07/06/2022

Números

Nesta taxa estamos em pior situação do que no início do confinamento.

04/06/2022

Motivos para deserdar alguém (mais um da série de)

Ouvi-lo referir o ADN de uma empresa.

03/06/2022

Memória

Com a idade, percebi que não ficamos sózinhos apenas quando desaparecem os que nos acompanharam. Também ficamos sózinhos quando todos os outros ainda vivos já se esqueceram.

02/06/2022

Do ar



Em tempos, uma mulher creio que londrina, dava conta do conforto que sentia, durante a blitz, ao ouvir o som dos Spitfire sobre a sua cabeça (our boys).
Em outra ocasião, apreciei um conjunto de britânicos que se deliciavam com o ronco do motor Rolls-Royce Merlin que trabalhava sobre um espeque.
A guerra deixou-lhes isso.
Hoje, ao ver uma vez mais na televisão as estrelas da aviação britânica do tempo da II Guerra, lembrei-me de tal.
E lembrei-me também de algo do pólo contrário, de um indivíduo que, por estes dias passados, construía as suas memórias negativas identificando pelo olfacto o tipo de mísseis que lhe caíam perto.
Do ar vêm estas memórias. Dos outros.

24/05/2022

Lisboa - cemitério do Alto de São João, 2018

Lixo social

O lixo social que foi despejado na zona onde cresci e que acabou por expulsar grande parte dos habitantes originais, deu mais um sinal de violência acéfala.

21/05/2022

Nivelar por baixo

“[...] Os alunos ficam menos preparados e os pais, sobretudo os mais escolarizados, sentem que têm de compensar. Então, estudam com os filhos, ajudam-nos a fazer os trabalhos e pagam-lhes explicações. Isso é perigoso porque vai reproduzir em série as desigualdades sociais, já que nem todas as famílias têm possibilidades e conhecimentos para o fazer [...]” – lê-se na Revista do Expresso esta semana. São palavras de uma professora universitária.
Infere-se daqui que para esta senhora o que não é perigoso é nivelar por baixo.
E pode o incauto suspeitar ainda que o acesso privilegiado ao conhecimento vir a determinar desigualdade social ser coisa nova, nunca vista.

19/05/2022

O crepúsculo do Sr. Quitério (II)

O crepúsculo do Sr. Quitério

Já lhe chamaram tanto nome, que eu hoje resolvi chamar-lhe assim. Nada a ver com nenhum Quitério presente, passado ou futuro, juro.
Já lhe deram tanta profissão, que eu hoje resolvi dar-lhe a de empregado bancário. Nada a ver com nenhum empregado bancário passado, presente ou futuro. Não jurei? Pois juro.
Ora bem, vem isto a propósito do Sr. Quitério estar a perder a sua influência.
E porquê?
Ora porque o Sr. Quitério foi, aos olhos de muitos, o dono da opinião mais abalizada cá do burgo.
Muitos limitavam-se a repetir o que ele dizia. Outros espreitavam os artigos que o viam ler nos jornais. Os mais íntimos prendiam-no em cavaqueiras de café nas quais procuravam obter os mais diversos pareceres.
Não sei se alguma vez o Sr. Quitério se deu conta do valor que tinha para os demais. Mas o caso é que já não o vejo tão rodeado de companheiros, a beber a sua bica, já não ouço papaguearem-lhe (papagaiarem-lhe é mais bonito) as ideias, nem vejo espreitarem-lhe o jornal.
A coisa parece-me explicada. Com tantos comentadores de borla, já não é preciso de vez em quando pagar um cafèzinho, basta ligar a rádio ou a televisão. Ainda por cima, os assuntos são mais variados do que seria capaz de abranger o bom Sr. Quitério em dia de inspiração.
Quem está à rasca sou eu que, para distinguir os papagaios, já não me basta ouvir o Sr. Quitério.

