30/08/2007

O livro

E eis que, da mental bruma, procede uma luz!
Ainda que ténue e ao fundo de uma vereda de dificuldades.
Mas encontrei a prateleira onde, em segunda fila, ele se escondeu.
Não sei se ainda lá está.

29/08/2007

Lisboa, 2007



Num tempo sem preposições.
Vale por nove

E como diz o povo “muita saúde tenha quem já comeu arroz de frango na praia”.
Vale por nove o banho do vinte e nove.
Já banhou?

28/08/2007

E de repente

Vem-me à cabeça que as coisas desimportantes saem da nossa vida pela direita baixa.
E que tornam um dia. No meio de um sonho, de uma recordação.
Hoje, ocorreu-me que havia um tempo em que se descascavam ervilhas. E que era obra encontrar nove delas numa só vagem.
Fui ver. Havia pelo menos uma referência a isso aqui na rede. Vá lá!
O zero

O zero é o elemento absorvente da argumentação.
Lisboa, 2007

26/08/2007

Restos de colecção (63)



Ou como me vejo já um homem proto-histórico.

encontrei uma caixa com coisas desta época e seguintes