Na Praça Dom Pedro V
A jornalista da SIC N está na Praça Dom Pedro V, em Lisboa – disse e repetiu já três vezes.
Deve ser mais uma vez uma questão de fusos horários de avô para neto, como do Marquês para o Saldanha.
No estúdio, disseram Rossio.
28/06/2008
Carvalho da Silva
Quando ouço falar Carvalho da Silva, ocorre-me de há tempos* para cá: este homem é um doutor por extenso!
* Há menos de um ano, pelos vistos. Eu diria que o é desde sempre.
Quando ouço falar Carvalho da Silva, ocorre-me de há tempos* para cá: este homem é um doutor por extenso!
* Há menos de um ano, pelos vistos. Eu diria que o é desde sempre.
27/06/2008
Investir na inteligência
Não nos esqueçamos de que, na base deste caso do Tribunal da Feira, independentemente das ínvias relações de causa-efeito com agressões a magistrados que se queiram estabelecer, está um edifício ou mal projectado, mal calculado ou mal construído.
O investimento que aqui falta é na inteligência.
Depois, é claro, e com isso, temos o estado a que aquilo a que teimamos em chamar justiça chegou.
Não nos esqueçamos de que, na base deste caso do Tribunal da Feira, independentemente das ínvias relações de causa-efeito com agressões a magistrados que se queiram estabelecer, está um edifício ou mal projectado, mal calculado ou mal construído.
O investimento que aqui falta é na inteligência.
Depois, é claro, e com isso, temos o estado a que aquilo a que teimamos em chamar justiça chegou.
25/06/2008
23/06/2008
Investir nas auto-estradas
Não sei há quantos anos é que não se investe na inteligência em Portugal.
Há sempre aquela suspeita de que os burros que mandam não vêem com bons olhos o aproveitamento dos mais capazes.
Este caso repetido dos últimos dias do facilitismo nos exames de Matemática não é bem sinal disso. É sinal de outra coisa que lhe anda associada, é sinal verde para os incapazes lograrem chegar onde não devem e ao mesmo tempo distorcer as estatísticas do aproveitamento escolar.
Deparar com um licenciado incapaz de qualquer tipo de raciocínio mais ou menos complexo é trivial hoje em dia.
É quase um “Foge, estupor, que te fazem doutor!”
Ao mesmo tempo, e isso era o meu ponto, o aproveitamento dos alunos fora de série é negligenciado. Não há nenhum tipo de programa apontado para seleccionar, separar e instruir os muito capazes. E aproveitá-los por cá.
Isso é mesmo impensável. O que queremos mesmo é a mediocridade. É a ela que cantamos loas todos os dias.
Não sei há quantos anos é que não se investe na inteligência em Portugal.
Há sempre aquela suspeita de que os burros que mandam não vêem com bons olhos o aproveitamento dos mais capazes.
Este caso repetido dos últimos dias do facilitismo nos exames de Matemática não é bem sinal disso. É sinal de outra coisa que lhe anda associada, é sinal verde para os incapazes lograrem chegar onde não devem e ao mesmo tempo distorcer as estatísticas do aproveitamento escolar.
Deparar com um licenciado incapaz de qualquer tipo de raciocínio mais ou menos complexo é trivial hoje em dia.
É quase um “Foge, estupor, que te fazem doutor!”
Ao mesmo tempo, e isso era o meu ponto, o aproveitamento dos alunos fora de série é negligenciado. Não há nenhum tipo de programa apontado para seleccionar, separar e instruir os muito capazes. E aproveitá-los por cá.
Isso é mesmo impensável. O que queremos mesmo é a mediocridade. É a ela que cantamos loas todos os dias.
22/06/2008
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