01/10/2009

Estreia saloia

O nó

O nó foi de facto inaugurado entre eleições. E lá estavam – em outro ponto da estrada - os quatro candidatos destacados aos dois municípios atravessados pelas vias. As senhoras do PS e os senhores do PSD.
Noutro plano, ou no plano, verifico que há qualquer coisa de uterino na implantação do nó.


trecho do projecto, constante do estudo de impacto ambiental, obtido aqui.

30/09/2009

Almoçageme, 2006

Referenciais de inércia

A comunicação do Presidente da República durou, segundo a TVI, cinco minutos.
Já na SIC, contaram-se onze minutos.
Eu, no meu referencial de inércia, não medi.

29/09/2009

Não é a ignorância

É a estupidez.
Pode quem fez a notícia da SIC sobre o debate entre Silva Pereira e Pacheco Pereira nunca ter ouvido, lido a palavra “inventona” proferida várias vezes pelo primeiro.
Diz que não vem no dicionário e que o ministro a inventou.
É talvez pessoa muito nova para a ter ouvido e lido abundantemente em outros tempos.
Fez o papel dos que dizem que para além da montanha, nada há.
É infelizmente o costume.
Não conhecem, não ouviram falar, logo não existe.

28/09/2009

Trinta e cinco anos depois

A maioria não foi silenciosa ontem. Manifestou-se.
Os que se calaram, talvez menos de um terço, considerando os desajustamentos dos cadernos, consentiram.
Sendo que o consentimento pode ele ainda ser escrutinado. Não avanço por ora nesse terreno.
O Presidente falará não a 30, como há trinta e cinco anos, mas a 29. Dois dias depois, de qualquer forma.


imagem do sítio da Comissão Nacional de Eleições
Melhorei pouco

Em relação a 2005, há pouco menos traços vermelhos.



Há uns quantos que acham que o PS não ganhou as eleições.
E li agora mesmo um tipo que acha que a ausência de maioria absoluta fará o PS governar a contento de todos.
Seriam talvez estes os candidatos às autarquias em Marte, se nos coubesse lá um quinhão.

27/09/2009

Falhar à segunda feira

Este ano, não me lembrei de fazer uma adivinhação atempada dos resultados eleitorais.
Fi-lo na última madrugada e não me pareceu oficiente publicá-la antes.
Aqui vai, para se ver se o falhanço é maior ou menor do que em 2005.



Em percentagem, a coisa dava a tal figura 4-4-1-1-1 ou seja aproximadamente 4 votos no PS e no PSD por cada voto no CDS, BE e PCP.
E parece que a figura da chave é

4-3-1-1-1
Figura totoloto do dia

4-4-1-1-1
Só com Big Brother

Ou com um mínimo de organização?
A história de os mandatos estarem mal distribuídos por círculo por haver demasiados eleitores virtuais não é passível de ser muito minorada com alguma (pouca) organização?
Saber se Inês é morta é assim tão difícil? E riscá-la do tombo também?
Os que se vão e não votam do estrangeiro são assim tantos? Caramba!