Educação
Diz a senhora Ministra no Parlamento que nos territórios não-sei-quê, o rácio professor aluno é menor.
Que em circunstâncias normais é de cerca de 24 (se é o rácio professor aluno, então são 24 professores por cada aluno!).
Deve ter sido lapso.
19/03/2010
A novela das seis
José depõe por escrito.
João vai buscar o depoimento aos serviços e fala com Paula.
Alfredo tem um furo no IC19 e liga para Ilídio, que está a ser escutado sem o saber.
Luísa levanta-se tarde, muda o cartão do seu telemóvel e liga para Ilídio, que está ao telefone com Alfredo e não a atende.
Marcelo fala com uma jornalista num corredor da faculdade.
Aníbal visita uma empresa de moldes.
Sérgio convida Fernanda para almoçar.
Na herdade de Luís e Isabel, Tiago cai do cavalo. Júlia liga para o 112.
Joana e Fá apanham o metro. Joana diz a Fá que acha que está grávida.
Marina chega do cruzeiro e liga a Paula, que está no serviço. Paula diz que já falou com Alfredo sobre as férias em Pipa.
A ambulância chega muito atrasada à herdade de Luís e Isabel, por alguém se ter enganado nas coordenadas introduzidas no GPS.
Tiago agoniza.
E nós também.
José depõe por escrito.
João vai buscar o depoimento aos serviços e fala com Paula.
Alfredo tem um furo no IC19 e liga para Ilídio, que está a ser escutado sem o saber.
Luísa levanta-se tarde, muda o cartão do seu telemóvel e liga para Ilídio, que está ao telefone com Alfredo e não a atende.
Marcelo fala com uma jornalista num corredor da faculdade.
Aníbal visita uma empresa de moldes.
Sérgio convida Fernanda para almoçar.
Na herdade de Luís e Isabel, Tiago cai do cavalo. Júlia liga para o 112.
Joana e Fá apanham o metro. Joana diz a Fá que acha que está grávida.
Marina chega do cruzeiro e liga a Paula, que está no serviço. Paula diz que já falou com Alfredo sobre as férias em Pipa.
A ambulância chega muito atrasada à herdade de Luís e Isabel, por alguém se ter enganado nas coordenadas introduzidas no GPS.
Tiago agoniza.
E nós também.
18/03/2010
17/03/2010
Retribuição
O amigo Bic teve a atenção e a lembrança de fazer uma referência à primeira fotografia que tirei com a actual máquina.
Retribuo-lhe com esta que dá para comparar o actual Chiado com o de há quase 30 anos, em 1981. Tirada quase com o mesmo ângulo.
O amigo Bic teve a atenção e a lembrança de fazer uma referência à primeira fotografia que tirei com a actual máquina.
Retribuo-lhe com esta que dá para comparar o actual Chiado com o de há quase 30 anos, em 1981. Tirada quase com o mesmo ângulo.
16/03/2010
Um abraço e um queijo da serra
Tinha há pouco quinze entradas no Google.
Passará rápido a ter dezasseis.
Tinha há pouco quinze entradas no Google.
Passará rápido a ter dezasseis.
14/03/2010
13/03/2010
PSD

Em tempos, os congressos do PSD eram o equivalente nacional à noite dos Óscares.
Santana Lopes, uma das estrelas (ou a estrela) com lugar cativo na passadeira vermelha, matou a coisa. Ao decidir-se por chegar ao topo a partir das bases.
O que de facto nem chegou a acontecer. Chegou lá por desistência. E perdeu depois as directas que disputou. Toda uma ironia.
Não sou, nunca fui militante do PSD. Nem de qualquer outro partido.
O facto de o presidente do PSD poder vir a ser primeiro-ministro é suficiente para que me detenha na observação deste e daquele.
Já aqui escrevi sobre Passos Coelho e sobre Rangel, numa altura em que o segundo estava longe de ser considerado candidato ao lugar.
Sobre o primeiro, tenho verificado que nos últimos tempos é geralmente considerado o mais bem preparado intelectualmente dos quatro candidatos anunciados, mas...
E este mas mais os ataques de que tem sido alvo, de todos os lados, parecem denunciar um receio qualquer que não é explícito nem o pode ser.
Sobre o segundo, Rangel, registo as contradições em que caiu embora o considere um tipo capaz.
Se o parlamento tivesse, distribuídos pelos diferentes partidos, 230 deputados com a bagagem de qualquer um destes dois homens, muito melhor estaríamos na certa.
Tenho de Aguiar Branco uma ideia mais parda.
E de Castanheira de Barros, nada posso dizer.
Quem mais haverá alinhado à partida?
Não conto ir a Mafra este fim de semana.

