31/01/2025
Politicamente correctos
Para a tropa politicamente correcta que pontua nas televisões e nos jornais, a internet e as redes sociais estão cheias de enviesamentos de extrema-direita, que é o saco onde metem tudo o que não lhes agrada.
Ora esta tropa não tem qualquer enviesamento.
Não estão nada subordinados ao pensamento dominante, são todos uns observadores imparciais e objectivos.
Não há pachorra para tanta mediocridade.
Para a tropa politicamente correcta que pontua nas televisões e nos jornais, a internet e as redes sociais estão cheias de enviesamentos de extrema-direita, que é o saco onde metem tudo o que não lhes agrada.
Ora esta tropa não tem qualquer enviesamento.
Não estão nada subordinados ao pensamento dominante, são todos uns observadores imparciais e objectivos.
Não há pachorra para tanta mediocridade.
28/01/2025
Imigração
Há uma faixa de imigrantes que se integrou bem na sociedade portuguesa: respeita a lei e os costumes, fala a língua, partilha valores, funde-se na sociedade.
Há uma faixa de imigrantes que não se integrou na sociedade: não respeita a lei nem a quer respeitar, quer impor os seus próprios costumes, não está interessada em falar a língua a não ser no muito básico, despreza os valores da maioria e não lhe passa pela cabeça misturar-se com os indígenas. Cria quistos sociais e guetos urbanos.
Se considerarmos ainda que existe um limite a partir do qual a solução fica saturada e que esse limite ou já foi ultrapassado ou está muito perto de o ser, chegamos à conclusão que, a prazo, teremos núcleos populacionais completamente estranhos à ordem e ao uso nacional. É o tal precipitado.
Há, todavia, quem ache entre os que se supõem bem pensantes, que ordem e uso nacional são coisas que não existem. Ou ainda que, a existirem, sejam abjectos.
Ignoram as consequências de enterrar a cabeça na areia.
Há uma faixa de imigrantes que se integrou bem na sociedade portuguesa: respeita a lei e os costumes, fala a língua, partilha valores, funde-se na sociedade.
Há uma faixa de imigrantes que não se integrou na sociedade: não respeita a lei nem a quer respeitar, quer impor os seus próprios costumes, não está interessada em falar a língua a não ser no muito básico, despreza os valores da maioria e não lhe passa pela cabeça misturar-se com os indígenas. Cria quistos sociais e guetos urbanos.
Se considerarmos ainda que existe um limite a partir do qual a solução fica saturada e que esse limite ou já foi ultrapassado ou está muito perto de o ser, chegamos à conclusão que, a prazo, teremos núcleos populacionais completamente estranhos à ordem e ao uso nacional. É o tal precipitado.
Há, todavia, quem ache entre os que se supõem bem pensantes, que ordem e uso nacional são coisas que não existem. Ou ainda que, a existirem, sejam abjectos.
Ignoram as consequências de enterrar a cabeça na areia.
25/01/2025
Esquerda e Direita
Se perguntarmos aos analistas que pontificam nas televisões quais são para eles as definições de esquerda e de direita, certamente que contaremos com uma grande percentagem de definições emocionais: o lado contrário ao deles, consoante se considerem de direita ou de esquerda, é apenas o lugar das suas abjecções. Não será mais do que isso. A objectividade não tem aqui lugar.
Assim, a definição corrente de uma e de outra é uma manta de retalhos à medida de cada um.
Estamos já muito distantes da velha taxonomia.
A meu ver, temos assim uma direita elitista travestida de esquerda, debitando dos seus salões e das suas torres de marfim umas pérolas retóricas de paz e amor, liberdade, igualdade e fraternidade. Tudo isso desde que o apartheid se mantenha e não tenha que se misturar com a populaça.
Temos, por outro lado, uma envergonhada esquerda populista que reflecte algumas das preocupações do povo e que, bizarramente, acode por direita, quando não por extrema direita.
É uma espécie de mundo ao avesso.
Se perguntarmos aos analistas que pontificam nas televisões quais são para eles as definições de esquerda e de direita, certamente que contaremos com uma grande percentagem de definições emocionais: o lado contrário ao deles, consoante se considerem de direita ou de esquerda, é apenas o lugar das suas abjecções. Não será mais do que isso. A objectividade não tem aqui lugar.
Assim, a definição corrente de uma e de outra é uma manta de retalhos à medida de cada um.
Estamos já muito distantes da velha taxonomia.
A meu ver, temos assim uma direita elitista travestida de esquerda, debitando dos seus salões e das suas torres de marfim umas pérolas retóricas de paz e amor, liberdade, igualdade e fraternidade. Tudo isso desde que o apartheid se mantenha e não tenha que se misturar com a populaça.
Temos, por outro lado, uma envergonhada esquerda populista que reflecte algumas das preocupações do povo e que, bizarramente, acode por direita, quando não por extrema direita.
É uma espécie de mundo ao avesso.
24/01/2025
21/01/2025
20/01/2025
19/01/2025
17/01/2025
16/01/2025
Macas
Este caso das macas retidas a que já aqui aludi é uma inépcia criminosa dos hospitais ou uma deliberada intenção de condicionar o acesso às urgências por via da retenção de meios de transporte?
Num país em que há dinheiro para lindas rotundas, ciclovias, baloiços e passadiços, não resta nada para umas macas?
Este caso das macas retidas a que já aqui aludi é uma inépcia criminosa dos hospitais ou uma deliberada intenção de condicionar o acesso às urgências por via da retenção de meios de transporte?
Num país em que há dinheiro para lindas rotundas, ciclovias, baloiços e passadiços, não resta nada para umas macas?
14/01/2025
13/01/2025
12/01/2025
“Narrativa” estragada
Não sou dos que acham que cada trovoada se deve às alterações climáticas.
Não sou dos que se acham coerentes a toda a prova. Antes considero que a natureza humana é basto contraditória, no que sou acompanhado por muito boa gente.
E também não suporto o uso e abuso da palavra narrativa.
Dito tudo isto e pedindo-me perdão, pergunto:
Que é dos politicamente correctos? Não vão hoje à rua do Boy Fermoso*?
Não me digam que houve lá baderna entre os indostânicos.
* há quem afirme que era este um dos antigos nomes deste local.
Não sou dos que acham que cada trovoada se deve às alterações climáticas.
Não sou dos que se acham coerentes a toda a prova. Antes considero que a natureza humana é basto contraditória, no que sou acompanhado por muito boa gente.
E também não suporto o uso e abuso da palavra narrativa.
Dito tudo isto e pedindo-me perdão, pergunto:
Que é dos politicamente correctos? Não vão hoje à rua do Boy Fermoso*?
Não me digam que houve lá baderna entre os indostânicos.
* há quem afirme que era este um dos antigos nomes deste local.
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