A validação da História
A validação da História, na medida em que é comummente aceite, é uma coisa que me dá que fazer.
Os
factos a passarem a opiniões, por mais despidas de subjectividade emocional, interesseira ou de paralaxe que sejam, dão-me esse trabalho todo.
Inútil.
por MCV às 14:30 de 30 novembro 2012 
Os obituários pessoais, intransmissíveis, nulos e sem efeito
Estou convencido – embora não tenha nenhum tipo de informação que apoie tal a não ser a de que o erro está em todo o lado - de que a grande maioria das pessoas constrói com erros a lista dos óbitos dos seus conhecidos, sejam eles dos que se cruzaram com elas na vida, sejam meras figuras que se tornaram notadas.
Com menos conversa, teria dito que matamos na nossa cabeça gente que está viva e de boa saúde.
No meu caso, quase sempre se verifica que só desmancho esses enganos quando é tarde de mais. A pessoa foi-se efectivamente. Deixa portanto de ser engano no dia em que dou por ele.
por MCV às 09:21 
Sempre a Geometria (analítica)
Se há coisa que ilustra o meu estado de espírito é a falta de paciência para chegar a expressões que definam filigranas.
Desafio que outrora era muito do meu agrado.
por MCV às 20:31 de 29 novembro 2012 
Dos mistérios que se conhecem como tal
No dia 24 de Janeiro de 2005, atestam para meu governo as datas apostas, sete-títulos-sete indicam que me inclinava a escrever sobre o que se pode ver e nada escrevi.
Foi decerto um alinhavo para dias vindouros, um não-te-esqueças.
Para além de alguns títulos serem confusos e me soarem mal, de nada me recordo.
O que será uma
fórmula arbitrária? Uma fórmula em que entra uma variável arbitrária?
A previsão dos analistas soa mal, está mal construído como título se se pretende falar das previsões que fazem os videntes vestidos de analistas mas já se aceita se se trata de prever o que vão fazer e dizer os analistas. Mas não é grande coisa como título.
E do todo se retira que há muito mais subjectividade do que objectividade subentendida na série.
O conteúdo nunca existiu. Os títulos não me agradam, embora não diga que não os venha a utilizar.
O mistério maior é ter alinhado tanta coisa num só dia. Porque não é costume.
por MCV às 16:38 de 27 novembro 2012 