Os livros que ninguém leuCertas notícias destravam pensamentos banais, que já ocorreram a milhentos outros, que estão descritos na literatura, que estão descritos nos compêndios, mas que, e até apesar de nos já terem passado pela mente, tomamos como novos.
Novos para nós, novos para nós num dia cinzento, morno e vazio de Maio.
Velhíssimos para uma parte do mundo. Inalcançáveis para a grossa parte do mesmo mundo, aquela que ignora existir uma fantasia universal. Ou, não ignorando tal, não sabe que há quem se dedique a instrui-la. Como se isso saber tivesse alguma importância. Falha argumentação.
Isto porque ouvi há pouco que na história fantástica dos homens, nas histórias inventadas pelos homens, há episódios que fazem referência a outros. Uma banalidade, portanto.
Uma banalidade que suscita, me suscitou, a divisão entre a fantasia e a realidade. Sabermos nós qual é uma e qual é outra. Como se houvesse uma implicação lógica entre estas ideias. Triste raciocínio.
Logo, dessas histórias todas que se contaram, que se escreveram em pedras, em telas, em livros, no cinema e no mais que se seguirá, ocorreram-me todas as que se contaram, se escreveram e se filmaram, mas nunca ninguém ouviu, leu, viu.
Escrevi livros lá em cima porque o dia hoje é cinzento, morno e vazio.
Banal e triste. Como estas linhas cheias de nada.
por MCV às 10:34 de 22 maio 2008 
As informações de trânsitoJá aqui me tenho referido à completa incapacidade de acerto do pessoal que dá as informações de trânsito quando se trata de referir o número de qualquer estrada nacional.
Na RTP, já lá vão dois episódios nos últimos minutos em que é referido o “forte de São
João da Barra”. A ignorância nunca é de mais!
por MCV às 09:12 
Alvor, 1989
Bombas de gasolina, marcos quilométricos e sinais de trânsito, esta atracção fatal.
por MCV às 06:16 de 19 maio 2008 
TaçaO jogo foi fraco.
O Sporting jogou mais do que o Porto.
O Porto entregou-se ao jogo violento.
O árbitro foi caseiro. Stop.
por MCV às 20:16 de 18 maio 2008 