Investigação
Os jornalistas, classe quase anedótica na generalidade, ignoram amiúde o bom senso e a noção das proporções.
Pode até ser que se chame “investigação” nos meios judiciais a uma coisa em que nada haja a investigar. Pode. Mal, mas pode. O que não deve é o jornalismo usar essa designação num absurdo como este. Afinal, vão investigar exactamente o quê: Qual foi a tipografia que os fabricou? Quem deu a ordem para o fazer?
É o tal manicómio que nos rodeia.