Na Praça Dom Pedro VA jornalista da SIC N está na Praça Dom Pedro V, em Lisboa – disse e repetiu já três vezes.
Deve ser mais uma vez uma questão de fusos horários de avô para neto, como do Marquês para o Saldanha.
No estúdio, disseram
Rossio.
por MCV às 18:09 de 28 junho 2008 
Carvalho da SilvaQuando ouço falar Carvalho da Silva, ocorre-me de há tempos* para cá: este homem é um doutor por extenso!
*
Há menos de um ano, pelos vistos. Eu diria que o é desde sempre.
por MCV às 17:22 
Investir na inteligênciaNão nos esqueçamos de que, na base deste caso do Tribunal da Feira, independentemente das ínvias relações de causa-efeito com agressões a magistrados que se queiram estabelecer, está
um edifício ou mal projectado, mal calculado ou mal construído.
O investimento que aqui falta é na inteligência.
Depois, é claro, e com isso, temos o estado a que aquilo a que teimamos em chamar
justiça chegou.
por MCV às 17:21 de 27 junho 2008 
Morfeu e eu Havia um tipo em que eu reconhecia um familiar em forma ainda que não em conteúdo que me dizia: “A ti, só te interessam os homens da tua família quando, com a idade, se tornam sábios.”
Eu acho que lhe dei razão, como se dá nos sonhos, sem abrir a boca, sem fazer um gesto.
por MCV às 00:58 
Investir nas auto-estradasNão sei há quantos anos é que não se investe na inteligência em Portugal.
Há sempre aquela suspeita de que os burros que mandam não vêem com bons olhos o aproveitamento dos mais capazes.
Este caso repetido dos últimos dias do facilitismo nos exames de Matemática não é bem sinal disso. É sinal de outra coisa que lhe anda associada, é sinal verde para os incapazes lograrem chegar onde não devem e ao mesmo tempo distorcer as estatísticas do aproveitamento escolar.
Deparar com um licenciado incapaz de qualquer tipo de raciocínio mais ou menos complexo é trivial hoje em dia.
É quase um “Foge, estupor, que te fazem doutor!”
Ao mesmo tempo, e isso era o meu ponto, o aproveitamento dos alunos fora de série é negligenciado. Não há nenhum tipo de programa apontado para seleccionar, separar e instruir os muito capazes. E aproveitá-los por cá.
Isso é mesmo impensável. O que queremos mesmo é a mediocridade. É a ela que cantamos loas todos os dias.
por MCV às 17:30 de 23 junho 2008 