(Publicado neste blogue (Blogspot) em 19 de Novembro de 2003)



Encontrei hoje o Sr. Quitério, algo alquebrado, já reformado, mas ainda não aposentado da sua mesa de café.
Do que se passou desde a última vez em que cavaqueámos, só uma pista: o facto de ele me haver perguntado se eu lhe atribuía aquela qualificação que agora dão aos simples que gozam de muitos "gostos" de outros igualmente simples nas redes sociais. Não me deixou responder. Disse: “Credo! Se me dão tal apodo, deixo de ir ao café!”

18/05/2022

Crentes

A quantidade de crentes que surge entre os ditos especialistas chamados às televisões é notável.
Afirmam que acreditam nisto, que acreditam naquilo ou que devemos acreditar naqueloutro, falam de generalidades e puxam de raciocínios primários, subprodutos da tal crença.

16/05/2022

Alvenaria, alvenaria!

“Alvenaria, alvenaria!” – era um grito gemido de auxílio que uma mulher algures dava a espaços.
Assim foi durante um bom tempo na madrugada de 13 de Maio.
Nunca se saberá se quereria invocar a Virgem, num Avé-Maria corrompido se seria algo distinto.

12/05/2022

Mais uma descoberta da pólvora

Vi há tempos um cartoon* que explicava a extraordinária novidade da combinação de energia solar e eólica que pode ser usada para secar roupa.
Na altura, achei piada ao dito desenho.
Mais tarde, ao ler isto e aquilo percebi que para algumas pessoas se trata mesmo de uma novidade, bem alinhada com os preceitos energéticos politicamente correctos.

*Não mostro aqui o cartoon embora deixe a ligação porque o autor pede entre 5 e 20 £ para publicação em blogues.

30/04/2022

Dignidade

A verdade é que não sabemos como era em outros tempos.
Embora haja a ideia de que quando os EUA e a URSS trocavam prisioneiros se tratava principalmente de gente ligada à espionagem.
A crer nas últimas notícias, agora os EUA e a Rússia trocam bêbedos e traficantes.

28/04/2022

Razão (estranhamente estou com o Costa)

Há coisas que são tão do domínio da razão e do objectivo, que é penoso ouvir opinar sobre elas.
Uma delas é a consequência inflacionária do aumento dos salários. 1+1=2.
Para quem duvida da matemática e tem idade para ter vivido os tempos de inflação galopante pós-74, é bom que se lembre de que os salários iam perdendo sucessivamente poder de compra à medida que eram aumentados nominalmente.
A lógica reivindicativa era absolutamente contrária à realidade. Continua a ser hoje.
A senhora dos sindicatos acha absolutamente que não. Que o aumento dos salários não se reflecte na inflação. É matemática alternativa.
Guterres e Quieve

Guterres referiu-se a Quieve como uma cidade com grande importância para ucranianos e também para russos. O que eu tomo como uma afirmação acertada.
Já em termos políticos, ditos politicamente correctos, me parece um tiro no porta-aviões.
Nem sempre o que é acertado se deve dizer, quando as circunstâncias assim o ditam.
E.N.12, km 0

25/04/2022

DGS

Voltando à vaca fria e atentando numa série de relatórios de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19 facultados pela DGS na sua página, verifico uma vez mais o nível de indigência intelectual patente na sistematização de tais relatórios.
Nada ali parece depender de rotinas informáticas, uns relatórios estão disponíveis em pdf outros não, sem que a razão percebida seja outra de que a do erro humano, a um nível muito básico.
Beja, 2011

24/04/2022

Macron

Reeleito que será o Sr. Macron como Presidente da República Francesa, percebe-se que se enganou infantilmente e em muito quando disse que a força não servia para grande coisa.
Quanto mais se enganará a respeito de outros assuntos?
Três anos depois...

17/04/2022

Vialonga, 2010

O ponto de não-retorno

Que conhecimentos seriam necessários, por exemplo fazendo a comparação com as falíveis previsões meteorológicas de curto prazo, para se ter uma ideia da distância a que está, já ultrapassado ou não, o ponto de não-retorno em direcção a um conflito nuclear global?
Global, do ponto de vista dos alvos, naturalmente.

