12/01/2017
11/01/2017
10/01/2017
Nem nisto
Nem nisto – a escolha das bandeiras nacionais para figurarem num funeral de Estado – há tarola.
Na falta de uma definição cabal sobre o desenho dos castelos na Bandeira Nacional, verifica-se que em dias diferentes, surgem bandeiras com desenhos diferentes, como se isso não tivesse importância alguma.

imagens da RTP
Nem nisto – a escolha das bandeiras nacionais para figurarem num funeral de Estado – há tarola.
Na falta de uma definição cabal sobre o desenho dos castelos na Bandeira Nacional, verifica-se que em dias diferentes, surgem bandeiras com desenhos diferentes, como se isso não tivesse importância alguma.

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09/01/2017
07/01/2017
06/01/2017
04/01/2017
03/01/2017
01/01/2017
29/12/2016
19/12/2016
15/12/2016
14/12/2016
A deusa Razão
Aqui amiúde referida, a deusa Razão parece abandonar-nos à nossa sorte.
O seu culto já não é o culto de uma minoria que conseguiu subjugar, malamente, o vulgo. E com isso fazer saltar o mundo.
É uma teimosia de seita. Algo que une muito poucos. Os poucos que ainda julgam que podem voltar a ser irracionais se a abandonarem no altar.
Aqui amiúde referida, a deusa Razão parece abandonar-nos à nossa sorte.
O seu culto já não é o culto de uma minoria que conseguiu subjugar, malamente, o vulgo. E com isso fazer saltar o mundo.
É uma teimosia de seita. Algo que une muito poucos. Os poucos que ainda julgam que podem voltar a ser irracionais se a abandonarem no altar.
11/12/2016
10/12/2016
08/12/2016
06/12/2016
05/12/2016
02/12/2016
01/12/2016
29/11/2016
26/11/2016
Fidel
Com Fidel, vai-se parte do que resta do séc. XX.
Vai-se um antes e um depois de 1959.
É nessa data que convergimos.
Com Fidel, vai-se parte do que resta do séc. XX.
Vai-se um antes e um depois de 1959.
É nessa data que convergimos.
24/11/2016
22/11/2016
21/11/2016
20/11/2016
14/11/2016
10/11/2016
08/11/2016
06/11/2016
04/11/2016
29/10/2016
28/10/2016
25/10/2016
O Caminho
Uma questão bíblica e o grau zero do raciocínio.
Uma jornalista pergunta ao avô da criança de dois anos que andou vinte e cinco horas a monte, como é que ele explica que, numa encruzilhada, o petiz tenha escolhido exactamente aquele caminho, que o levou àquele ponto onde foi encontrado, e não outro.
Creio da inutilidade de explicar a tal jornalista seja o que fôr.
Uma questão bíblica e o grau zero do raciocínio.
Uma jornalista pergunta ao avô da criança de dois anos que andou vinte e cinco horas a monte, como é que ele explica que, numa encruzilhada, o petiz tenha escolhido exactamente aquele caminho, que o levou àquele ponto onde foi encontrado, e não outro.
Creio da inutilidade de explicar a tal jornalista seja o que fôr.
24/10/2016
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