Estamos num patamar em que nas cadeias internacionais de televisão é praticamente nula a probabilidade de se atravessar um noticiário sem que se ouça pelo menos um rotundo disparate. Rotundo mesmo. Daqueles que davam direito a reguada na 3ª classe.
Por vezes está quase todo o rol de notícias contaminado de asneiras.
Um destes dias, em tributo a algumas obras de ficção científica do género pandémico, alguns de nós estarão obstinadamente à procura de gente que ainda não enlouqueceu.

Jerónimo Bosch, “A extracção da pedra da loucura”, da página do Museu do Prado






