Repito
Se o tempo
já não é o que era e há muito que ouvimos tal ladaínha, quando é que o tempo era o que era?
por MCV às 14:51 de 12 abril 2016 
A cervejaria literária
A cervejaria figura nos mapas mentais da zona. É ponto de referência a indicar a quem navega de ouvido.
E, depois de mais de uma dúzia de anos a viver na zona e de já andar nas vizinhanças quando ela abriu as portas, descobri finalmente um potencial literário na cervejaria da esquina.
Venho de me (em)beber em fatos e gravatas de três em três meses, em dialectos incompreensíveis, em contas que não se acertam entre os comensais e o prestável empregado de camisa branca.
Dir-se-á que todas as cervejarias e congéneres têm qualidade literária. Discordo.
Ele há sítios que têm apenas qualidade pictórica, porque lá dentro nada se passa,
Lembro-me de um recinto assim no Estoril em que num vasto armazém presidido por um cornudo troféu taurino, apenas residiam duas mesas e respectivas oito cadeiras, enquanto enquadravam, atrás do balcão, a pouco pomposa estalajadeira, duas compridas e nuas prateleiras para consumo da casa, uma máquina de café, a citada cabeça de toiro e dois ou três pares de bandarilhas.
por MCV às 19:52 de 11 abril 2016 
Pendor
imagem da SIC N
Ivone, explicas-me este pendor?
por MCV às 21:55 de 10 abril 2016 