06/10/2022

A trapalhada dos carros da TAP

Ok. O povo serenará num ano e depois veremos – foi mais ou menos isto que a comunicação marqueteira da TAP quis dizer, segundo os órgãos de informação que a divulgaram.
Não poderia a administração da TAP perder os pergaminhos e aceder a adquirir viaturas de custo muito inferior. Não o podendo, vai empurrando o problema com a barriga, que é o que a TAP faz há tempo na sua gestão.
Covas de lobo

A dificuldade existente em ter acesso a uma conta de e-mail para onde, talvez na vã esperança de alcançar alguém competente, se consiga fundamentar com pés e cabeça uma qualquer reclamação junto de organismos públicos e outros que prestem serviço público, leva a que nos confrontemos em caso de necessidade com as tais covas de lobo que aqui referi vai para uns anos.
Alguém despreparado, com um manual de procedimentos inúteis à frente, atende-nos do outro lado do telefone. Começa aí a inenarrável aventura nos chamados call center.
Renault Clio

Há uns dez anos cirandou por aí a ideia de que um vulto político teria rejeitado andar de Renault Clio em funções oficiais.
Não faço ideia se foi assim ou se não foi. Mas o certo é que deu brado.
Agora temos a novela dos BMW da TAP.
Ciranda igualmente por aí a história de que a TAP reagiu às críticas que soaram de todo o lado com o arrazoado de que a operação de substituição dos veículos iria gerar poupanças com a frota automóvel.
Isto é o que se chama responder ao lado, coisa habitual em quem é falaz mas irracional.
O que está em questão é a escolha de veículos de gama alta, quando a companhia está a viver do erário público há demasiados anos, não é se vão pagar menos do que pagavam.
Diz o roto ao nu

De facto é difícil imaginar organismo menos apropriado pelas suas inúmeras fífias digitais do que a DGS para propagandear a boa utilização dos meios informáticos.
Mas é o que temos.


da página do Facebook da DGS

02/10/2022

Minuteman

Não sei quando a palavra Minuteman entrou no meu léxico. Sei, no entanto, que a associei desde o início a aniquilação total.
As notícias dos últimos dias dão a entender que estamos num pico de tensão. Podem os catastrofistas dizer agora que desde 1962 não há uma crise igual. Já ninguém se lembra da crise dos euromísseis nem da Guerra das Estrelas (IDE).


imagem em https://www.military.com/base-guide/f-e-warren-air-force-base