16/04/2022

Jornalismo de “qualidade”

Um rapaz sem noção da História nem da Geografia explica, com recurso a mapas, por que é que a Rússia não quer a Ucrânia na NATO.
Um outro diz que algures havia "um cheiro químico".
Ainda um outro leu uma notícia que soou como a estafada expressão "Quarteto Três Irmãos, Pedro e Paulo". O número que pronunciou ao início e o número que pronunciou a meio, não havendo um no fim, mas respeitantes à mesma grandeza, eram diferentes. Não se deu conta.
Uns apenas papagueiam o que lhes é escrito por pares igualmente qualificados, outros opinam com a clarividência que lhes é própria.
Não raro somos confrontados com o deslumbramento juvenil dos ditos, face à História do Mundo. Epifanias.
Nessas alturas, tendem a explicar-nos com alarde aquilo que acabaram de entender.
Nada disto é novo. Já há quarenta anos, um dos meus tios se divertia a registar num caderninho as calinadas das caras da televisão. Mas hoje está muito pior, há muito mais gente infantil e sem capacidade de raciocínio a ler notícias.

15/04/2022

Путин

Um certo dia, passou aqui a tiro. Por detrás das barreiras da auto-estrada.
Minutos ou horas depois, os ares de Mafra deram nisto:

14/04/2022

Pronúncia e palavras

Custa-me ouvir pretensos especialistas portugueses residentes no estrangeiro que falam com pronúncia e palavras estrangeiras.
Conheço gente capaz que reside há décadas fora de Portugal e fala com um sotaque nitidamente original e usa as palavras correctas do Português sem encalhes.
Se esta gente é especialista, a sua qualidade intelectual é basto duvidosa.

13/04/2022

Rendo-me

Há uma senhora no Ministério que, de há uns tempos para cá, talvez por afinidade visual, me deixa algo intrigável.
Ela tem mesmo aquele subido e já longínquo encanto?

Intrigável - o m.q. intrigado, no vocabulário de meu defunto amigo P.

12/04/2022

J. B.

O homem, que tinha notoriamente um perímetro cefálico abaixo da média e me fazia lembrar um velho conhecido igualmente irrequieto, espreitava com desmesurada insistência, a espaços como sezões, os televisores desligados.
Parecia esperar que deles brotasse a informação de que era a sua vez.
Quando o altifalante debitava outros nomes fazia esgares de indignação.
Durou isto tempo infindo. Até que fiquei a saber o seu nome.
A minha vez ainda não tinha chegado.

11/04/2022

Tira e põe

O conjunto de contribuintes e o conjunto de consumidores finais não serão exactamente sobreponíveis mas têm uma larga mancha comum.
Quando a política é feita de malabarismos, opera-se um tira e põe entre impostos directos e indirectos.
Paga sempre o mesmo. Mas os responsáveis apregoam as medidas de tira e põe como sendo lanças em África.
É a pobreza que temos.

09/04/2022

Politicamente (in)correcto

Ou se tratou de uma fífia politicamente (in)correcta ou de uma alfinetada a despropósito.
O facto é que usar a palavra governanta numa alusão indirecta à ministra da Defesa é um acto falhado.

07/04/2022

Criptomoeda

D. Pixote caiu hoje da cama. Não o fazia há cerca de sessenta anos.
Fê-lo ao desferir tremendo pontapé ao franchisável.
Tem, é claro, um galo na cabeça.

06/04/2022

Imagens

Será talvez equívoco meu, que a memória trai.
O facto é que me parece que a quantidade de imagens atrozes nas televisões é muito invulgar.
A ideia que tenho é que éramos, no geral, poupados a este tipo de exposições até esta guerra chegar ao ponto em que está.
Estarei enganado?

04/04/2022

Guerra

Uma certeza que temos é que os russos não virão por terra até aqui. Não têm como.
Mas estamos a tiro.

