Balelas
É confrangedor ler este esboço zero de um declaração final a sair da cimeira Rio+20.
O espírito é o de que antes “ricos, bonitos e saudáveis” do que “pobres, feios e doentes”. Um chorrilho de banalidades bem intencionadas que chocam com a crueza da realidade humana.
Depois, a quantidade de ilogismos é absurda.
O amálgama de interesses contraditórios com assuntos laterais e insignificâncias é o sumo da coisa. Um zero de estratégia que pretenderá afinal justificar transferência de fundos de um lado para o outro. É pois disso que se trata.
A visão romântica disto é a de um freguês que entra numa loja e pede uma mézinha para superar todos os inconvenientes da sua vida. E acrescenta: tem em verde?
23/06/2012
22/06/2012
A devassa
Se eu pertencesse ao grupo dos que pretendem interpretar os sonhos, haveria de chegar à conclusão de que o meu espírito ronda a bisbilhotice e a devassa perquisitória.
Tantas são as ocasiões em que faço caminho público da casa de outrem.
Ainda hoje, depois de um curva em que um autocarro de turismo inverteu a marcha por se ter acabado o caminho, eu que era mero espectador da estrada acabada, fui e vim do fim da estrada por um corredor estreito e por uma fresta onde mal fiz passar a minha corpulência.
À volta dei com o dono da casa a desapilhar uma caixa de livros velhos de um dos lados do corredor que à ida estava deserto.
Insinuei-lhe um interesse. Respondeu-me com um apego à caixa semelhante ao meu.
Quase que ficámos amigos.
Se eu pertencesse ao grupo dos que pretendem interpretar os sonhos, haveria de chegar à conclusão de que o meu espírito ronda a bisbilhotice e a devassa perquisitória.
Tantas são as ocasiões em que faço caminho público da casa de outrem.
Ainda hoje, depois de um curva em que um autocarro de turismo inverteu a marcha por se ter acabado o caminho, eu que era mero espectador da estrada acabada, fui e vim do fim da estrada por um corredor estreito e por uma fresta onde mal fiz passar a minha corpulência.
À volta dei com o dono da casa a desapilhar uma caixa de livros velhos de um dos lados do corredor que à ida estava deserto.
Insinuei-lhe um interesse. Respondeu-me com um apego à caixa semelhante ao meu.
Quase que ficámos amigos.
O ponto t
Qualquer aprendiz de feiticeiro sabe que, a partir de uma taxa t, o volume de imposto cobrado deixa de aumentar com o aumento da taxa.
Reconhecendo-se que se chegou a t, urge arrepiar caminho. Também é do conhecimento de qualquer aprendiz de feiticeiro.
O debate sobre se já lá se chegou ou não pode ser iluminado pela realidade crua dos números. Ou não?
Qualquer aprendiz de feiticeiro sabe que, a partir de uma taxa t, o volume de imposto cobrado deixa de aumentar com o aumento da taxa.
Reconhecendo-se que se chegou a t, urge arrepiar caminho. Também é do conhecimento de qualquer aprendiz de feiticeiro.
O debate sobre se já lá se chegou ou não pode ser iluminado pela realidade crua dos números. Ou não?
21/06/2012
Ceder ao vulgo
A massificação da informação e velocidade de propagação desta promovem o efeito de espelho – o erro torna-se comum, massificado, facilmente reproduzível, na ausência de espírito crítico e de bases para o sustentar.
Isso, todavia, não justifica que organismos com responsabilidade se verguem ao vulgo, que lhe respondam aos motes.
A dignidade das instituições também se faz disso.
A massificação da informação e velocidade de propagação desta promovem o efeito de espelho – o erro torna-se comum, massificado, facilmente reproduzível, na ausência de espírito crítico e de bases para o sustentar.
Isso, todavia, não justifica que organismos com responsabilidade se verguem ao vulgo, que lhe respondam aos motes.
A dignidade das instituições também se faz disso.
20/06/2012
18/06/2012
17/06/2012
Euro 2012
Não houve cambão como se temia no post abaixo.
