor amigo. Poker. Vinhos. Aguardentes. Conversas e vizinhos já mortos atirando barricas ao chão, calem-se. Isto são horas?
Bardamerda. Passa-me o queijo mal-cheiroso. É dia. Traz o pão. Vinho branco, manteiga. Isso, torradas.
Agora levo-te. Levo-o. Passem bem.
Como é que se colocam os telefones nesta agenda electrónica?
Estou-me a atirar a ti, sim. Pensavas que era a brincar?
(continua)