30/03/2007
Testes
Sempre me fascinaram os testes deste tipo.
Dos que conheci, um dos meus preferidos é este.
De uma simplicidade tal, que consegue separar as águas.
Basta um baralho de cartas e o conhecimento mínimo sobre o dito.

O objectivo é organizar as cartas no baralho de tal forma que:
movendo a carta de cima do baralho para baixo do mesmo;
e colocando a carta seguinte, sempre de cima, em cima do tabuleiro;
e movendo a que se segue de novo para baixo do baralho, tal como a primeira;
e continuando com a seguinte para cima do tabuleiro;
e assim sucessivamente até esgotar as cartas do baralho,
as cartas colocadas no tabuleiro o sejam por uma ordem pré-estabelecida, por exemplo por naipe e por ordem crescente.
Claro que é para acertar à primeira.
Sempre me fascinaram os testes deste tipo.
Dos que conheci, um dos meus preferidos é este.
De uma simplicidade tal, que consegue separar as águas.
Basta um baralho de cartas e o conhecimento mínimo sobre o dito.

O objectivo é organizar as cartas no baralho de tal forma que:
movendo a carta de cima do baralho para baixo do mesmo;
e colocando a carta seguinte, sempre de cima, em cima do tabuleiro;
e movendo a que se segue de novo para baixo do baralho, tal como a primeira;
e continuando com a seguinte para cima do tabuleiro;
e assim sucessivamente até esgotar as cartas do baralho,
as cartas colocadas no tabuleiro o sejam por uma ordem pré-estabelecida, por exemplo por naipe e por ordem crescente.
Claro que é para acertar à primeira.
29/03/2007
28/03/2007
27/03/2007
Provas
Dizem as cadeias de televisão que o governo do Reino Unido fez um ultimato ao Irão mais ou menos nestes termos:
Ou entregam os militares aprisionados ou apresentaremos provas irrefutáveis de que eles foram feitos prisioneiros quando se encontravam em águas iraquianas.
Interrogo-me eu: mas que raio de provas serão essas?
Por que é que me vem à cabeça o triste espectáculo que Colin Powell deu na ONU há mais de quatro anos?
Dizem as cadeias de televisão que o governo do Reino Unido fez um ultimato ao Irão mais ou menos nestes termos:
Ou entregam os militares aprisionados ou apresentaremos provas irrefutáveis de que eles foram feitos prisioneiros quando se encontravam em águas iraquianas.
Interrogo-me eu: mas que raio de provas serão essas?
Por que é que me vem à cabeça o triste espectáculo que Colin Powell deu na ONU há mais de quatro anos?
Perguntas que não podem fazer-se (n+1)

imagem da SIC Notícias em 16 Fev. 2007
A ser verdade o que se lê hoje nos jornais e se ouviu na televisão, ocorre perguntar:
Que estudo em concreto demorou mês e meio para apurar que se deveu a um desmoronamento o acidente da Linha do Tua, em 12 de Fevereiro passado?
Parece-me ser este tipo de coisa uma daquelas que parecerá ridícula aos vindouros. Por ora parece que ainda não é.

imagem da SIC Notícias em 16 Fev. 2007
A ser verdade o que se lê hoje nos jornais e se ouviu na televisão, ocorre perguntar:
Que estudo em concreto demorou mês e meio para apurar que se deveu a um desmoronamento o acidente da Linha do Tua, em 12 de Fevereiro passado?
Parece-me ser este tipo de coisa uma daquelas que parecerá ridícula aos vindouros. Por ora parece que ainda não é.
26/03/2007
O maior português de sempre
Está ainda a dar, na RTP. Ainda não se decidiu.
Mas eu reitero o que há muito já disse, voto nela:

Já expliquei porquê.
E ainda me interrogo como há três anos.
Está ainda a dar, na RTP. Ainda não se decidiu.
Mas eu reitero o que há muito já disse, voto nela:

Já expliquei porquê.
E ainda me interrogo como há três anos.
25/03/2007
24/03/2007
23/03/2007
A enorme falta de qualidade do jornalismo
Mede-se por exemplos como estes dois, de hoje, em dois canais diferentes de televisão:
De ignorância: "... na vila de Pinhel...". - Havendo hoje não sei quantas centenas de cidades, é natural que não se conheçam todas as recém-promovidas, embora se exija ao jornalista que se informe, antes de informar. Mas Pinhel? Cidade há mais de dois séculos!
De incapacidade de perceber as coisas: "...[se fosse atendida a pretensão dos empresários de passarmos para a hora mais comum na UE] a hora manter-se-ia inalterada no próximo Domingo." - Esta frase, corrigida no noticiário seguinte, mostra a incapacidade de lidar com o singelo a+b. Mete números.
Mede-se por exemplos como estes dois, de hoje, em dois canais diferentes de televisão:
De ignorância: "... na vila de Pinhel...". - Havendo hoje não sei quantas centenas de cidades, é natural que não se conheçam todas as recém-promovidas, embora se exija ao jornalista que se informe, antes de informar. Mas Pinhel? Cidade há mais de dois séculos!
De incapacidade de perceber as coisas: "...[se fosse atendida a pretensão dos empresários de passarmos para a hora mais comum na UE] a hora manter-se-ia inalterada no próximo Domingo." - Esta frase, corrigida no noticiário seguinte, mostra a incapacidade de lidar com o singelo a+b. Mete números.
22/03/2007
O cão prefect
Em tempos, havia nas ruas lisboetas uns cães parecidos com o Ford Prefect, que normalmente atendiam pelo nome de Benfica. Lembram-se deles?

imagem encontrada aqui e modificada
Em tempos, havia nas ruas lisboetas uns cães parecidos com o Ford Prefect, que normalmente atendiam pelo nome de Benfica. Lembram-se deles?

imagem encontrada aqui e modificada
21/03/2007
20/03/2007
19/03/2007
Homo sapiens sapiens e outras sub-espécies
O dia de ontem foi fértil em comentários ao que se passou lá para uma certa terra do Norte onde houve arraial.
Do pouco que vi do que por lá sucedeu, não vi nada que me surpreendesse. É o povo na sua expressão. Para o melhor e para o pior, que disso falem os que sabem o que é mau e o que é bom.
É algo que se repete todos os dias, por todas as partes do mundo.
E não tem propriamente a ver com a instrução e a quantidade de coisas que cada um tem na cabeça. Assiste-se a iguais espectáculos protagonizados por gente instruída e que se diz muito ilustrada. É igual. Igualzinho. Varia talvez na qualidade do vocabulário e na tessitura.
Os homens das luzes deveriam talvez ter feito mais uma sub-divisão dos primatas.
Vulgaris L.
O dia de ontem foi fértil em comentários ao que se passou lá para uma certa terra do Norte onde houve arraial.
Do pouco que vi do que por lá sucedeu, não vi nada que me surpreendesse. É o povo na sua expressão. Para o melhor e para o pior, que disso falem os que sabem o que é mau e o que é bom.
É algo que se repete todos os dias, por todas as partes do mundo.
E não tem propriamente a ver com a instrução e a quantidade de coisas que cada um tem na cabeça. Assiste-se a iguais espectáculos protagonizados por gente instruída e que se diz muito ilustrada. É igual. Igualzinho. Varia talvez na qualidade do vocabulário e na tessitura.
Os homens das luzes deveriam talvez ter feito mais uma sub-divisão dos primatas.
Vulgaris L.
O enigma da 3ª da ordem (solução)
A L T I T U D E
Tenho uma vaga ideia de ter já visto um ou outro marco quilométrico com o valor da altitude de facto gravada.
Mas a palavra está lá, a cada quilómetro na face oculta, quando os marcos têm todas as indicações regulamentares, menos o seu valor.
É claro que considerei o vende-se, o café, o restaurante, a paragem, o stop. Mas, salvo melhor opinião, como isto é pura poesia e não conhecimento científico...


A L T I T U D E
Tenho uma vaga ideia de ter já visto um ou outro marco quilométrico com o valor da altitude de facto gravada.
Mas a palavra está lá, a cada quilómetro na face oculta, quando os marcos têm todas as indicações regulamentares, menos o seu valor.
É claro que considerei o vende-se, o café, o restaurante, a paragem, o stop. Mas, salvo melhor opinião, como isto é pura poesia e não conhecimento científico...