31/03/2022

“Peaners”

Fazer oposição culpando o governo pela crise internacional e pelo surto dos preços do crude é um sinal de infantilidade.
Infantilidade que, sabemos, é útil na política quando o alvo são os simples.
O resto – qual resto? - são "peaners", como diria um certo vulto da bola.
Portugal, 2008

25/03/2022

23/03/2022

Santos Silva

Independentemente de todo o resto, Santos Silva é um homem inteligente, racional.
Na fase da vida em que estou, prefiro sempre a companhia intelectual e o aviso de gente assim. Não me movo por supostas afinidades políticas com gente irracional.
Dizem que vai ser proposto para presidente da AR.
Uma boa escolha.
Nulos

Então agora que há 32 777 votos nulos, atingindo os 29,97 % dos votos entrados em urna, ninguém se queixa?
Quais serão as diferentes razões para tanta anulação?

22/03/2022

Muito rapidamente

É impossível ouvir um dia de televisão sem que haja um pivot a pronunciar estas duas palavras: "muito rapidamente" [acaba lá, que temos pouco tempo].
As mais das vezes há tempo de sobra, como se verifica depois.

20/03/2022

Alarme social

Vivo há alguns anos fora do meu tempo. Eu e a geração que me acompanha.
Aquilo que era um estado normal das coisas é hoje um estado de alarme social.
Ouve-se e lê-se esta expressão, consagrada em juridiquês, nas instâncias próprias e na imprensa a propósito de tudo e de nada.
Interrogo-me sobre a validade de tal conjunto de palavras: os simples de hoje ficarão de facto alarmados com todas as ocorrências banais?
Um novo boletim em 2022?

18/03/2022

Notícias do manicómio

O infantilismo e a irracionalidade chegam a um ápice quando se entrevêem cursos patrocinados pelo Estado que pretendem ensinar as pessoas a não acreditar em boatos, desinformação, propaganda. Hoje fazem disso um bolo com a importada designação de “fake news”, papagueado pelos habituais:

17/03/2022

O rali

Parecia-me estranho que quisessem abalar para o rali sem terem nem horários de comboios nem mapa dos troços nem horários de passagem nem nada. Iam apenas. Talvez convencidos que juntando-se a outros – Maria vai com as outras – chegavam lá. Isto era tarde e provavelmente já nem sequer haveria comboio para aquela zona de Arganil.
Eu sei que fomos andando a pé e que provavelmente apanhámos um comboio para a Cruz da Pedra ou coisa que o valha. Ou então antes disso fomos para uma espécie de Las Vegas onde os prostíbulos competiam uns com os outros e com as casas de jogo.
Eu desencontrei-me deles ou perdi-me deles e, num dos sítios, uma menina deu-me um cartão que dava direito a uma bebida. Pois foi com esse que entrei, desci umas escadas profundas, e lá no fundo estavam eles, no fundo da sala. Em duas mesas, a discutir e a comer. E a beber.
Eu só quis uma tosta. Não quis bebida, só quis uma tosta. Pois ficámos na conversa. Eu depois achei que era tarde, que já não iam a lado nenhum e que o melhor era ir-me embora.
E eles foram.
Parece que uns já tinham ido e que outros deixaram passar o horário do comboio e foram no outro dia. Eu sei que o meu irmão quando regressou disse que sim, que tinha ido ver o rali, que sim, que tinha tido sorte que o troço passava mesmo junto à estação, o que eu sabia, que tinha visto no mapa, e que depois tinham andado pelo menos seis quilómetros – eu parecia-me que era menos no mapa – para noroeste e depois eu disse: então depois vieram... voltaram para trás e vieram sair aqui...
Ele disse não, depois fomos... andámos para oeste, fomos sair a Coimbra, fomos sair aqui – dizia-me ele e era a Coimbra. E depois? Ah, depois fiquei lá no outro dia o dia inteiro a dormir, nem voltei para casa. Quando eles chegaram, esse dia passei lá. E foi mais ao menos isto. É uma história um bocado estranha.

