E.N. 264, 1972
Construção da ponte sobre a ribeira de Odelouca
por MCV às 23:26 de 05 fevereiro 2011 
MarteTenho uma ideia vaga de ouvir a papagaiada sobre
um mínimo na distância entre Marte e a Terra no verão de 2003.
Vaga ideia que está de acordo com a minha particular ignorância do astro.
Mas o facto é que, em Portugal, esse verão de 2003 foi o verão não só das duas vagas de calor intenso mas também do surto dos blogues.
Este mesmo começou pouco dias antes dessa efeméride astronómica.
Terá sido por influência dos marcianos?
Por alturas do mínimo anterior, podia ler-se isto
n’A Capital:

(clicar para ampliar)
por MCV às 18:56 de 03 fevereiro 2011 
O ano novo chinêsDiz a voz off na SICN que o ano novo chinês começa com a primeira lua cheia do ano!
Portanto, antes de ter começado, já começara.
por MCV às 01:03 
A vermelhinha
Como se a História se explicasse, se previsse.
Apostar às cegas, não apostar, pensar que se sabe onde está a vermelhinha.
Pensar que uma aposta qualquer que seja serve os nossos interesses.
Amanhã – como dizia o outro – estaremos todos mortos.
por MCV às 21:07 de 31 janeiro 2011 
Comprar o carro deHá quase seis anos, o Expresso compunha a sua primeira página entre outros assuntos, com isto:
Expresso Disse na altura que ir comprar um carro
com qualquer um deles me parecia ser uma aventura especialmente atractiva. Ou disse algo mais bizarro.
Disse na altura que ser vizinho fosse de quem fosse,
com qualquer um deles me parecia ser um insulto despropositado. Ou disse algo mais anormal.
Supondo eu seis anos depois, que é o tempo que eu normalmente levo a perceber os jornais, que, nos casos por mim avivados a amarelo em vez de “com” deveria estar um “de”, sucedeu-me ontem, e é por isso que isto saiu a terreiro, ter a oportunidade de comprar um carro em segunda mão de...
É claro que foi o meu velho amigo que me chamou para me dar conta de que ainda não tinha a encomenda para mim mas que tinha aquele.
Para prova, não mostrou senão uma fotocópia do BI da pessoa em causa. A pessoa em causa ainda não tem portanto cartão de cidadão.
E eu julgo que apesar do muito instrutivo pequeno buraco no tapete, cerca de um pé atrás do pedal do acelerador, a pessoa em causa tem todo o aspecto e também a reputação de ser alguém a quem se pode comprar um carro.
Tenho que acreditar no meu amigo. Que não me mostrou um documento em que àquela matrícula corresponde o nome de tal proprietário.
Como podem calcular se seguiram o segundo link, há anos e anos que estou comprador e não me resolvo.
por MCV às 17:17 de 30 janeiro 2011 