31/01/14

Dos sinais

Dos muitos sinais que a senilidade me vai pondo à frente, estoutro que é significado e significante:



Não acreditei no que li.
Do Malabar

Ganhaste os pinos!

30/01/14

Concursos de televisão e o novo-riquismo intelectual

Tente lembrar-se daquilo que nunca soube.
(num outro registo, alheio a concursos televisivos, tente perceber aquilo que nunca percebeu).

29/01/14

Barack Obama

O homem conseguiu, ontem à noite, ser ainda um bom bocado mais demagogo do que é costume.

27/01/14

Marqueteiros

Ouvi com atenção o argumentário para televisão de Zeinal Bava sobre a extinção da marca TMN.
É um exemplo académico do discurso vazio. Não tem ponta por onde se lhe pegue.
O assunto não me diz respeito, dado que se trata de uma empresa privada. Mas o argumentário televisivo que me é também dirigido, diz.
Epifania

A crer no que diz a imprensa, e o que a imprensa diz é em regra um reflexo de uma interpretação infantil do mundo, mas mesmo assim, a crer no que ela diz, no caso da tragédia do Meco cada vez mais se pretende que uma epifania lance luz sobre o que luz não tem nem teve.
Que os pais daqueles que morreram sintam uma insatisfação, uma agonia mais, por não saberem ao certo o que se passou, entende-se. É da natureza humana, do processo de luto.
Que quem deve olhar para o caso com racionalidade proceda da forma a que a imprensa se refere, dizendo isto sempre com as reservas que a imprensa merece mas com a memória dos péssimos exemplos que a investigação nos tem dado, não é surpresa. Mas é muito triste.

Em Portugal, um dos maiores problemas que temos é o da falta de racionalidade. Tem sido ela que nos tem arrastado ao longo das épocas para o abismo.
Há gente muito capaz por cá. Mas que se dá ao luxo de ser governada por tolos.
Só muito raramente, quando a crise é grande, surge um grupo mais racional para pôr uma certa ordem. Efémera.
Neste momento, atravessamos uma fase em que a irracionalidade campeia. Um pouco por todo o lado.
Com a excepção, aliás meritória, de se procurar emendar as contas do país. Mas isso é outra história.

26/01/14

PCP


do sítio do PCP

O PCP continua com a sua campanha de rejeição ao pacto de agressão.
Não há de momento polónias para partilhar nem hitleres com quem negociar pactos de não-agressão. É um facto.