22/05/2020
21/05/2020
09/05/2020
Quem sabe?
Quem sabe quando foi a última vez, pelos séculos dos séculos, em que não houve Feira de Garvão?

imagem da página da C. M. de Ourique
Quem sabe quando foi a última vez, pelos séculos dos séculos, em que não houve Feira de Garvão?

imagem da página da C. M. de Ourique
02/05/2020
01/05/2020
Método II
Complementando a informação do post abaixo, registe-se o seguinte:
Entre 26 e 27 de Março, a informação disponibilizada pela DGS sobre os casos de COVID-19, que havia começado a 24 e era concelhia passou a ser nas Regiões Autónomas, por ilha. Foi um fósforo que logo se extinguiu. A ausência de método já se notava.
Tem o país quatro concelhos que, dois a dois, são homónimos – Calheta, na ilha da Madeira; Calheta, na ilha de São Jorge; Lagoa, no Algarve ou distrito de Faro e Lagoa, na ilha de São Miguel.
Pois bem, entre 28 de Março e 26 de Abril, ora com a designação Calheta (Açores) ora só com a designação Calheta, o número de infectados oscilou entre 4 e 6. Presumiu-se que todos os dados se referiam à Calheta de São Jorge, uma vez que o primeiro registo, de 28 de Março, se referia a Calheta (Açores).
A 27 e 28 de Abril, deixou de haver infectados na Calheta de São Jorge e passaram a estar 3 pessoas infectadas na Calheta da Madeira.
A 29 de Abril, havia 3 infectados na Calheta da Madeira e 6 na Calheta de São Jorge.
A 30 de Abril, havia apenas 6 infectados numa Calheta, sem que se soubesse qual delas.
Não se deve isto na certa à mobilidade de casos, de concelho para concelho, conforme foi referido pelo Subdirector-Geral da Saúde. Deve-se seguramente a anomalia de método. Ou à falta dele.
Não se entende, já o disse, que não haja uma designação única e inequívoca para cada concelho do país. E que se ande a mudar um campo fixo de uma matriz, de dia para dia.
Decerto que isto é mais do que secundário numa altura em que se trava um combate contra uma doença. O que é preocupante é que reflicta qualquer coisa da atitude geral.
Complementando a informação do post abaixo, registe-se o seguinte:
Entre 26 e 27 de Março, a informação disponibilizada pela DGS sobre os casos de COVID-19, que havia começado a 24 e era concelhia passou a ser nas Regiões Autónomas, por ilha. Foi um fósforo que logo se extinguiu. A ausência de método já se notava.
Tem o país quatro concelhos que, dois a dois, são homónimos – Calheta, na ilha da Madeira; Calheta, na ilha de São Jorge; Lagoa, no Algarve ou distrito de Faro e Lagoa, na ilha de São Miguel.
Pois bem, entre 28 de Março e 26 de Abril, ora com a designação Calheta (Açores) ora só com a designação Calheta, o número de infectados oscilou entre 4 e 6. Presumiu-se que todos os dados se referiam à Calheta de São Jorge, uma vez que o primeiro registo, de 28 de Março, se referia a Calheta (Açores).
A 27 e 28 de Abril, deixou de haver infectados na Calheta de São Jorge e passaram a estar 3 pessoas infectadas na Calheta da Madeira.
A 29 de Abril, havia 3 infectados na Calheta da Madeira e 6 na Calheta de São Jorge.
A 30 de Abril, havia apenas 6 infectados numa Calheta, sem que se soubesse qual delas.
Não se deve isto na certa à mobilidade de casos, de concelho para concelho, conforme foi referido pelo Subdirector-Geral da Saúde. Deve-se seguramente a anomalia de método. Ou à falta dele.
Não se entende, já o disse, que não haja uma designação única e inequívoca para cada concelho do país. E que se ande a mudar um campo fixo de uma matriz, de dia para dia.
Decerto que isto é mais do que secundário numa altura em que se trava um combate contra uma doença. O que é preocupante é que reflicta qualquer coisa da atitude geral.
29/04/2020
Método
Já aqui mencionei a ausência de método na elaboração da tabela concelhia de casos de COVID-19 publicada diariamente pela DGS, desde 24 de Março, primeiro por ordem descendente de número de casos, com um mínimo de três*, depois por ordem alfabética.
Só a impreparação ao nível do mais básico ou a tentativa de baralhar (denunciar) o copy-paste de tais tabelas leva a que surjam em dias diferentes designações diferentes para alguns concelhos. Assim:

