24/05/2008
23/05/2008
22/05/2008
Os livros que ninguém leu
Certas notícias destravam pensamentos banais, que já ocorreram a milhentos outros, que estão descritos na literatura, que estão descritos nos compêndios, mas que, e até apesar de nos já terem passado pela mente, tomamos como novos.
Novos para nós, novos para nós num dia cinzento, morno e vazio de Maio.
Velhíssimos para uma parte do mundo. Inalcançáveis para a grossa parte do mesmo mundo, aquela que ignora existir uma fantasia universal. Ou, não ignorando tal, não sabe que há quem se dedique a instrui-la. Como se isso saber tivesse alguma importância. Falha argumentação.
Isto porque ouvi há pouco que na história fantástica dos homens, nas histórias inventadas pelos homens, há episódios que fazem referência a outros. Uma banalidade, portanto.
Uma banalidade que suscita, me suscitou, a divisão entre a fantasia e a realidade. Sabermos nós qual é uma e qual é outra. Como se houvesse uma implicação lógica entre estas ideias. Triste raciocínio.
Logo, dessas histórias todas que se contaram, que se escreveram em pedras, em telas, em livros, no cinema e no mais que se seguirá, ocorreram-me todas as que se contaram, se escreveram e se filmaram, mas nunca ninguém ouviu, leu, viu.
Escrevi livros lá em cima porque o dia hoje é cinzento, morno e vazio.
Banal e triste. Como estas linhas cheias de nada.
Certas notícias destravam pensamentos banais, que já ocorreram a milhentos outros, que estão descritos na literatura, que estão descritos nos compêndios, mas que, e até apesar de nos já terem passado pela mente, tomamos como novos.
Novos para nós, novos para nós num dia cinzento, morno e vazio de Maio.
Velhíssimos para uma parte do mundo. Inalcançáveis para a grossa parte do mesmo mundo, aquela que ignora existir uma fantasia universal. Ou, não ignorando tal, não sabe que há quem se dedique a instrui-la. Como se isso saber tivesse alguma importância. Falha argumentação.
Isto porque ouvi há pouco que na história fantástica dos homens, nas histórias inventadas pelos homens, há episódios que fazem referência a outros. Uma banalidade, portanto.
Uma banalidade que suscita, me suscitou, a divisão entre a fantasia e a realidade. Sabermos nós qual é uma e qual é outra. Como se houvesse uma implicação lógica entre estas ideias. Triste raciocínio.
Logo, dessas histórias todas que se contaram, que se escreveram em pedras, em telas, em livros, no cinema e no mais que se seguirá, ocorreram-me todas as que se contaram, se escreveram e se filmaram, mas nunca ninguém ouviu, leu, viu.
Escrevi livros lá em cima porque o dia hoje é cinzento, morno e vazio.
Banal e triste. Como estas linhas cheias de nada.
20/05/2008
As informações de trânsito
Já aqui me tenho referido à completa incapacidade de acerto do pessoal que dá as informações de trânsito quando se trata de referir o número de qualquer estrada nacional.
Na RTP, já lá vão dois episódios nos últimos minutos em que é referido o “forte de São João da Barra”. A ignorância nunca é de mais!
Já aqui me tenho referido à completa incapacidade de acerto do pessoal que dá as informações de trânsito quando se trata de referir o número de qualquer estrada nacional.
Na RTP, já lá vão dois episódios nos últimos minutos em que é referido o “forte de São João da Barra”. A ignorância nunca é de mais!
Subscrever:
Comentários (Atom)