17/03/2007
O andar-modelo
Há lições que se menosprezam.
Muito antes de ter ouvido, na madrugada da rádio, o reformado do caminho-de-ferro que gabava o local onde teria lugar, uns dias depois, o convívio de ouvintes.
Muito antes de o ouvir descrever as peripécias da viagem exploratória, que fizera com o habitual desconto para ferroviários, na mira de saber se o local era adequado para aí se deslocar mais a esposa.
Muito antes de ter percebido o contentamento que exalava pelo facto de lá ter estado antes dos outros.
Muito antes disso tudo, já eu sabia que certas visitas exploratórias valem o tempo que nelas se investe.
Mas sabendo-o, também o ignorei dessa vez.
Estava tudo tratado. Não, a gente não volta nessa noite. São muitos copos, estradas perigosas, depois também não há táxis. Não, a gente não volta.
E se fôr para vir de comboio, já se sabe que só de manhã. Então o melhor é falar com o Fernando. Talvez ele nos desenrasque.
E o Fernando desenrascou, claro.
Posta de parte a ideia da sala de condóminos do prédio onde ele morava - ouve-se tudo, as paredes da cave fazem de caixa de ressonância, não pode ser - lembrou-se de nos dar a chave do andar-modelo do último prédio em acabamentos.
A verdade é que a distância da festa ao belíssimo prédio de apartamentos era aí de uns três quilómetros.
Uns eram propulsionados, outros traccionados. Mas ainda assim a viagem lá se fez em boa ordem.
O chiu à porta do prédio dado por mim em voz alta(!) era mais um sinal de respeito para com o Fernando do que para com a vizinhança. Não morava ninguém naqueles prédios, só sacos de gesso, latas de tinta, azulejos às caixas, vassouras, vêdês, rolos de cabo eléctrico.
Talvez o álcool já se tivesse evaporado com o percurso, talvez o dia não tardasse muito a nascer, o certo é que dormir, ninguém dormiu.
Meia horita depois, lá iam eles por cima da ponte de Santo Amaro, à procura do cavalo de ferro.
Ninguém se queixou.
Mas, na cara de alguns, via-se o peso do embuste.
Estavam convencidos de que o andar-modelo estava mobilado e pronto a habitar.
Há lições que se menosprezam.
Muito antes de ter ouvido, na madrugada da rádio, o reformado do caminho-de-ferro que gabava o local onde teria lugar, uns dias depois, o convívio de ouvintes.
Muito antes de o ouvir descrever as peripécias da viagem exploratória, que fizera com o habitual desconto para ferroviários, na mira de saber se o local era adequado para aí se deslocar mais a esposa.
Muito antes de ter percebido o contentamento que exalava pelo facto de lá ter estado antes dos outros.
Muito antes disso tudo, já eu sabia que certas visitas exploratórias valem o tempo que nelas se investe.
Mas sabendo-o, também o ignorei dessa vez.
Estava tudo tratado. Não, a gente não volta nessa noite. São muitos copos, estradas perigosas, depois também não há táxis. Não, a gente não volta.
E se fôr para vir de comboio, já se sabe que só de manhã. Então o melhor é falar com o Fernando. Talvez ele nos desenrasque.
E o Fernando desenrascou, claro.
Posta de parte a ideia da sala de condóminos do prédio onde ele morava - ouve-se tudo, as paredes da cave fazem de caixa de ressonância, não pode ser - lembrou-se de nos dar a chave do andar-modelo do último prédio em acabamentos.
A verdade é que a distância da festa ao belíssimo prédio de apartamentos era aí de uns três quilómetros.
Uns eram propulsionados, outros traccionados. Mas ainda assim a viagem lá se fez em boa ordem.
O chiu à porta do prédio dado por mim em voz alta(!) era mais um sinal de respeito para com o Fernando do que para com a vizinhança. Não morava ninguém naqueles prédios, só sacos de gesso, latas de tinta, azulejos às caixas, vassouras, vêdês, rolos de cabo eléctrico.
Talvez o álcool já se tivesse evaporado com o percurso, talvez o dia não tardasse muito a nascer, o certo é que dormir, ninguém dormiu.
Meia horita depois, lá iam eles por cima da ponte de Santo Amaro, à procura do cavalo de ferro.
Ninguém se queixou.
Mas, na cara de alguns, via-se o peso do embuste.
Estavam convencidos de que o andar-modelo estava mobilado e pronto a habitar.
16/03/2007
Imagens do passado
Acho que já se percebeu pelo atrás exposto que não sou de me fotografar nem à família. Não sou de me filmar nem à família.
E talvez por isso sou dos que menos suportam aquelas sessões com as fotos / slides / filmes das férias e das crianças, tão giras!
Passando-me para as mãos uma máquina de filmar, em plena praia, sai isto:

