José MourinhoJosé Mourinho
disse que representava os portugueses que o apoiam.
Faço parte desse grupo mas declino qualquer representação.
Só espero que triunfe. É tudo.
por MCV às 20:04 de 22 maio 2010 
A célula com ADN integralmente substituído e que se reproduzO barulho que se faz hoje nas redacções à volta
deste passo é, como sempre, cheio de ruído sem sentido algum.
É um passo interessante que faz parte de uma sequência, de um movimento cuja inércia é de tal forma grande, que inevitavelmente desembocará em novas áreas cuja previsão é mera estultícia.
O dia em que alguém criar vida a partir de matéria não-biológica será, sim, um dia que divide Eras.
Sendo que os rigorosos limites de tais conceitos (vida, matéria biológica) são ainda assim uma ilusão.
por MCV às 13:39 de 21 maio 2010 
ModernicesA final da Liga dos Campeões agora é ao sábado!
Já só falta as mulheres deixarem de fumar!
por MCV às 16:18 de 20 maio 2010 
As licençasMais uma vez, na casa de doidos em que este país se está a converter, a questão pertinente no acidente de Alcácer não é se e onde e por quê embateu o mastro do barco, mas a das licenças de utilização mais a das coisas do costume, a cor da camisa do timoneiro, a quantidade de peixe existente naquela zona e o tráfego rodoviário no IC1.
Supondo eu – e é uma mera suposição – que o mastro bateu na viga da ponte, apenas me interrogo sobre isto nestes termos:
O mastro era para ter vela?
Se não era, se era apenas estranhamente decorativo, por que razão tinha uma dimensão que em determinadas condições de maré e caudal do rio, não lhe permitia passar por debaixo da ponte?
Tendo essa dimensão, por que razão o barco andava nas imediações da ponte?
Depois há as outras, a dos coletes salva-vidas, etc.
Agora a da licença só numa casa de doidos em que se empurram as responsabilidades com a barriga, quando se trata de saber quem vai pagar os danos.
Na casa de doidos em que o país se está a tornar ou já se tornou.
por MCV às 20:29 de 16 maio 2010 
Para desmemória futuraEscrevi aqui
uma nota sobre a dificuldade que estava a experimentar na criação de um algoritmo facílimo – algo que não me levaria (nem a mim nem a alguém que se interessasse por este tipo de coisas) mais do que cinco minutos aqui há um quarto de século ou mais.
Pois bem, foi um mês de trinta dias bem contados, atentas as datas das notas que tomei.
Naturalmente, que o que estava errado não era o princípio nem a estrutura. Eram umas trocas de factores e de sinais, algumas delas corrigidas e “descorrigidas”(!), aqui e ali.
Ditaria o bom senso que fosse testando as partes separadamente, verificando se em certo passo se verificaria um valor absurdo.
Por qualquer obscura razão, de cada vez que a isso me lançava, vinha-me à cabeça uma diversão qualquer e enveredava pela vereda inútil e desnecessária, despropositada.
Quando me dei finalmente ao trabalho de traçar a correspondente gráfica dos resultados, passo a passo, verifiquei com espanto que reflectia o esperado – estava correcta.
É claro que, mais uma vez, não a tinha elaborado a partir do original mas de uma cópia ad hoc.
Mesmo depois disso, não foi imediata a descoberta do gato.
Pelo meio, sucedeu ainda
aquela troca de factores (2 por 3) num troço da análise do comportamento da equipa de futebol do Sporting ao longo das épocas.
Fica para desmemória futura.
Temo, se em algum desse futuro tempo vier a reler isto, não ter a mínima ideia do que é que trata.
por MCV às 12:54 