E mais uma vez se repete tal e qualinho a falta de eficácia.
Quanto a mim, na aposta já estou a tenir quanto ao campeão. Mas ainda a tempo de palmar o jantar.
HOLANDA
ALEMANHA
ITÁLIA
FRANÇA
Nos cálculos, segue já a correcção do exame:
No mesmo dia, no mesmo grupo, as duas equipas mais mal cotadas ganharem às de maior nível, parece pouco provável. (CERTO)
Na mesma competição, a Holanda perder os jogos com as equipas menos cotadas do grupo parece pouco provável. (ERRADO)
Pois por mim, dou já apuradas para os quartos de final a Alemanha, a Dinamarca, a Rússia e a Polónia. A minha aposta já está prejudicada. (ERRADO QUANTO À RÚSSIA, POLÓNIA E DINAMARCA)
A tal folha de excel diz que a Croácia e a Espanha estão em vantagem sobre a Itália no grupo C para o apuramento para a fase seguinte. A Irlanda está com 1:6 e fora. (CERTO)
No grupo D, Ucrânia, Inglaterra e França estão a competir pelo lugar. Com a Inglaterra em ligeira vantagem sobre a França e a Ucrânia em ligeira vantagem sobre a Inglaterra. A Suécia está, tal como a Irlanda, com 1:6 e fora. (CERTO)
Ora é preciso ser pago principescamente para mandar chutos para o ar com este grau de desacerto depois da primeira jornada?
Não houve cambão como se temia no post abaixo.
E mais uma vez se repete tal e qualinho a falta de eficácia.
Quanto a mim, na aposta já estou a tenir quanto ao campeão. Mas ainda a tempo de palmar o jantar.
ALEMANHA
ITÁLIA
FRANÇA
Nos cálculos, segue já a correcção do exame:
No mesmo dia, no mesmo grupo, as duas equipas mais mal cotadas ganharem às de maior nível, parece pouco provável. (CERTO)
Na mesma competição, a Holanda perder os jogos com as equipas menos cotadas do grupo parece pouco provável. (ERRADO)
Pois por mim, dou já apuradas para os quartos de final a Alemanha, a Dinamarca, a Rússia e a Polónia. A minha aposta já está prejudicada. (ERRADO QUANTO À RÚSSIA, POLÓNIA E DINAMARCA)
A tal folha de excel diz que a Croácia e a Espanha estão em vantagem sobre a Itália no grupo C para o apuramento para a fase seguinte. A Irlanda está com 1:6 e fora. (CERTO)
No grupo D, Ucrânia, Inglaterra e França estão a competir pelo lugar. Com a Inglaterra em ligeira vantagem sobre a França e a Ucrânia em ligeira vantagem sobre a Inglaterra. A Suécia está, tal como a Irlanda, com 1:6 e fora. (CERTO)
Ora é preciso ser pago principescamente para mandar chutos para o ar com este grau de desacerto depois da primeira jornada?
Cambão ou não?

Há muito quem se lembre do que se passou em Gijón, do que se passou no Porto.
Logo por acaso, com os alemães, com os dinamarqueses.

Há muito quem se lembre do que se passou em Gijón, do que se passou no Porto.
Logo por acaso, com os alemães, com os dinamarqueses.
16/06/2012
15/06/2012
Caiu-lhe a moeda
Diálogo improvável que Hipnos pôs na minha cabeça:
Zé, lembras-te de ouvir falar naquele escritor que esteve uns tempos naquele monte que é hoje da tua tia e que escreveu uma peça inspirado no nosso tio L.?
Então não havia de me lembrar? Foi o que lhe caiu o dedo e só deu por isso quando ouviu a moeda cair no chão.
Diálogo improvável que Hipnos pôs na minha cabeça:
Zé, lembras-te de ouvir falar naquele escritor que esteve uns tempos naquele monte que é hoje da tua tia e que escreveu uma peça inspirado no nosso tio L.?
