Direito
Um dos grandes paradoxos do Direito é invocar a Razão, as proporções e logo mostrar que delas foge como o Demo da cruz.
A
mulher que tomava conta de crianças e foi vista a bater em duas delas ficou impedida de voltar a tomar conta de crianças pelo tribunal que a julgou.
O
homem que conduzia camiões e matou três pessoas
ficará impedido de conduzir para o resto dos dias?
por MCV às 19:54 de 15 março 2014 
Igreja
Se o País tivesse tido ao leme homens com a envergadura intelectual de D. José Policarpo e de
D. Manuel Clemente, não estaria por certo no ponto em que está.
por MCV às 17:02 de 14 março 2014 
Contaminação
Da contaminação de irracionalidade a que a raça humana está sujeita, retiram-se quase todos os dias, absurdos que fazem o seu caminho entre as mentes sem que de absurdos sejam taxados.
Já
se esperava que do julgamento de Oscar Pistorius saíssem tais coisas.
Num caso em que se trata apenas de julgar as intenções, visto que o homicida e a arma do crime não suscitam quaisquer questões, anda a discutir-se o facto de
ter havido contaminação de impressões digitais na arma por parte de um polícia desastrado.
Se isso pode contar para o currículo do polícia, o que é que conta para julgar a intenção?
Para julgar a intenção, dir-se-á, que é coisa que a humanidade há muito percebeu ser infinitas vezes mais complicado do que julgar
tout court, qualquer disparate acrescenta qualquer disparate diminui. Acho que é isso.
por MCV às 16:52 
Os simples
Já
aqui escrevi sobre isto. É coisa recorrente.
A crer no que
diz a RTP, o tipo que matou várias pessoas num acidente de viação na A25 disse em tribunal que não poderia ter feito coisa alguma para evitar o acidente.
A ser verdade que assim disse, parece-me que ele tem toda a razão.
por MCV às 18:19 de 13 março 2014 
39 anos
Faz hoje 39 anos que a baderna se oficializou.
Ainda andamos a pagar os desmandos dessa noite.
por MCV às 18:15 de 11 março 2014 
1000
È provável que, no decorrer desta semana, se a vontade a tanto chegar, chegue à conclusão que albergo mil-autores-mil nas prateleiras.
Um
burro descarregado de livros (que eles estão nas tais prateleiras) continua a ser um burro e é-o ainda quando nos alforges se coloca toda a suposta biblioteca de Alexandria.
Ergo pois o meu copo aos quase analfabetos com grande capacidade intelectual que conheci por esses corgos e, acto contínuo, fico em sentido a pensar nas catrefas de burros que bem alforjados andam por esses gabinetes onde se decidem as coisas.
por MCV às 14:37 de 10 março 2014 
Não era nada disto, mas...
É claro que se tornam necessários exegetas. À medida que a maldição avança.
por MCV às 06:37 de 09 março 2014 