Tramontana
Para repetir e enfatizar o que
aqui disse há tempos – um aparelho de GPS, esteja ele ou não com o tino
no Passo de Drake, é um instrumento de desinteligência. Entre mim e eu próprio.
Desinstala-me a orientação do cérebro.
por MCV às 19:23 de 02 maio 2013 
Comissões
É aceite como normal que quem comparece perante as comissões do Parlamento lá vá para ser repreendido ou insultado em vez de inquirido.
É este um sintoma do estado. Com letra minúscula.
por MCV às 13:09 de 01 maio 2013 
Palpites
Hei-de me dar ao trabalho de enumerar os palpites que aqui fiz, os acertos e as falhas.
Enquanto não, ponho à venda
a aposta de 13/8 que não fiz, no Benfica à 10ª jornada, numa altura em que se encontrava a par do Porto.
Se ela rende 13/8 (65%) e agora o mais que se consegue
segundo o Oddschecker é 1/4 (25%), sou tipo para aceitar já os 25% e deixar a outro a oportunidade de ganhar 30% em poucos dias.
O facto de não ter feito a aposta enquanto a coloco à venda é despiciendo na actual conjuntura, como calculam.
Não dou como quitada
a aposta que aqui fiz, dias depois dessa, sobre um violento abanão apesar do que está a suceder ao largo de São Miguel.
O que noto é que das duas vezes – e foram só duas – em que aqui predisse um abanão ele aconteceu.
Em 2007 sentiu-se no continente um sismo de grau 5,8, grau esse que não era atingido desde 1997 de acordo com os dados do então Instituto de Meteorologia (e Geofísica?). E desde essa altura não houve um outro dessa magnitude.
Nos Açores, segundo a mesma base de dados, desde 1999 que se não verificava um sismo de magnitude igual ou superior a 5,9.
Começo a assustar-me com esta pontaria.
Corrigenda: Em 2009, a 17 de Dezembro, registou-se um sismo de grau 6,0 Richter a sudoeste do Cabo de São Vicente, sentido com intensidade V no barlavento algarvio, tal como o referido sismo de 2007, de 12 de Fevereiro. É portanto errado dizer que depois de 2007 não houve sismos com magnitude superior a 5,8 sentidos no continente.
por MCV às 18:46 de 30 abril 2013 
Lições
Conheci tipos que caminhavam sobre os sublinhados que faziam nos livros.
Faziam-no portanto segundo troços de imaginárias linhas rectas.
Aprendi com eles que existiam tipos que caminhavam sobre os sublinhados que faziam nos livros.
por MCV às 06:45 
O material não tem sempre razão
Se no post abaixo se afirma o contrário, aqui se diz que nem sempre o material tem razão.
O meu aparelho de GPS acordou hoje no Passo de Drake. Vá lá saber-se...
por MCV às 08:02 de 29 abril 2013 
Das coisas mal enjorcadas
Das quais, uma das que mais me perturba é a conjugação de um belíssimo vinho, de uma rolha de óptima cortiça, de uma garrafa de vidro regular (coisa em que a qualidade é quase indiferente) e de uma péssima rolhagem.
A única coisa que faltou foi tino. E o tino...
por MCV às 00:15 de 28 abril 2013 