16/03/2022

Noção do tempo

Uma ocorrência que se repete é a do anúncio tardio de um tsunami pelas caras falantes dos canais de televisão.
Um sismo ocorreu há horas junto de uma qualquer costa e ainda repetem que há alerta de tal.
A noção do tempo decorrido não existe para esta gente.
Penas

A ser verdade que há gente a furtar contadores de gás (!), torna-se imperativo agravar as penas por tais furtos, pela gravidade das consequências, tal como em tempos aqui referi que furtar uma ambulância deve ter uma pena muito mais grave do que furtar um outro veículo.
É mero bom senso.
VUCIF

As televisões dispõem de um plantel de miúdos naturalmente sem experiência de vida e também sem capacidade de raciocínio, que mandam para a linha da frente no intuito de não se calarem durante largos intervalos de tempo, tempo esse em que têm oportunidade de produzir os mais sinceros dislates como o que ouvi há pouco – veículo urbano de combate a incêndios florestais.

14/03/2022

Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca

Já lá vai o tempo em que tive alguma razão de queixa do que por lá se passou.
Por ora, só tenho elogios a toda a gente com quem por lá tratei – grandes profissionais.



Relembrando a valsa que uma familiar minha volteou com o patrono do dito, no seu consultório, vidas atrás.

11/03/2022

Um deserto

Na CNN Portugal, as caras falantes acham que as bombas de fragmentação e as bombas termobáricas são a mesmíssima coisa.
Ninguém os corrige.

Adenda às 20:15: alguém afinal corrigiu o disparate.
Pombas da paz



Tenho algum preconceito a propósito das pombas da paz, aquelas pessoas que julgam poder obter a paz através de rogos e de boas palavras.
Quantos casos há na História que sustentem a razoabilidade de tal julgamento?

ilustração de Teetaweepo na Wikipedia

10/03/2022

Turismo

A secretária de Estado do Turismo disse na CNN Portugal que estava a acompanhar(!) diversas situações respeitantes à guerra e que Portugal não tenciona aproveitar-se da situação para tirar proveito económico pelo desvio de eventos das partes em guerra para o território nacional, mas que tinha todas as condições para albergar actividades que não pudessem ter lugar nos locais para onde estavam programadas.
É nisto que dá entrevistar as pessoas "certas" na altura "certa".
Portugal, 2006 PUB

09/03/2022

Ambientes

Não é só o cheiro a cominhos que decide uma tasca como deve ser.
Há a necessidade de ter uns armários de madeira com portas de vidro, um balcão de pedra e um levíssimo cheiro a alho.
Apercebi-me disso, do levíssimo cheiro a alho, agora mesmo.
Aqui fica para memória futura.
CGTP-IN

A líder do sindicato-mor pretende que “não sejam os mesmos a pagar as consequências de uma guerra que não provocaram”.
Está decerto à espera que sejam os russos a pagar em Portugal as consequências da guerra.
Não consigo alcançar o raciocínio desta senhora.

08/03/2022

Coisas que não imaginava ouvir ou ler

«[...] A opção de classe do PCP é oposta à das forças políticas que governam a Rússia [...]»
Jerónimo de Sousa

06/03/2022

Especialidades

"Uma guerra bélica" - disse uma especialista de qualquer coisa na SIC Notícias hoje de manhã.
Covid-19

Não se passou nem se passa nada, é tudo um boato.
Dia P (umbiguista)

Hoje é um dia como os outros, nada se comemora por aqui.
No entanto é uma data-chave, uma data de uma superação simbólica.
Ultrapassei uma meta que desejaria estivesse ainda muito longe.

04/03/2022

A coluna russa e o jornalismo (II)

Referi aqui o facto de por cá o jornalismo papaguear a existência de uma extensa coluna russa que estava a caminho de Quieve. E estava. E estava. E estava.
Nem uma só alma se interrogou sobre o estranho progresso da dita, que nunca mais chegava.
Houve em outras paragens quem se interrogasse. Faz uma certa diferença algum jornalismo.


Lisboa, 2008

01/03/2022

Mais um Carnaval omisso

Daqueles de que não damos mesmo conta que passaram.
A coluna russa e o jornalismo

Há quantas horas é que a coluna russa vai a caminho de Quieve?
Onde entrou no território da Ucrânia?
A que velocidade média se desloca?
Parece que no final da semana ainda irá a caminho.

28/02/2022

Pudera!



Ainda assim, vamos ver se a proibição de "atacar" serve de alguma coisa.