Um amigo mandou-mo hoje. Um fragmento de um filme estival. Feito talvez em 91. Numa tarde de Julho e de Manta Rota.
E, se ele lesse este post, era capaz de me chamar mentiroso.
Acho que já se percebeu pelo atrás exposto que não sou de me fotografar nem à família. Não sou de me filmar nem à família.
E talvez por isso sou dos que menos suportam aquelas sessões com as fotos / slides / filmes das férias e das crianças, tão giras!
Passando-me para as mãos uma máquina de filmar, em plena praia, sai isto:

Um amigo mandou-mo hoje. Um fragmento de um filme estival. Feito talvez em 91. Numa tarde de Julho e de Manta Rota.
E, se ele lesse este post, era capaz de me chamar mentiroso.
14/03/2007
Repito-me
Repito-me.
Repito-me, dizendo para mim próprio que ninguém tem culpa de ser estúpido. Nasce-se assim. Como se nasce de olhos azuis, cabelo ralo, pé chato, surdo-mudo, com dois sexos. Algumas destas características são ditas normais, porque a quantidade de indivíduos que as possui é tal que assim se tornam. Outras não.
Talvez que a estupidez seja afinal normal.
Hoje, isto sai-me por causa do caso do dia, destes dias.
Da criança que volta à família, depois do rapto.
Perpassa uma estupidez profunda nas declarações que se ouviram da PJ e dos responsáveis do hospital, quase como se a eles se devesse o sucesso. Quando não foram capazes uns de impedir que acontecesse, outros de resolver o caso.
Perpassa uma estupidez profunda nas declarações de quem opina sobre as consequências da devolução e a sua valorização. Como se alguém soubesse alguma coisa do assunto.
É claro que no meio disto tudo, há sempre umas vozes cautelosas e avisadas. Poucas, muito poucas, como sempre.
A estupidez é, pois, normal.
Repito-me.
Repito-me, dizendo para mim próprio que ninguém tem culpa de ser estúpido. Nasce-se assim. Como se nasce de olhos azuis, cabelo ralo, pé chato, surdo-mudo, com dois sexos. Algumas destas características são ditas normais, porque a quantidade de indivíduos que as possui é tal que assim se tornam. Outras não.
Talvez que a estupidez seja afinal normal.
Hoje, isto sai-me por causa do caso do dia, destes dias.
Da criança que volta à família, depois do rapto.
Perpassa uma estupidez profunda nas declarações que se ouviram da PJ e dos responsáveis do hospital, quase como se a eles se devesse o sucesso. Quando não foram capazes uns de impedir que acontecesse, outros de resolver o caso.
Perpassa uma estupidez profunda nas declarações de quem opina sobre as consequências da devolução e a sua valorização. Como se alguém soubesse alguma coisa do assunto.
É claro que no meio disto tudo, há sempre umas vozes cautelosas e avisadas. Poucas, muito poucas, como sempre.
A estupidez é, pois, normal.
A Academia de Belas-Artes selon je-ne-sais-qui (actualização)
Ora aqui está mais um post.
Em relação a este post e depois desta resposta:
"Realmente tenho a "sua " foto no meu blogue, coloqueia por se enquadrar no que pretendia publicar no meu blogue e desde já vou retificar o dito post metendo -o uma referencia ao seu blogue como "sua".
Como muitos sou apologiasta do "free" e sem "dono" mas com alguma justiça também sou apologista do que é do dono ao seu dono.
As minhas desculpas e com um abraço me despeço.
paulo"
Assunto encerrado.
Ora aqui está mais um post.
Em relação a este post e depois desta resposta:
"Realmente tenho a "sua " foto no meu blogue, coloqueia por se enquadrar no que pretendia publicar no meu blogue e desde já vou retificar o dito post metendo -o uma referencia ao seu blogue como "sua".
Como muitos sou apologiasta do "free" e sem "dono" mas com alguma justiça também sou apologista do que é do dono ao seu dono.
As minhas desculpas e com um abraço me despeço.
paulo"
Assunto encerrado.
13/03/2007
A Academia de Belas-Artes* selon je-ne-sais-qui
Um dos amigos que aqui fiz, por mor desta página, encontrou em tempos num blogue cujo nome ou endereço não interessa aqui divulgar uma das fotos que aqui publiquei sem indicação de autoria.
Todas as que figuraram até essa data sem qualquer indicação eram, naturalmente, da minha lavra. Desse dia em diante, passei a acrescentar-lhes uma marca d'água. É claro que sei que isso apesar do rasto que deixa não impede que as mesmas sejam utilizadas por outrem, sem indicação de origem, de autoria.
É uma velha guerra que aqui se combate, com episódios reveladores. Há os que dizem que tudo o que aqui deixamos passa a ser do domínio público e nada a fazer e há os que se indignam de cada vez que há plágios, utilizações indevidas, etc., etc..
Eu sou dos que considera que tudo o que aqui colocamos quando não é do autor, deve ter a origem ou a autoria evidenciada.
Neste caso, não houve da parte do autor do dito blogue a intenção de se apropriar do trabalho alheio. E digo que não porque juntamente com a minha foto havia muitas outras de outros fotógrafos, de outras épocas, pelo que imediatamente se percebia que não eram captadas por ele.
Não é disso que se trata. É antes de publicar inúmeras fotos sem a menor indicação de onde as obteve, de quem as fez.
Essa foto, antes ou depois disso, passou a circular nessas correntes de mails, integrada num .pps, com uma legenda errada. Em vez do ano de 1981, em que foi batida, ostenta a data de 1964.
A estupidez é amiga da ignorância, sendo que ninguém tem culpa de o ser - é verdade, e um olhar atento aos carros estacionados e a procura, no local certo, do ano em que começaram a ser fabricados despistaria claramente o ano de 64. Sabe-se lá onde o foram buscar.
A foto é esta:

