Porque o CDS faz hoje 40 anos
E nesse tempo era outra história. Outra história.
Na vida de quem nunca foi militante de qualquer partido.
por MCV às 16:43 de 19 julho 2014 
Na loucura ou na irracionalidade dos dias que correm
Diz um tipo que, se o avião da companhia malaia tivesse sido abatido por um míssil haveria de se ter visto a imagem da explosão no ar.
Digo eu que, por enquanto, ainda só se viram imagens a seguir ao embate no solo, com a correspondente coluna de fumo. Nenhuma da trajectória descendente. Prova isto alguma coisa?
Claro que não.
Hão-de aparecer talvez imagens mais esclarecedoras. Excluir seja o que fôr com o que se viu até agora é um sinal da irracionalidade dos dias que correm.
por MCV às 19:33 
No Castelo
E, sim, Ivone,
os ajudantes de agrimensor dão tudo por saber o que se passará no Castelo por Santa Maria.
As conversas no sopé versam pouco mais do que isso. Aposta-se. Há pressões entre os peões, Ivone.
Falta menos de um mês.
adaptado da da Carta Militar de Portugal, série M888
por MCV às 19:03 
Leitura
Já terminei a leitura do estudo “
Por um Portugal amigo das crianças, das famílias e da natalidade (2015-2035)” e devo dizer que confirmou em quase tudo
as minhas expectativas.
O título é “migucho”, como manda a moda. O conteúdo tem no meio de muita palha, lirismo, achismo e outros inertes, alguma coisa que se aproveita – uma pirâmide etária apontada a 2060 que só por grande acaso corresponderá à realidade da altura mas que mostra o aspecto em árvore de copa redonda que, sucessivamente emagrecida, simbolizaria o andamento da nossa demografia fossem as taxas arbitradas constantes.
Tem ainda uma colecção de medidas adoptadas em países europeus que recuperaram de quedas na natalidade.
Não tem qualquer menção ao facto de, a nível global, existir uma razão inversa entre desenvolvimento e riqueza de um lado e natalidade do outro.
Na página 72 surge este parágrafo:
“De seguida podemos ver, para os países com maior ISF1 e para os países com mais baixo ISF, a relação com o PIB, a taxa de emprego e o IDH-Índice de Desenvolvimento Humano. São valores que deixam bem claro o nível de disparidades existentes no seio da UE e uma relação nem sempre linear entre os níveis de desenvolvimento económico e social e os indicadores de fecundidade.”
Não se ficando a perceber se uma relação nem sempre linear é uma relação nem sempre inversa ou nem sempre directa.
1Índice Sintético de Fecundidade (ISF): número médio de nados vivos por mulher em período fértil.
Grato à Rádio Renascença por ter disponibilizado o estudo.
A comissão que tal relatório fez era oficial ou partidária?
por MCV às 18:47 de 16 julho 2014 
Natalidade
Vou ver com muita atenção o que diz o relatório encomendado sobre a natalidade em Portugal.
Quero ver o que ele diz sobre a razão directa que há entre pobreza e baixo desenvolvimento e taxa de natalidade. Quanto mais pobre e menos desenvolvido o país, maior a taxa de natalidade, coisa que se pode ver todos os anos nos
IDH da ONU.
O primeiro-ministro acha que se resolve com mais subsídios – retira-se do contexto do discurso.
imagem da SICN
Não comecem depressa a pensar
justamente no contrário – em limitar
globalmente a natalidade e hão-de deixar um lindo mundo aos vindouros. A menos que se comecem a colonizar outros planetas.
por MCV às 18:11 de 15 julho 2014 
Contas
Já embirrei aqui um trio de vezes (
1,
2,
3) com os comentadores de ciclismo que querem e não conseguem perceber como é que se calcula um atraso. Que é uma coisa de uma dificuldade absolutamente insuperável.
Hoje, a somar-se aos comentadores do Eurosport, uma personagem.
Essa personagem elaborou sobre os atrasos. Com atraso.
por MCV às 16:09 de 14 julho 2014 