Notícias
De um lado, o inenarrável ministro Relvas.
Do outro, uns quantos jornalistas incapazes de ir ao fundo da questão – o que é que se vai passar exactamente com a remuneração dos funcionários públicos e com a remuneração dos funcionários das empresas do Estado, já que convém sempre distinguir entre filhos e penteados, pois necessário se torna dividir para reinar.
Como se calcula, nunca haverá quem esclareça cabalmente o que se vai fazer a umas e outras.
10/03/12
09/03/12
Ilustrações
O Google promove, mais do que qualquer outra coisa até aos nossos dias, a serendipidade.
Serendipidade que, em bom português, se poderia bem chamar ceilá, que o étimo seria afinal o mesmo.

Capa do La Domenica del Corriere de 26 de Maio de 1957 obtida aqui
O Google promove, mais do que qualquer outra coisa até aos nossos dias, a serendipidade.
Serendipidade que, em bom português, se poderia bem chamar ceilá, que o étimo seria afinal o mesmo.

Capa do La Domenica del Corriere de 26 de Maio de 1957 obtida aqui
08/03/12
07/03/12
06/03/12
Super Quarta-feira
Vigorasse ainda hoje o figurino dos anos 80 e teríamos, muito provavelmente, amanhã uma super Quarta-feira.
Uma Quarta-feira que, tendo rali em Sintra da parte da manhã, seria ainda por cima dita europeia e se prolongaria em escuta desportiva pela tarde e noite fora, até que terminasse o último relato, do jogo em casa mais tardio.
Os mais entusiastas faziam-se logo cedo acompanhar de rádios pela serra acima, proporcionando assim aos demais a actualização competente das notícias do pé ora na tábua ora na bola.
Guardo desses tempos uma remessa de boas recordações.
Em particular de uma manhã na rampa da Pena, abaixo ilustrada, em que Carlos Guilherme cantava ali mesmo “Quando o coração chora de amor”.

E.N. 247-3, 2 de Março de 1983
Vigorasse ainda hoje o figurino dos anos 80 e teríamos, muito provavelmente, amanhã uma super Quarta-feira.
Uma Quarta-feira que, tendo rali em Sintra da parte da manhã, seria ainda por cima dita europeia e se prolongaria em escuta desportiva pela tarde e noite fora, até que terminasse o último relato, do jogo em casa mais tardio.
Os mais entusiastas faziam-se logo cedo acompanhar de rádios pela serra acima, proporcionando assim aos demais a actualização competente das notícias do pé ora na tábua ora na bola.
Guardo desses tempos uma remessa de boas recordações.
Em particular de uma manhã na rampa da Pena, abaixo ilustrada, em que Carlos Guilherme cantava ali mesmo “Quando o coração chora de amor”.

E.N. 247-3, 2 de Março de 1983
05/03/12
Palpites à segunda-feira
É o caso. Hoje é segunda-feira e não tenho forma de demonstrar que o palpite está feito há quase cinco meses. Mas está.
E não sei por que carga d’água não o escarrapachei aqui. Ficou na pasta dos assuntos a tratar juntamente com cinco mil outros que me dariam para alimentar este blogue se enveredasse pelo peixe frito de um dia para o outro.
Não faço ideia se acertarei ou não. O caso é que já há este tempo todo que me inclino para que seja o ministro Álvaro o primeiro a passar ao arquivo. Não quer isto dizer que tenha por ele menos prezo do que pelos restantes. Não é o caso. Há figurinhas no governo sem as quais o país passaria sem lhes notar a falta ou talvez até com um certo alívio. Não penso isso do ministro Álvaro. Apesar de.
É o caso. Hoje é segunda-feira e não tenho forma de demonstrar que o palpite está feito há quase cinco meses. Mas está.
E não sei por que carga d’água não o escarrapachei aqui. Ficou na pasta dos assuntos a tratar juntamente com cinco mil outros que me dariam para alimentar este blogue se enveredasse pelo peixe frito de um dia para o outro.
Não faço ideia se acertarei ou não. O caso é que já há este tempo todo que me inclino para que seja o ministro Álvaro o primeiro a passar ao arquivo. Não quer isto dizer que tenha por ele menos prezo do que pelos restantes. Não é o caso. Há figurinhas no governo sem as quais o país passaria sem lhes notar a falta ou talvez até com um certo alívio. Não penso isso do ministro Álvaro. Apesar de.
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