Este post serve para se saber que foi neste dia que se completaram as 100 000 visitas contadas pelo BravenetComeçando pelas cem mil visitas.
Há uns anos que o termo “barreira psicológica” se generalizou aplicado a preços, a valores. É uma generalização parelha à da igualmente psicológica chicotada que essa sim não tem rival, como a ginjinha.
Já barreiras psicológicas há muitas, dentro da cabeça de cada um.
No mito dos algarismos, estas barreiras são pois isso mesmo, psicológicas. Dá-se a elas algum valor. O suficiente para a cerimónia, de que se tratará no parágrafo seguinte.
Eu a esta dou o mesmo valor que à passagem do século e do milénio.
Nesses, não se sabia desde quando é que se contava. Nesta, não se sabe quantas visitas não contou nem quantas contou a mais, muito menos quantas vieram antes de estar o contador a funcionar. É um marco que não se sabe bem o que marca. Mas marca e marcará 100 000 antes do dia findar e ser São Martinho e se beber água-pé, se fôr fácil de encontrar, e se comerem castanhas, se o preço não fôr escandaloso.

Passando pois para um certo balanço da coisa, que é uso e costume fazerem-se estes em ocasiões que tais. E eu, sendo assim, vou com os outros.
Ainda aqui ando, quatro anos e três meses depois – La Palisse, a quem venho atribuindo coisas que não disse, não diria aqui melhor.
Quanto aos outros, as afinidades que aqui encontrei por via do H Gasolim Ultramarino, ajudaram a compôr a ideia que transporto da vida real, de que surgem mais pelo lado da comunhão no horror ao disparate do que da proximidade política, clubística ou em quaisquer outros interesses que imaginar se possam.
Em suma, dos que acham que vale a pena pensar nas coisas mas que perceberam que não é com grandes teorias que se ultrapassam os obstáculos do quotidiano.
Dos que acham que vale a pena pensar nessas mesmas coisas antes de sobre elas discorrer.
Dos que enfim acham que mesmo discorrendo sobre elas, depois de sobre elas pensar, jamais se saberá o mínimo essencial. Seja lá isso o que fôr. Mas creio que Sócrates terá dito algo a propósito.
Não este, é claro.
por MCV às 04:08 de 10 novembro 2007 
QIQual será o QI da pessoa ou das pessoas que preencheram os últimos registos da
página dos incêndios florestais?
Em 8 registos diferentes, apenas 1 tem uma imagem aceitável do Google Maps. Os outros 7 são um disparate completo.
Isto, embora a um grau de responsabilidade muitíssimo mais baixo, faz lembrar a
história do CODU e da dificuldade em identificar correctamente um local.
por MCV às 22:36 de 09 novembro 2007 
Investir nas qualificaçõesDiz o PM – referindo-se ao programa das "Novas Oportunidades".
Mas ele refere-se a aprender qualquer coisa para a praticar e assim contribuir para a sociedade ou a angariar papéis para ostentar títulos e obter promoções artificiosas?
Não me dá vontade de rir, isto.
por MCV às 15:43 de 06 novembro 2007 
A repórterA repórter está no sítio.
Fala, fala, fala, dando as suas opiniões.
Quando um dos protagonistas se pronuncia, ela continua a falar.
Depois, pára, diz que alguém está a falar sobre qualquer coisa mas não deve ser sobre...
(mudei de canal)Afinal era mesmo sobre...
O jornalismo é assim. A toda a hora, todos os dias. Papagueado, preconceituoso, autista, muitíssimo mal informado e incapaz de raciocínio.
por MCV às 15:22 
Efemérides – o retorno de 10 anosHá exactamente 10 anos atrás, contados dia por dia, a conversa era sobre o período de retorno de
cheias. Grandes barbaridades ouvi então serem proferidas, como seria de esperar.
10 anos volvidos, exactamente 10 anos, há um retorno da ceifeira, que veio outra vez assim por junto.
Coincidências.
por MCV às 22:41 de 05 novembro 2007 
Efemeridades – uma insistênciaNa minha limitável experiência de vida, há poucas coisas mais efémeras do que as considerações feitas debaixo do chuveiro com base nos diversos aromas (devo dizer fragrâncias?) das substâncias do detergimento.
Tão efémeras são, que delas não retenho mais do que a sua esbatida projecção neste plano da memória.
É-me mais fácil recordar os hinos entoados na correnteza do que duas ideias ali geradas.
É a distância que me separa de
Arquimedes.
por MCV às 19:05 