Então não havia de me lembrar? Foi o que lhe caiu o dedo e só deu por isso quando ouviu a moeda cair no chão.
14/06/2012
13/06/2012
Os emocionistas
Os emocionistas não reflectem, não usam a cabeça e falham na parte racional das coisas. É possível que beneficiem de melhores resultados na parte emocional das coisas. Não o sabemos.
Não o sabemos como não sabemos identificar uma e outra na mente. Embora saibamos que há coisas que a razão nos ajuda a resolver, criar e operar uma máquina simples como exemplo básico.
Os emocionistas fazem cálculos com base no que lhes parece, no que sentem, não com um lápis e um papel. É como se pedíssemos a conta ao Manel do café e ele dissesse, mirando a quantidade de minis, de alcagoitas e de pratos de caracóis, que são cento e vinte mirréis.
É nessa base que alguns deles preferem a vitória da Alemanha no jogo que ora decorre.
Não fizeram as contas.
Os emocionistas não reflectem, não usam a cabeça e falham na parte racional das coisas. É possível que beneficiem de melhores resultados na parte emocional das coisas. Não o sabemos.
Não o sabemos como não sabemos identificar uma e outra na mente. Embora saibamos que há coisas que a razão nos ajuda a resolver, criar e operar uma máquina simples como exemplo básico.
Os emocionistas fazem cálculos com base no que lhes parece, no que sentem, não com um lápis e um papel. É como se pedíssemos a conta ao Manel do café e ele dissesse, mirando a quantidade de minis, de alcagoitas e de pratos de caracóis, que são cento e vinte mirréis.
É nessa base que alguns deles preferem a vitória da Alemanha no jogo que ora decorre.
Não fizeram as contas.
Antigamente tínhamos 20 anos*

Manjerico roubado aqui. Sem a quadra.
*frase roubada a uma senhora que foi certa vez entrevistada na rua por um canal de televisão e que eu já deturpei por minha vez, escrevendo tínhamos todos 18 anos.

Manjerico roubado aqui. Sem a quadra.
*frase roubada a uma senhora que foi certa vez entrevistada na rua por um canal de televisão e que eu já deturpei por minha vez, escrevendo tínhamos todos 18 anos.
12/06/2012
Lotaria
Os números. Normalmente são aqueles que com eles, os números, menos convivência tiveram que mais com eles enchem a boca.
É o que acontece com os humanos, regra geral, diz o ditado. Nada pois a assinalar.
Os números, vistos como um palácio, dão origem a esta coisa singela que é a estação dos correios travestir-se de loja dos trezentos.
Os números terão dito que ene lojas em pê lugares, constituiriam uma rede que se não poderia desaproveitar para fazer outros negócios. Ideia peregrina que a nenhum sapateiro tinha ocorrido, pois se assim fosse haveriam de vender rabecões. Tal como os padeiros venderiam castanholas e nas farmácias se poderiam encontrar os últimos cd de música pimba.
Foi portanto uma ideia genial e sem rival nos outros ramos de negócio, apesar de tabacos, jornais e revistas terem durante muitos anos convivido com cafés, bombas de gasolina, estações de comboio, portos e aeroportos.
Esta ideia genial das duas, uma: ou é irrelevante como negócio e põe à prova a capacidade de lidar com números de quem teve tal ideia ou é um sucesso e faz com que quem tem qualquer assunto a tratar nos correios tenha que esperar na fila por quem vai comprar o cachecol da selecção, o último êxito dos prosadores lusos ou uma linda recordação para oferecer à Mimi.
Não se sabendo qual dos casos é, a empresa que fornece as senhas de espera, em vez da hora prevista de atendimento ou do tempo de espera mais provável, coloca a seguinte palavra: LOTARIA.
Aqui também das duas uma, ou é um desabafo do programador que, inadvertidamente, se vê impresso nas senhas, dando a ideia de que calcular o tempo de espera é o mesmo que acertar na lotaria ou se trata de uma forma subliminar de levar o freguês a jogar num dos jogos da Santa Casa, o que decerto em breve se poderá fazer ao balcão, se é que já não se faz.
