23/11/2007
22/11/2007
Scolari
Relembro, depois de ter visto e ouvido ontem o treinador da selecção portuguesa de futebol, a sua atitude desvairada ao longo do jogo contra a Sérvia.
Antes, muito antes, do caso do quase murro.
O que é que se passa com o homem?
Relembro, depois de ter visto e ouvido ontem o treinador da selecção portuguesa de futebol, a sua atitude desvairada ao longo do jogo contra a Sérvia.
Antes, muito antes, do caso do quase murro.
O que é que se passa com o homem?
21/11/2007
Um post já antigo

À procura nos cadernos de capa preta do rascunho da imagem acima e das recordações que à sua memória descritiva estão associadas, tropecei num post escrito umas páginas adiante.
Já nesse tempo, as três e muito da manhã eram uma hora sem comboios.
Nessa noite de 16 de Fevereiro de 1998 – na qual a temperatura parece ter sido amêndoa*, de acordo com os registos que pude consultar, dado que o post a isso não faz referência – aproximando-me das linhas e julgando-me sózinho na ecúmena, ouvi um berro.
Foi no rastreio que fiz a seguir, que vi o que parecia ser um saci-pererê.
Pois o homem era negro e só tinha uma perna.
Apoiado em duas muletas, tocava guitarra em pé.
Quando eu passei perto dele, começou a cantar em coro com uma ave que, ali perto numa árvore altaneira, tinha já por costume fazê-lo naquelas madrugadas. Havia talvez meses que ouvia cantar a ave (era para escrever a árvore) sempre que atravessava a linha.
Mais adiante e para me trazer de volta ao realismo, afastado do cantor, esperando por um comboio improvável, estava um casal em amena conversação.
Nunca mais vi tal personagem, posso dizê-lo agora.
*ver a nota de rodapé deste post

À procura nos cadernos de capa preta do rascunho da imagem acima e das recordações que à sua memória descritiva estão associadas, tropecei num post escrito umas páginas adiante.
Já nesse tempo, as três e muito da manhã eram uma hora sem comboios.
Nessa noite de 16 de Fevereiro de 1998 – na qual a temperatura parece ter sido amêndoa*, de acordo com os registos que pude consultar, dado que o post a isso não faz referência – aproximando-me das linhas e julgando-me sózinho na ecúmena, ouvi um berro.
Foi no rastreio que fiz a seguir, que vi o que parecia ser um saci-pererê.
Pois o homem era negro e só tinha uma perna.
Apoiado em duas muletas, tocava guitarra em pé.
Quando eu passei perto dele, começou a cantar em coro com uma ave que, ali perto numa árvore altaneira, tinha já por costume fazê-lo naquelas madrugadas. Havia talvez meses que ouvia cantar a ave (era para escrever a árvore) sempre que atravessava a linha.
Mais adiante e para me trazer de volta ao realismo, afastado do cantor, esperando por um comboio improvável, estava um casal em amena conversação.
Nunca mais vi tal personagem, posso dizê-lo agora.
*ver a nota de rodapé deste post
20/11/2007
Explicar
Outra coisa que é impossível explicar às massas é o que é um automóvel e como se conduz.
Sabemos isso sempre nestes dias de primeiras águas e nos outros todos do ano.
A boçalidade em estado puro.
Outra coisa que é impossível explicar às massas é o que é um automóvel e como se conduz.
Sabemos isso sempre nestes dias de primeiras águas e nos outros todos do ano.
A boçalidade em estado puro.
19/11/2007
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