Da Luz
Não é por Luz ser um dos nomes de família.
Não é por adesividade ao encarnado no limiar da fama.
É apenas para contrariar o telex de há vinte e três anos que terminava com a palavra Milan e por uma vez sem exemplo – Viva o Benfica!
15/05/2013
Restos de colecção (81)

capa de folheto explicativo do funcionamento do Totogolo (SCML)
Que hoje não há cá palpites.

capa de folheto explicativo do funcionamento do Totogolo (SCML)
Que hoje não há cá palpites.
14/05/2013
12/05/2013
Roubei no Continente
Aqui há tempos roubei no (ao) Continente as rodelas semafóricas dos produtos alimentares.
Pensei com elas rotular designações, proposições, argumentos.
Cheguei ao ponto de admitir valores diários recomendados a nunca ultrapassar na leitura de expressões submetidas à impressão, ao gosto, à opinião, ao interesse, ao palpite e à poesia.
Resolvi depois simplificar ou enveredar por outra vereda. Cada afirmação passaria a ter apenas três informações em semáforo: percentagem de objectividade, subjectividade e emotividade não da dose diária recomendada mas encontrada na própria afirmação.
Com maior objectividade, o semáforo tenderia a verde; com maiores subjectividade e emotividade tenderia a vermelho.
Para exemplificar o que entendo por cada uma delas, veja-se o post de 23 de Maio de 2009.
Aqui há tempos roubei no (ao) Continente as rodelas semafóricas dos produtos alimentares.
Pensei com elas rotular designações, proposições, argumentos.
Cheguei ao ponto de admitir valores diários recomendados a nunca ultrapassar na leitura de expressões submetidas à impressão, ao gosto, à opinião, ao interesse, ao palpite e à poesia.
Resolvi depois simplificar ou enveredar por outra vereda. Cada afirmação passaria a ter apenas três informações em semáforo: percentagem de objectividade, subjectividade e emotividade não da dose diária recomendada mas encontrada na própria afirmação.
Com maior objectividade, o semáforo tenderia a verde; com maiores subjectividade e emotividade tenderia a vermelho.
Para exemplificar o que entendo por cada uma delas, veja-se o post de 23 de Maio de 2009.
10/05/2013
09/05/2013
Adenda a um adágio muito em voga
Já não é só a repetição constante, usando outras palavras, do mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente.
É o número trucidante de gente que considera que existe uma espécie de direito divino de se ser rico e saudável. Logo nunca pobre nem doente.
Aos costumes dizem não saber.
Já não é só a repetição constante, usando outras palavras, do mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente.
É o número trucidante de gente que considera que existe uma espécie de direito divino de se ser rico e saudável. Logo nunca pobre nem doente.
Aos costumes dizem não saber.
08/05/2013
07/05/2013
Homem que é Homem
Uma das críticas frequentes (e pertinentes) sobre a instrução do povo que Medina Carreira faz nos seus programas de televisão é a da menina do supermercado que não sabe fazer contas.
Confesso que é daquelas coisas que me haviam passado ao lado, suspeitando eu que as máquinas haviam substituído qualquer tipo de cálculo mental*.
Pois bem, homem que é Homem acaba por comprar certo dia uma grade de cervejas para levar para casa. Foi esta tarde. Até hoje só tinha comprado grades de cerveja para levar para o monte e claro que não foi cá em supermercados.
Ao apresentar a grade na caixa, perguntei se era preciso tirá-la do carrinho. A resposta foi que não. Mas tive que a levantar a um ponto em que o rapazinho pudesse contar uma, duas, três... vinte e quatro.
Depois tirou uma da grade e pip.

*Sou o feliz detentor de uma espécie de diário de viagem em que a minha companheira de então apontou um alusivo diálogo com uma mocinha na praça da Manta Rota.
Uma das críticas frequentes (e pertinentes) sobre a instrução do povo que Medina Carreira faz nos seus programas de televisão é a da menina do supermercado que não sabe fazer contas.
Confesso que é daquelas coisas que me haviam passado ao lado, suspeitando eu que as máquinas haviam substituído qualquer tipo de cálculo mental*.
Pois bem, homem que é Homem acaba por comprar certo dia uma grade de cervejas para levar para casa. Foi esta tarde. Até hoje só tinha comprado grades de cerveja para levar para o monte e claro que não foi cá em supermercados.
Ao apresentar a grade na caixa, perguntei se era preciso tirá-la do carrinho. A resposta foi que não. Mas tive que a levantar a um ponto em que o rapazinho pudesse contar uma, duas, três... vinte e quatro.
Depois tirou uma da grade e pip.

