28/01/2006

Os verdes e os vermelhos

outra vez


imagem multiMap.com

Um pequeno emblema do Sporting sobreviveu hoje a uma mudança, na prateleira de um móvel. Não (se) perdeu. Algum augúrio?

26/01/2006

Pedimos desculpa por esta interrupção

As ilustrações seguem dentro de momentos
O amigo sem rosto

O condutor do autocarro da Junta de Freguesia encontrava-se inexplicavelmente enfermo.
Ainda mais inexplicavelmente, convalescia na minha própria cama, vigiado por mim e por um amigo sem rosto, como se de um presépio sem vaca e jumento se tratasse.
E sem Virgem, já agora. Que nenhum de nós é desse género.

Acto contínuo, aventurava-me por aquele extremo do bairro de casebres. Ali onde ainda podia distinguir o pinhal que, já se sabe, esconde os prédios que nunca existiram mas onde frequentemente entro.

O miúdo apareceu com uma faca na mão. Queria não sei o quê. Apanhou um valente cagaço quando me comecei a rir e lhe disse para ter juízo, que se não guardasse a faca, o mais certo era levar um tiro na testa. Mostrei-lhe o sítio de onde lhe vinha o perigo. E desapareceu.
Quando vinha a sair do beco onde este encontro ocorrera, vi ao longe o começo da operação.
Acabei por ser interceptado mais à frente. De carro desligado com o agente da autoridade encostado à porta do condutor, lá fui de ladeira abaixo até ao entalhe da paragem de autocarro. Ainda esbocei uma graçola por causa do servo-freio, esquecendo-me que o meu interlocutor vestia um colete com letras nas costas.
Fui então depois remetido para as instalações.

Foi aí que encontrei de novo o amigo sem rosto. Estava ao pé de uma juíza e de uma procuradora. As duas interessantes. Ali ficámos em amena cavaqueira com a senha na mão, à espera de vez.
Não sei se houve jogo.

23/01/2006

Linhas

O mundo também se divide entre os que acham que os da cor são sempre inteligentíssimos e que os da contra cor são sempre estúpidos e os outros.

Ninguém tem culpa de ser estúpido.
Nunca percebi porque é que não se pode já pronunciar a palavra cego mas a palavra estúpido é do que mais na moda está. Dita com acinte, claro.

Este post é, pois, estúpido.

Nota: este blogue não saiu vencedor nem derrotado das eleições de ontem. E não é por causa do tal anonimato. É porque não.
E.N. 247, 2005

22/01/2006

Portugal, 1951 aliás 2006

Os trapos

à frente dos olhos não deixam ver.
E eu não gosto de me rir disso. Mas às vezes...
Cáceres, 1989



Ai o Ramal de Cáceres
Lembrei-me disto

Postei isto, depois isto (talvez tenham que passar o cursor por cima para ler o texto) e hoje lembrei-me disto.
Tanto isto.