É minha e foi feita em Dezembro de 1981 no tempo em que frequentava o então Largo da Biblioteca Pública, vulgo Largo da Escola. Hoje, Largo da Academia Nacional de Belas-Artes.
Recebi-a hoje de um amigo por mail. Acho que ele não acreditou quando, indignadamente, lhe disse que a foto era minha. Seria caso para me orgulhar?
*a designação da foto dada pelo anónimo é AcademiaBelasArtes1964-Lisboa.jpg
Um dos amigos que aqui fiz, por mor desta página, encontrou em tempos num blogue cujo nome ou endereço não interessa aqui divulgar uma das fotos que aqui publiquei sem indicação de autoria.
Todas as que figuraram até essa data sem qualquer indicação eram, naturalmente, da minha lavra. Desse dia em diante, passei a acrescentar-lhes uma marca d'água. É claro que sei que isso apesar do rasto que deixa não impede que as mesmas sejam utilizadas por outrem, sem indicação de origem, de autoria.
É uma velha guerra que aqui se combate, com episódios reveladores. Há os que dizem que tudo o que aqui deixamos passa a ser do domínio público e nada a fazer e há os que se indignam de cada vez que há plágios, utilizações indevidas, etc., etc..
Eu sou dos que considera que tudo o que aqui colocamos quando não é do autor, deve ter a origem ou a autoria evidenciada.
Neste caso, não houve da parte do autor do dito blogue a intenção de se apropriar do trabalho alheio. E digo que não porque juntamente com a minha foto havia muitas outras de outros fotógrafos, de outras épocas, pelo que imediatamente se percebia que não eram captadas por ele.
Não é disso que se trata. É antes de publicar inúmeras fotos sem a menor indicação de onde as obteve, de quem as fez.
Essa foto, antes ou depois disso, passou a circular nessas correntes de mails, integrada num .pps, com uma legenda errada. Em vez do ano de 1981, em que foi batida, ostenta a data de 1964.
A estupidez é amiga da ignorância, sendo que ninguém tem culpa de o ser - é verdade, e um olhar atento aos carros estacionados e a procura, no local certo, do ano em que começaram a ser fabricados despistaria claramente o ano de 64. Sabe-se lá onde o foram buscar.
A foto é esta:

É minha e foi feita em Dezembro de 1981 no tempo em que frequentava o então Largo da Biblioteca Pública, vulgo Largo da Escola. Hoje, Largo da Academia Nacional de Belas-Artes.
Recebi-a hoje de um amigo por mail. Acho que ele não acreditou quando, indignadamente, lhe disse que a foto era minha. Seria caso para me orgulhar?
*a designação da foto dada pelo anónimo é AcademiaBelasArtes1964-Lisboa.jpg
12/03/2007
11/03/2007
09/03/2007
08/03/2007
07/03/2007
06/03/2007
05/03/2007
O manda-chuva
Declaração de interesses, como é de obrigação, dizem, fazer agora: o endereço http://web.meteo.pt/pt/previsao/inicial.jsp é o que consta das minhas opções do IExplorer como página de entrada.
Lá li que, a partir de hoje, voltariam os meteorologistas à RTP.
Ora, se o fizeram e acredito que sim, logo calhou num dia em que se ouviu, da boca de um jornalista, que ia chover em todo o país menos em Sagres. À boa maneira das meninas que, em tempos, na SIC, diziam que a nota dominante era o céu nublado e que choveria em Oliveira do Conde, Zambujeira do Mar e São Pedro do Sul.
Faziam pois falta. Muita falta. Os manda-chuvas.
Declaração de interesses, como é de obrigação, dizem, fazer agora: o endereço http://web.meteo.pt/pt/previsao/inicial.jsp é o que consta das minhas opções do IExplorer como página de entrada.
Lá li que, a partir de hoje, voltariam os meteorologistas à RTP.
Ora, se o fizeram e acredito que sim, logo calhou num dia em que se ouviu, da boca de um jornalista, que ia chover em todo o país menos em Sagres. À boa maneira das meninas que, em tempos, na SIC, diziam que a nota dominante era o céu nublado e que choveria em Oliveira do Conde, Zambujeira do Mar e São Pedro do Sul.
Faziam pois falta. Muita falta. Os manda-chuvas.
Tabacaria
Lembrando um indignado post de aqui há tempos.
E, sendo muito mais moderado, apenas levanto estas questões:
É maior ou menor o número de fumadores passivos que morrem ou ficam incapacitados por serem isso mesmo do que o número de pessoas que morrem ou ficam incapacitadas na estrada sem terem a mínima culpa, responsabilidade ou intervenção no sucedido?
Quantos condutores responsáveis por acidentes com mortos ou feridos graves ficaram DEFINITIVAMENTE impedidos de conduzir um veículo automóvel?
É verdade que o chefe desta tropa toda fuma às escondidas?
Lembrando um indignado post de aqui há tempos.
E, sendo muito mais moderado, apenas levanto estas questões:
É maior ou menor o número de fumadores passivos que morrem ou ficam incapacitados por serem isso mesmo do que o número de pessoas que morrem ou ficam incapacitadas na estrada sem terem a mínima culpa, responsabilidade ou intervenção no sucedido?
Quantos condutores responsáveis por acidentes com mortos ou feridos graves ficaram DEFINITIVAMENTE impedidos de conduzir um veículo automóvel?
É verdade que o chefe desta tropa toda fuma às escondidas?
04/03/2007
Das açordas
(clique para ver o programa)
Volta e meia, há destas iniciativas.
Já fiz hoje o que me incumbia, chumbei uma. Com ovo escalfado.
Aqui é que ainda não dei notícia de gente que tenha ido às do Guerreirinho, por essas 5 da manhã.
Nem sequer dos que têm minas d'açorda. Como eu.
(clique para ver o programa)
Volta e meia, há destas iniciativas.
Já fiz hoje o que me incumbia, chumbei uma. Com ovo escalfado.
Aqui é que ainda não dei notícia de gente que tenha ido às do Guerreirinho, por essas 5 da manhã.
Nem sequer dos que têm minas d'açorda. Como eu.
01/03/2007
28/02/2007
Sporting e Sumol de laranja
A querida Senhora, com a sabedoria dos seus quase oitenta, depois de ouvir o post abaixo e de ter acrescentado, com ar trocista que eram sábios os meu desejos - sabendo ela que tal coisa não existe, desejos sábios – rematou:
"Parece-me que o teu sportinguismo já não é tão entusiasta como o foi. Todos perdemos encantamento com as coisas."
Eu não respondi mas pensei, ocorreu-me, que já não sou indefectivelmente contra o Sumol de laranja.
A querida Senhora, com a sabedoria dos seus quase oitenta, depois de ouvir o post abaixo e de ter acrescentado, com ar trocista que eram sábios os meu desejos - sabendo ela que tal coisa não existe, desejos sábios – rematou:
"Parece-me que o teu sportinguismo já não é tão entusiasta como o foi. Todos perdemos encantamento com as coisas."
Eu não respondi mas pensei, ocorreu-me, que já não sou indefectivelmente contra o Sumol de laranja.
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