São os números. Da lotaria.
Os números. Normalmente são aqueles que com eles, os números, menos convivência tiveram que mais com eles enchem a boca.
É o que acontece com os humanos, regra geral, diz o ditado. Nada pois a assinalar.
Os números, vistos como um palácio, dão origem a esta coisa singela que é a estação dos correios travestir-se de loja dos trezentos.
Os números terão dito que ene lojas em pê lugares, constituiriam uma rede que se não poderia desaproveitar para fazer outros negócios. Ideia peregrina que a nenhum sapateiro tinha ocorrido, pois se assim fosse haveriam de vender rabecões. Tal como os padeiros venderiam castanholas e nas farmácias se poderiam encontrar os últimos cd de música pimba.
Foi portanto uma ideia genial e sem rival nos outros ramos de negócio, apesar de tabacos, jornais e revistas terem durante muitos anos convivido com cafés, bombas de gasolina, estações de comboio, portos e aeroportos.
Esta ideia genial das duas, uma: ou é irrelevante como negócio e põe à prova a capacidade de lidar com números de quem teve tal ideia ou é um sucesso e faz com que quem tem qualquer assunto a tratar nos correios tenha que esperar na fila por quem vai comprar o cachecol da selecção, o último êxito dos prosadores lusos ou uma linda recordação para oferecer à Mimi.
Não se sabendo qual dos casos é, a empresa que fornece as senhas de espera, em vez da hora prevista de atendimento ou do tempo de espera mais provável, coloca a seguinte palavra: LOTARIA.
Aqui também das duas uma, ou é um desabafo do programador que, inadvertidamente, se vê impresso nas senhas, dando a ideia de que calcular o tempo de espera é o mesmo que acertar na lotaria ou se trata de uma forma subliminar de levar o freguês a jogar num dos jogos da Santa Casa, o que decerto em breve se poderá fazer ao balcão, se é que já não se faz.
São os números. Da lotaria.
11/06/2012
Mais bola
A tal folha de excel diz que a Croácia e a Espanha estão em vantagem sobre a Itália no grupo C para o apuramento para a fase seguinte. A Irlanda está com 1:6 e fora.
No grupo D, Ucrânia, Inglaterra e França estão a competir pelo lugar. Com a Inglaterra em ligeira vantagem sobre a França e a Ucrânia em ligeira vantagem sobre a Inglaterra. A Suécia está, tal como a Irlanda, com 1:6 e fora.
Ora é preciso ser pago principescamente para mandar chutos para o ar como estes?
A tal folha de excel diz que a Croácia e a Espanha estão em vantagem sobre a Itália no grupo C para o apuramento para a fase seguinte. A Irlanda está com 1:6 e fora.
No grupo D, Ucrânia, Inglaterra e França estão a competir pelo lugar. Com a Inglaterra em ligeira vantagem sobre a França e a Ucrânia em ligeira vantagem sobre a Inglaterra. A Suécia está, tal como a Irlanda, com 1:6 e fora.
Ora é preciso ser pago principescamente para mandar chutos para o ar como estes?
10/06/2012
A imbecilidade ignorante (episódio Θ+5)
O locutor da bola na SIC diz primeiro que o hino espanhol evoca na sua letra o passado colonial e a hispanidade.
Depois, ao não ouvir (ver - os jogadores) ninguém cantar (à excepção do la la la nas bancadas) observa que o hino não foi cantado. Talvez devido à situação que a Espanha atravessa.
Decerto avisado ao ouvido para não dizer enormidades sobre assuntos que desconhece, emendou pior do que sonetou – que o hino espanhol não tendo letra fora cantado em silêncio(!). E que esse silêncio não significaria de facto uma greve sonora ao que se passa no país.
Cito de memória e sem a preocupação de o fazer literalmente.
O que conta é o espírito da asneira.