Em tempos, os congressos do PSD eram o equivalente nacional à noite dos Óscares.
Santana Lopes, uma das estrelas (ou a estrela) com lugar cativo na passadeira vermelha, matou a coisa. Ao decidir-se por chegar ao topo a partir das bases.
O que de facto nem chegou a acontecer. Chegou lá por desistência. E perdeu depois as directas que disputou. Toda uma ironia.
Não sou, nunca fui militante do PSD. Nem de qualquer outro partido.
O facto de o presidente do PSD poder vir a ser primeiro-ministro é suficiente para que me detenha na observação deste e daquele.
Já aqui escrevi sobre Passos Coelho e sobre Rangel, numa altura em que o segundo estava longe de ser considerado candidato ao lugar.
Sobre o primeiro, tenho verificado que nos últimos tempos é geralmente considerado o mais bem preparado intelectualmente dos quatro candidatos anunciados, mas...
E este mas mais os ataques de que tem sido alvo, de todos os lados, parecem denunciar um receio qualquer que não é explícito nem o pode ser.
Sobre o segundo, Rangel, registo as contradições em que caiu embora o considere um tipo capaz.
Se o parlamento tivesse, distribuídos pelos diferentes partidos, 230 deputados com a bagagem de qualquer um destes dois homens, muito melhor estaríamos na certa.
Tenho de Aguiar Branco uma ideia mais parda.
E de Castanheira de Barros, nada posso dizer.
Quem mais haverá alinhado à partida?
Não conto ir a Mafra este fim de semana.
11/03/2010
La main de Vata

imagem do site do SLB
Não fosse a mão de Vata e eu teria perdido uma aposta que de resto estava a ser instado a mudar face à transmissão televisiva a que assistíamos bem perto do Estádio do Luz.
O urro que então se ouviu antecipou, se a memória não me trai nesse particular, o alçar da mão aos nossos olhos.
Uma aposta que fizera com o mesmo companheiro de andanças, uns bons meses antes, à hora de almoço enquanto víamos na televisão do restaurante as imagens do tremor de terra em São Francisco. Era o dia 19 de Outubro de 1989 e eu apostei, não sei por que ideia luminosa, que o Benfica iria à final da Taça dos Campeões e perderia.
A mão de Vata pôs a bola na baliza quase 6 meses depois, a 18 de Abril!
O Benfica foi à final e perdeu.
Hoje faz uns jogos (um jogo?) que isso foi.

imagem do site do SLB
Não fosse a mão de Vata e eu teria perdido uma aposta que de resto estava a ser instado a mudar face à transmissão televisiva a que assistíamos bem perto do Estádio do Luz.
O urro que então se ouviu antecipou, se a memória não me trai nesse particular, o alçar da mão aos nossos olhos.
Uma aposta que fizera com o mesmo companheiro de andanças, uns bons meses antes, à hora de almoço enquanto víamos na televisão do restaurante as imagens do tremor de terra em São Francisco. Era o dia 19 de Outubro de 1989 e eu apostei, não sei por que ideia luminosa, que o Benfica iria à final da Taça dos Campeões e perderia.
A mão de Vata pôs a bola na baliza quase 6 meses depois, a 18 de Abril!
O Benfica foi à final e perdeu.
Hoje faz uns jogos (um jogo?) que isso foi.
Cofragens
Gostava eu de saber qual é a evolução da taxa de acidentes com colapso na betonagem de pontes e viadutos desde que se começou a usar betão armado (ou simples) em Portugal.
Independentemente de ter sido isso ou não o que se verificou ontem na A4. Dizem que sim mas as imagens que vi estão longe de ser esclarecedoras.

espólio Campos Vilhena, foto de MSS, 1956
Gostava eu de saber qual é a evolução da taxa de acidentes com colapso na betonagem de pontes e viadutos desde que se começou a usar betão armado (ou simples) em Portugal.
Independentemente de ter sido isso ou não o que se verificou ontem na A4. Dizem que sim mas as imagens que vi estão longe de ser esclarecedoras.

espólio Campos Vilhena, foto de MSS, 1956
10/03/2010
Toyota USA
A série de incidentes com Toyotas que nos Estados Unidos tem sido relatada é, para além das causas, uma pouco inocente campanha e um repositório de imbecilidades tal que nos faz sentir ilusória e relativamente mais seguros na estradas portuguesas.
A série de incidentes com Toyotas que nos Estados Unidos tem sido relatada é, para além das causas, uma pouco inocente campanha e um repositório de imbecilidades tal que nos faz sentir ilusória e relativamente mais seguros na estradas portuguesas.
09/03/2010
Hoje sou portista