*Sou o feliz detentor de uma espécie de diário de viagem em que a minha companheira de então apontou um alusivo diálogo com uma mocinha na praça da Manta Rota.
06/05/2013
05/05/2013
04/05/2013
Estradas imagináveis (do plano de 45) - vol. 18

Nota: a toponímia das estradas imagináveis é porém real, apesar do erro detectado no destino.

Nota: a toponímia das estradas imagináveis é porém real, apesar do erro detectado no destino.
02/05/2013
Tramontana
Para repetir e enfatizar o que aqui disse há tempos – um aparelho de GPS, esteja ele ou não com o tino no Passo de Drake, é um instrumento de desinteligência. Entre mim e eu próprio.
Desinstala-me a orientação do cérebro.
Para repetir e enfatizar o que aqui disse há tempos – um aparelho de GPS, esteja ele ou não com o tino no Passo de Drake, é um instrumento de desinteligência. Entre mim e eu próprio.
Desinstala-me a orientação do cérebro.
01/05/2013
30/04/2013
Palpites
Hei-de me dar ao trabalho de enumerar os palpites que aqui fiz, os acertos e as falhas.
Enquanto não, ponho à venda a aposta de 13/8 que não fiz, no Benfica à 10ª jornada, numa altura em que se encontrava a par do Porto.
Se ela rende 13/8 (65%) e agora o mais que se consegue segundo o Oddschecker é 1/4 (25%), sou tipo para aceitar já os 25% e deixar a outro a oportunidade de ganhar 30% em poucos dias.
O facto de não ter feito a aposta enquanto a coloco à venda é despiciendo na actual conjuntura, como calculam.
Não dou como quitada a aposta que aqui fiz, dias depois dessa, sobre um violento abanão apesar do que está a suceder ao largo de São Miguel.
O que noto é que das duas vezes – e foram só duas – em que aqui predisse um abanão ele aconteceu. Em 2007 sentiu-se no continente um sismo de grau 5,8, grau esse que não era atingido desde 1997 de acordo com os dados do então Instituto de Meteorologia (e Geofísica?). E desde essa altura não houve um outro dessa magnitude.
Nos Açores, segundo a mesma base de dados, desde 1999 que se não verificava um sismo de magnitude igual ou superior a 5,9.
Começo a assustar-me com esta pontaria.

Corrigenda: Em 2009, a 17 de Dezembro, registou-se um sismo de grau 6,0 Richter a sudoeste do Cabo de São Vicente, sentido com intensidade V no barlavento algarvio, tal como o referido sismo de 2007, de 12 de Fevereiro. É portanto errado dizer que depois de 2007 não houve sismos com magnitude superior a 5,8 sentidos no continente.
Hei-de me dar ao trabalho de enumerar os palpites que aqui fiz, os acertos e as falhas.
Enquanto não, ponho à venda a aposta de 13/8 que não fiz, no Benfica à 10ª jornada, numa altura em que se encontrava a par do Porto.
Se ela rende 13/8 (65%) e agora o mais que se consegue segundo o Oddschecker é 1/4 (25%), sou tipo para aceitar já os 25% e deixar a outro a oportunidade de ganhar 30% em poucos dias.
O facto de não ter feito a aposta enquanto a coloco à venda é despiciendo na actual conjuntura, como calculam.
Não dou como quitada a aposta que aqui fiz, dias depois dessa, sobre um violento abanão apesar do que está a suceder ao largo de São Miguel.
O que noto é que das duas vezes – e foram só duas – em que aqui predisse um abanão ele aconteceu. Em 2007 sentiu-se no continente um sismo de grau 5,8, grau esse que não era atingido desde 1997 de acordo com os dados do então Instituto de Meteorologia (e Geofísica?). E desde essa altura não houve um outro dessa magnitude.
Nos Açores, segundo a mesma base de dados, desde 1999 que se não verificava um sismo de magnitude igual ou superior a 5,9.
Começo a assustar-me com esta pontaria.

Corrigenda: Em 2009, a 17 de Dezembro, registou-se um sismo de grau 6,0 Richter a sudoeste do Cabo de São Vicente, sentido com intensidade V no barlavento algarvio, tal como o referido sismo de 2007, de 12 de Fevereiro. É portanto errado dizer que depois de 2007 não houve sismos com magnitude superior a 5,8 sentidos no continente.
29/04/2013
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