Talvez ele também desconheça que as tentativas de dotar o hino espanhol de uma letra foram sempre goradas. Ainda há poucos anos atrás voltaram a falar do assunto.
O locutor da bola na SIC diz primeiro que o hino espanhol evoca na sua letra o passado colonial e a hispanidade.
Depois, ao não ouvir (ver - os jogadores) ninguém cantar (à excepção do la la la nas bancadas) observa que o hino não foi cantado. Talvez devido à situação que a Espanha atravessa.
Decerto avisado ao ouvido para não dizer enormidades sobre assuntos que desconhece, emendou pior do que sonetou – que o hino espanhol não tendo letra fora cantado em silêncio(!). E que esse silêncio não significaria de facto uma greve sonora ao que se passa no país.
Cito de memória e sem a preocupação de o fazer literalmente.
O que conta é o espírito da asneira.
Talvez ele também desconheça que as tentativas de dotar o hino espanhol de uma letra foram sempre goradas. Ainda há poucos anos atrás voltaram a falar do assunto.
Actualidades
Revendo um post de há quatro anos.
Qualquer um que tenha uma folha de excel ao dispôr pode calcular o futuro. É o que fazem uns quantos, com o olhómetro grosseiro dito fino e de alto coturno. E fazendo-se pagar bizantinamente por tal.
Pois por mim, dou já apuradas para os quartos de final a Alemanha, a Dinamarca, a Rússia e a Polónia. A minha aposta já está prejudicada.
Tudo isto com contas de um olhómetro a toda a prova, feitas numa folha de excel.
A propósito da data – a escolha dos feriados abolidos ou suspensos no ar (é melhor não dizerem suspensos que tal faz lembrar pontes) não foi justificada numa certa alteração ao Código de Trabalho (ponto 1 do artº 234º) que de uma forma indigna elimina de facto os feriados de 1 de Dezembro e de 5 de Outubro.
Não me pronunciando sobre os feriados religiosos, verifico que a escolha é acentuadamente populista, demagógica. E é talvez por ser envergonhada ou muito pouco ilustrada a dita escolha que é de forma indigna e tenebrosa que se faz publicar tal decisão. Numa alteraçãozinha a um artigo do Código de Trabalho.
Não me dei ao trabalho de ler o rol de condecorados.
Calculo que, uma vez mais, os de pouca fama e muito proveito para a Pátria não tenham incorporado tal rol. E temo que não tenha sido por recusa pessoal mas por foco na fama de quem alinha estes nomes.
Muita parra e pouca uva é o sumo dos três pontos.
Revendo um post de há quatro anos.
Qualquer um que tenha uma folha de excel ao dispôr pode calcular o futuro. É o que fazem uns quantos, com o olhómetro grosseiro dito fino e de alto coturno. E fazendo-se pagar bizantinamente por tal.
Pois por mim, dou já apuradas para os quartos de final a Alemanha, a Dinamarca, a Rússia e a Polónia. A minha aposta já está prejudicada.
Tudo isto com contas de um olhómetro a toda a prova, feitas numa folha de excel.
A propósito da data – a escolha dos feriados abolidos ou suspensos no ar (é melhor não dizerem suspensos que tal faz lembrar pontes) não foi justificada numa certa alteração ao Código de Trabalho (ponto 1 do artº 234º) que de uma forma indigna elimina de facto os feriados de 1 de Dezembro e de 5 de Outubro.
Não me pronunciando sobre os feriados religiosos, verifico que a escolha é acentuadamente populista, demagógica. E é talvez por ser envergonhada ou muito pouco ilustrada a dita escolha que é de forma indigna e tenebrosa que se faz publicar tal decisão. Numa alteraçãozinha a um artigo do Código de Trabalho.
Não me dei ao trabalho de ler o rol de condecorados.
Calculo que, uma vez mais, os de pouca fama e muito proveito para a Pátria não tenham incorporado tal rol. E temo que não tenha sido por recusa pessoal mas por foco na fama de quem alinha estes nomes.
Muita parra e pouca uva é o sumo dos três pontos.
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