(clicar para ampliar)
Quem faz uma tabela com um campo fixo, neste caso os municípios portugueses, não altera esse campo de cada vez que o dia muda e se alteram os registos.
Quando estas coisas se verificam, inclino-me sempre para que sejam produções de mentes básicas.
O problema é, se assim fôr, que mais tarefas são entregues a tais indivíduos?
*este mínimo de três é estabelecido para não violar o segredo estatístico, diz a DGS. Confesso que não percebo em que medida o anúncio de um só caso (ou de dois) viola o segredo estatístico. Será que a DGS percebe?
Já aqui mencionei a ausência de método na elaboração da tabela concelhia de casos de COVID-19 publicada diariamente pela DGS, desde 24 de Março, primeiro por ordem descendente de número de casos, com um mínimo de três*, depois por ordem alfabética.
Só a impreparação ao nível do mais básico ou a tentativa de baralhar (denunciar) o copy-paste de tais tabelas leva a que surjam em dias diferentes designações diferentes para alguns concelhos. Assim:

(clicar para ampliar)
Quem faz uma tabela com um campo fixo, neste caso os municípios portugueses, não altera esse campo de cada vez que o dia muda e se alteram os registos.
Quando estas coisas se verificam, inclino-me sempre para que sejam produções de mentes básicas.
O problema é, se assim fôr, que mais tarefas são entregues a tais indivíduos?
*este mínimo de três é estabelecido para não violar o segredo estatístico, diz a DGS. Confesso que não percebo em que medida o anúncio de um só caso (ou de dois) viola o segredo estatístico. Será que a DGS percebe?
28/04/2020
20/04/2020
14/04/2020
11/04/2020
16/03/2020
15/03/2020
06/03/2020
Rafael Correia

imagem da página da Rádio Renascença
Pertenço ao grupo dos que viveram os melhores anos da vida embalados pelos contos reais de Rafael Correia.
Gratas memórias!
Grande obra!

imagem da página da Rádio Renascença
Pertenço ao grupo dos que viveram os melhores anos da vida embalados pelos contos reais de Rafael Correia.
Gratas memórias!
Grande obra!
02/03/2020
27/02/2020
12/02/2020
Bullshit
[...]
First of all, we now have a name for the disease:
COVID-19. I’ll spell it: C-O-V-I-D hyphen one nine – COVID-19.
Under agreed guidelines between WHO, the World Organisation for Animal Health and the Food and Agriculture Organization of the United Nations, we had to find a name that did not refer to a geographical location, an animal, an individual or group of people, and which is also pronounceable and related to the disease.
Having a name matters to prevent the use of other names that can be inaccurate or stigmatizing. It also gives us a standard format to use for any future coronavirus outbreaks.
[...]
WHO Director-General's remarks at the media briefing on 2019-nCoV on 11 February 2020
11 February 2020
[...]
First of all, we now have a name for the disease:
COVID-19. I’ll spell it: C-O-V-I-D hyphen one nine – COVID-19.
Under agreed guidelines between WHO, the World Organisation for Animal Health and the Food and Agriculture Organization of the United Nations, we had to find a name that did not refer to a geographical location, an animal, an individual or group of people, and which is also pronounceable and related to the disease.
Having a name matters to prevent the use of other names that can be inaccurate or stigmatizing. It also gives us a standard format to use for any future coronavirus outbreaks.
[...]
WHO Director-General's remarks at the media briefing on 2019-nCoV on 11 February 2020
11 February 2020
04/02/2020
01/02/2020
19/12/2019
18/12/2019
26/10/2019
11/10/2019
27/09/2019
7,... x 10 à nona
Voltando a esta página depois depois de longa ausência, apetece-me repetir-me.
Só levarei a sério esta propaganda climatérica no dia em que ouvir reclamar a redução da população mundial.
Outras entradas sobre o mesmo tema:
https://gasolim.blogs.sapo.pt/1088014.html
https://gasolim.blogs.sapo.pt/882249.html
Voltando a esta página depois depois de longa ausência, apetece-me repetir-me.
Só levarei a sério esta propaganda climatérica no dia em que ouvir reclamar a redução da população mundial.
Outras entradas sobre o mesmo tema:
https://gasolim.blogs.sapo.pt/1088014.html
https://gasolim.blogs.sapo.pt/882249.html
17/05/2019
16/04/2019
09/04/2019
04/04/2019
21/01/2019
24/11/2018
27/09/2018
16/08/2018
15
Em quinze anos, poderia ter completado três cursos superiores. Em vez disso, andei aqui a escrever.
Em quinze anos, poderia ter completado três cursos superiores. Em vez disso, andei aqui a escrever.
09/08/2018
António Costa
Dizem os zumbideiros que Costa anda a perder pontos na opinião publicada.
Algum dia chegará em que se verá reduzido à sua forma canónica.
Dizem os zumbideiros que Costa anda a perder pontos na opinião publicada.
Algum dia chegará em que se verá reduzido à sua forma canónica.
27/07/2018
10/07/2018
30/06/2018
Esquecimento
Um dos sinais do alastramento da irracionalidade é o esquecimento rápido. E a consequente descoberta do há muito conhecido.
Há quem tenha descoberto a pólvora vezes sem conta.
Um dos sinais do alastramento da irracionalidade é o esquecimento rápido. E a consequente descoberta do há muito conhecido.
Há quem tenha descoberto a pólvora vezes sem conta.
29/05/2018
25/05/2018
17/05/2018
08/05/2018
02/05/2018
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