Casillas
Para quem se lembra, Casillas antes de se impôr no Real Madrid e na selecção de Espanha,
dava as casas de Casillas, jogo após jogo.
Agora voltou aos velhos tempos.
por MCV às 21:37 de 13 junho 2014 
Concessão à bola
A equipa nacional pareceu-me bem no ensaio contra a Irlanda. Não sei como foi contra o México, mas contra a Irlanda mostrou solidez e capacidade de ataque.
Nas apostas, parto com o pé direito. Acertando em cheio no resultado do jogo inaugural. Mr. Gaston Smith, lá no seu exílio canário, perdeu dois pontos.
No final, será o do costume a palmar o almoço.
Ainda que se diga que se escrutinam hoje mais do que nunca as apostas
online, também é certo que a cada dia que passa, maior pode ser a fraude.
Não será de estranhar que apareçam reviravoltas nos resultados, golos inusitados, etc.
On verra.
por MCV às 06:32 
Sardinha assável
Veio-me à memória o homem que usava uma combinação das mais ilustres e antigas de apelidos portugueses.
E
uma sardinha no bolso do lenço.
imagem construída a partir daqui e daqui (link perdido)
por MCV às 04:01 de 12 junho 2014 
Diz-me o que lês...
E pouco ou nada sobre ti saberei.
É muito mais fácil hoje aceder a informação preciosa sobre um indivíduo que não dificulta o acesso à dita indagando quem comprou tais livros, do que a partir destes treze títulos (há um ilegível) saber alguma coisa sobre tal indivíduo. Coisa essa, de saber quem és a partir do que lês, do que vês, do que gostas, do que dizes, com quem andas, que se tornou quase mítica no século XX com as supostas teorias psico-qualquer coisa.
por MCV às 23:19 de 11 junho 2014 
Da Pátria e dos arrepios na espinha
Já
aqui escrevi que o 10 de Junho não me enleva como Dia da Pátria.
Preferia ver assinalado como tal um dia que nos afirmasse pelas armas contra Leão, contra Castela, contra Espanha.
Um destes dias, numa expedição simbólica ao lugar de algumas batalhas da Restauração, no meio do silêncio que reinava junto ao obelisco do Ameixial, um levantar de cascos, um arrastar de pés. Ninguém por perto. Ainda tive tempo de o fotografar depois de atravessar a estrada e serenar. Era um arrepio na espinha.
De novo o silêncio, só minutos mais tarde quebrado pelo zumbido de um carro a aproximar-se, muito ao longe.
Diz que há coisas que impressionam.
por MCV às 19:56 de 10 junho 2014 
Com navegador ou sem ele
imagem daqui
De volta aos mapas do ACP, os quais não foram feitos para a escala das variantes municipais a quatro faixas e que não têm sinalização decente, apercebo-me do seguinte:
O sentido de orientação regressa à origem. Não há perdas de tino.
A navegação urbana, com placas toponímicas pouco legíveis*, é pouco praticável para um condutor sem pendura.
*
Em Paris, no dia em que caiu o muro de Berlim, chegámos à condusão de que éramos os três necessários – um, lia as placas toponímicas; outro, interpretava o mapa e dava a voz; o último limitava-se a conduzir.
por MCV às 22:29 de 08 junho 2014 