12/11/2011
11/11/2011
Richter 10

Chegou-me há dias este livro. Estava para o comprar há uma catrefa de tempo mas só agora é que calhou.
Estou numa fase da leitura, ainda incipiente, em que se preparam os protagonistas para ir para debaixo do vulcão.
A coincidência do passo da obra com os desenvolvimentos recentes em El Hierro é uma fabricação minha como o são a maioria das coincidências. Elas estão em toda a parte, a todo o momento, só temos que as escolher e elaborar à nossa maneira, como quem colhe frutos de uma árvore e os descasca antes de os comer.

gráfico elaborado a partir dos dados do IGN de Espanha
A crise sísmica em El Hierro a que tenho dado atenção é, entre muitas outras coisas, também uma, mais uma, chamada de atenção para a imprevisibilidade dos fenómenos naturais.

Chegou-me há dias este livro. Estava para o comprar há uma catrefa de tempo mas só agora é que calhou.
Estou numa fase da leitura, ainda incipiente, em que se preparam os protagonistas para ir para debaixo do vulcão.
A coincidência do passo da obra com os desenvolvimentos recentes em El Hierro é uma fabricação minha como o são a maioria das coincidências. Elas estão em toda a parte, a todo o momento, só temos que as escolher e elaborar à nossa maneira, como quem colhe frutos de uma árvore e os descasca antes de os comer.

gráfico elaborado a partir dos dados do IGN de Espanha
A crise sísmica em El Hierro a que tenho dado atenção é, entre muitas outras coisas, também uma, mais uma, chamada de atenção para a imprevisibilidade dos fenómenos naturais.
10/11/2011
09/11/2011
Idade da informação
O que há verdadeiramente de novo neste princípio de século é a multiplicação da imagem.
Há inúmeros captores de imagens e facilidade na sua difusão.
E é isso que nos mostra, faz prova, de coisas que sabíamos de ouvir dizer.
A imagem da onda colhida na Nazaré tem ainda um factor decisivo associado – a escala.
Só o homem na prancha dá a devida proporção às coisas. Se ele lá não estivesse, a imagem diria quase nada.
E quanto ao que uma imagem pode dizer, já se trata disso há cerca de oitenta anos com algum acerto.
Neste caso, um belo exercício de geometria descritiva seria o de estimar um intervalo para a amplitude da onda.
O que há verdadeiramente de novo neste princípio de século é a multiplicação da imagem.
Há inúmeros captores de imagens e facilidade na sua difusão.
E é isso que nos mostra, faz prova, de coisas que sabíamos de ouvir dizer.
A imagem da onda colhida na Nazaré tem ainda um factor decisivo associado – a escala.
Só o homem na prancha dá a devida proporção às coisas. Se ele lá não estivesse, a imagem diria quase nada.
E quanto ao que uma imagem pode dizer, já se trata disso há cerca de oitenta anos com algum acerto.
Neste caso, um belo exercício de geometria descritiva seria o de estimar um intervalo para a amplitude da onda.
08/11/2011
2005 YU55
Consoante a época, assim o barulho.
O asteróide que daqui a pouco zumbirá mais perto do que a Lua, não se fez acompanhar de grande escolta de arautos.
Há outros astros em disputa pelo lugar nas notícias.
Consoante a época, assim o barulho.
O asteróide que daqui a pouco zumbirá mais perto do que a Lua, não se fez acompanhar de grande escolta de arautos.
Há outros astros em disputa pelo lugar nas notícias.
06/11/2011
Inseguro é o Estádio Nacional
Já aqui referi várias vezes a enormidade que é dizer-se que o Estádio Nacional não é seguro, ao mesmo tempo que os pós 2003 são todos de uma segurança perfeita.
Não sei de nenhum que o seja tanto como aquele. A probabilidade de acontecerem ali acidentes graves é remota, dada a disposição, os caminhos de fuga e a inexistência de armadilhas.
Uma queda como a que aconteceu em Alvalade esta noite não seria possível ali. Não há desníveis assim ao alcance da populaça.
Mas o Estádio Nacional é que não é seguro. Porque uma vez entrou lá um cro-magnon e matou um homem.
Já aqui referi várias vezes a enormidade que é dizer-se que o Estádio Nacional não é seguro, ao mesmo tempo que os pós 2003 são todos de uma segurança perfeita.
Não sei de nenhum que o seja tanto como aquele. A probabilidade de acontecerem ali acidentes graves é remota, dada a disposição, os caminhos de fuga e a inexistência de armadilhas.
Uma queda como a que aconteceu em Alvalade esta noite não seria possível ali. Não há desníveis assim ao alcance da populaça.
Mas o Estádio Nacional é que não é seguro. Porque uma vez entrou lá um cro-magnon e matou um homem.
Subscrever:
Comentários (Atom)