03/09/2005

Efemérides

Este post ou outro idêntico, com algumas absurdas imprecisões, foi escrito há dois anos. Há dois anos atrás, era a memória que contava.
Uns dias fazem história, outros servem para reviver os primeiros. Os principais e os adjuntos, diria alguém.
E há dias que por serem tão principais, acabam por agregar os acontecimentos imediatamente anteriores e posteriores. É o caso deste.
Era um post que dava assim nota de uma efeméride. Um cento de anos.
Um cento de anos menos dois. Um cento de anos mais dois. Pouca diferença faz agora.
Um século, o vinte.


imagem do SNIG

Dez anos atrás, julgava eu, dez anos e um dia, sei-o agora, esta foto.
É bom se ter vivido na mais bela casa deste mundo. É triste, muito triste, já não o poder fazer.

01/09/2005

Brigadoon

Vi Brigadoon ontem de madrugada. Há vinte e oito anos que o não via.
Vi-o ao longe, pairando no fim da estrada. Deixou-me aproximar, atravessá-lo.
Era de Inverno lá. Eu ia de botas caneleiras e tudo.
Arrepiou-me o frio que lá fazia. Reconheci, pedra a pedra, todos os recantos.

Civilização

Às vezes, acontece.
Fica à vista a ténue linha entre a civilização e a lei da selva. Seja aqui a civilização a aceitação e o respeito de regras que julgamos sempre lá.
Fica à vista de todos em menos de um fósforo. Para que não nos esqueçamos (por um dia ou dois).
Está em todas as televisões, no conforto do nosso lar.

31/08/2005

O caminho

Parece que é de algum conforto para a espécie humana dizer que um furacão mudou de rumo.
Acreditar nisso.
Para o mal e para o bem.

30/08/2005

E desta



Uns anos antes
1997

Por alguma estranha razão, poucas fotos datadas de 1997 tenho em arquivo.
Esta é uma delas. Tão fraquinha que nem merecia destaque.
Mas lembrei-me hoje dela.

27/08/2005

Os dias zero

Não tenho a certeza absoluta de que fosse zero o nome que eu implicitamente dava aos dias em que se suspendiam as férias.
Sequer a tenho sobre se baptizava ou não estes dias. O que sei é que os catalogava. Que os tomava como dias desperdiçados.
E o suspender as férias era ir a casa. À vila. Ao monte. Suprema heresia, voltar à cidade.
Não. A praia era para aproveitar da primeira à última hora.
Não haveria razão neste mundo que justificasse uma noite sem ouvir o mar, uma manhã sem ir a banhos.
Uma destas noites, dei-me conta de que andava a deambular pelo interior do país em pleno Agosto. Coisa impensável. Imaginava a minha tribo nas boîtes e eu ali, à procura de uma certa ponte.
Passou-se - dizem eles. Diriam, se estivessem nas tais boîtes. Talvez quem esteja sejam os moços.
Nesses tempos, algum de nós imaginaria os Beach Boys no Crato?



Ainda os lá vou ver. Eu que gosto do Crato e dos de lá.
Será um dia zero, esse?

26/08/2005

Restos de colecção (38)


in 300 novos jogos e passatempos para os dias de descanso e para as férias, Ed. Marabu Notícias

23/08/2005

Governança



É uma luz e é ao fundo e é do túnel. Ainda que o túnel seja pouco extenso.
Entrementes, já encomendei os estudos. Para que se saiba em que estado está este blogue.