Nunca percebi qual era a preferência clubística do meu Pai.
A única coisa relacionada com futebol que me comunicou e ficou entranhada foi uma história passada num jogo do Futebol Clube do Porto.
Mas o moral da história estava longe de ser alinhado com uma preferência por este clube.
Mesmo assim, admito que a cidade e o ambiente o possam em qualquer altura ter influenciado nesse sentido. Mas não sei. Não soube, não saberei.
Admitindo que, por essa via, tenha adquirido um pouco de sangue azul e branco, as minhas próprias experiências não me encaminharam para a simpatia para com o Futebol Clube do Porto.
Mas nunca deixei de torcer pelo Porto nas competições europeias.
Fui dos que comemorei em Lisboa a vitória de 87.
Em 2003 e 2004 já não tinha vida para isso e ainda assim passei pelas ruas de Lisboa.
Previa a eliminação do Porto esta noite. Disse-o há dias.
Mas, mesmo recordando o passado recente em casa do Arsenal (4-0 na época passada) – coisa que parece que escapa à maioria dos comentadores – não esperava um balanço tão mau.
Hoje sou portista. E fico chateado com a derrota.

Nunca percebi qual era a preferência clubística do meu Pai.
A única coisa relacionada com futebol que me comunicou e ficou entranhada foi uma história passada num jogo do Futebol Clube do Porto.
Mas o moral da história estava longe de ser alinhado com uma preferência por este clube.
Mesmo assim, admito que a cidade e o ambiente o possam em qualquer altura ter influenciado nesse sentido. Mas não sei. Não soube, não saberei.
Admitindo que, por essa via, tenha adquirido um pouco de sangue azul e branco, as minhas próprias experiências não me encaminharam para a simpatia para com o Futebol Clube do Porto.
Mas nunca deixei de torcer pelo Porto nas competições europeias.
Fui dos que comemorei em Lisboa a vitória de 87.
Em 2003 e 2004 já não tinha vida para isso e ainda assim passei pelas ruas de Lisboa.
Previa a eliminação do Porto esta noite. Disse-o há dias.
Mas, mesmo recordando o passado recente em casa do Arsenal (4-0 na época passada) – coisa que parece que escapa à maioria dos comentadores – não esperava um balanço tão mau.
Hoje sou portista. E fico chateado com a derrota.
08/03/2010
Efeitos especiais
Há um erro de construção lógica quando se quer mostrar as capacidades de uma televisão a cores através de uma televisão a preto e branco,
Há um erro de construção lógica quando se quer mostrar as capacidades de uma televisão de alta definição através de uma televisão de baixa definição (sendo que alto, baixo ou normal aqui são conceitos voláteis).
Há um erro de construção lógica quando se quer dar a ilusão das três dimensões sem que o receptor possua o equipamento necessário (que pode ser um vulgar par de óculos).
Em todas estas situações há erros lógicos elementares. E, todavia, que corriqueiras elas são.
Há um erro de construção lógica quando se quer mostrar as capacidades de uma televisão a cores através de uma televisão a preto e branco,
Há um erro de construção lógica quando se quer mostrar as capacidades de uma televisão de alta definição através de uma televisão de baixa definição (sendo que alto, baixo ou normal aqui são conceitos voláteis).
Há um erro de construção lógica quando se quer dar a ilusão das três dimensões sem que o receptor possua o equipamento necessário (que pode ser um vulgar par de óculos).
Em todas estas situações há erros lógicos elementares. E, todavia, que corriqueiras elas são.
07/03/2010
Legalidades jornalísticas
A propósito do acidente de aviação que vitimou duas figuras bem conhecidas da sociedade portuguesa, ouviu-se hoje repetidamente dizer que a pista era “ilegal”.
Estou longe de estar inteirado dos requisitos que são necessários para que uma recta alcatroada ou não, possa receber com regularidade aeronaves que careçam de pista.
Mas sei que se me apetecer nivelar e alcatroar uma recta com umas centenas de metros lá no monte, não haverá quem me detenha.
Tudo isto, no entanto, é absolutamente irrelevante quando um avião se despenha por causas que em nada se relacionam com o local de onde levantou ou onde irá aterrar, a acreditar nas notícias.
Ou não será?
A propósito do acidente de aviação que vitimou duas figuras bem conhecidas da sociedade portuguesa, ouviu-se hoje repetidamente dizer que a pista era “ilegal”.
Estou longe de estar inteirado dos requisitos que são necessários para que uma recta alcatroada ou não, possa receber com regularidade aeronaves que careçam de pista.
Mas sei que se me apetecer nivelar e alcatroar uma recta com umas centenas de metros lá no monte, não haverá quem me detenha.
Tudo isto, no entanto, é absolutamente irrelevante quando um avião se despenha por causas que em nada se relacionam com o local de onde levantou ou onde irá aterrar, a acreditar nas notícias.
Ou não será?
Porque ele há ruas com dias e coisas que batem certo

No fundo, é a serra de Sintra que bate certo com a data.

No fundo, é a serra de Sintra que bate certo com a data.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

