18/12/2010
17/12/2010
16/12/2010
LP, onze mil e dezoito dias atrás
Ou como tudo isto me parece actual.
Ou como tudo isto me parece actual.
15/12/2010
14/12/2010
13/12/2010
Evolução social
Um indicador da evolução social dos últimos quase 38 anos pode ser o que a redacção do Expresso entendeu ao longo desse intervalo sobre quem era o seu leitor.
Na minha opinião, o Expresso destina-se hoje a um público muito menos culto, muito menos inteligente.
Seria interessante confrontar o conteúdo dos primeiros números com o dos últimos.
E também a forma como o jornal é publicitado. Aquela inenarrável campanha publicitária da entrevista a Rosa Casaco é um exemplo, ainda que pontual, da qualidade aonde se desceu.
Isto veio a propósito de eu ter ouvido há pouco aqui em fundo saiba o que 2011 lhe reserva, não seja apanhado desprevenido ou qualquer coisa do género.
Um indicador da evolução social dos últimos quase 38 anos pode ser o que a redacção do Expresso entendeu ao longo desse intervalo sobre quem era o seu leitor.
Na minha opinião, o Expresso destina-se hoje a um público muito menos culto, muito menos inteligente.
Seria interessante confrontar o conteúdo dos primeiros números com o dos últimos.
E também a forma como o jornal é publicitado. Aquela inenarrável campanha publicitária da entrevista a Rosa Casaco é um exemplo, ainda que pontual, da qualidade aonde se desceu.
Isto veio a propósito de eu ter ouvido há pouco aqui em fundo saiba o que 2011 lhe reserva, não seja apanhado desprevenido ou qualquer coisa do género.
12/12/2010
Inaceitável
Inaceitável foi o adjectivo que disseram ter o primeiro-ministro sueco usado para qualificar o conjunto dos atentados de ontem em Estocolmo.
Calculo que o homem não tenha dito tal coisa.
O que ele disse (nesta declaração) que era inaceitável era a falha de segurança – que um homem andasse às voltas em Estocolmo com uma carrada de explosivos às costas.
Mas isso...
adenda cerca das 18:30 de 13 de Dezembro: não sei se o homem não disse mesmo isso, em sueco.
Inaceitável foi o adjectivo que disseram ter o primeiro-ministro sueco usado para qualificar o conjunto dos atentados de ontem em Estocolmo.
Calculo que o homem não tenha dito tal coisa.
O que ele disse (nesta declaração) que era inaceitável era a falha de segurança – que um homem andasse às voltas em Estocolmo com uma carrada de explosivos às costas.
Mas isso...
adenda cerca das 18:30 de 13 de Dezembro: não sei se o homem não disse mesmo isso, em sueco.
Mortes legais
As mortes na sociedade actual dividem-se entre mortes legais e mortes ilegais.
Tem sido assim nos últimos anos. Nos últimos dias fomos bem lembrados disso pelos casos do lar da Charneca de Caparica e do desabamento em Almalaguês.
As causas, as responsabilidades, isso pouco importa. O que interessa é a legalidade, a licença, o conforme.
É um mundo em que a doidice é tida como normal. Diria mesmo mais, legal. E certificada.
As mortes na sociedade actual dividem-se entre mortes legais e mortes ilegais.
Tem sido assim nos últimos anos. Nos últimos dias fomos bem lembrados disso pelos casos do lar da Charneca de Caparica e do desabamento em Almalaguês.
As causas, as responsabilidades, isso pouco importa. O que interessa é a legalidade, a licença, o conforme.
É um mundo em que a doidice é tida como normal. Diria mesmo mais, legal. E certificada.
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