19/08/2005

16/08/2005

E assim se passa

Compatibilidade e legibilidade

Se há imagem que se pode dizer datada, esta abaixo é uma delas.
Pertence ao intervalo compreendido entre a vulgarização do avião e a vulgarização do GPS. Século XX.
Recordo-me de várias pinturas destas. Um pouco por todo o lado no país. A grande maioria delas suponho que não avistáveis do chão.
Paralelamente, existia na rede viária um sistema de sinalização compatível com alguns mapas que era bastante eficaz.
Havia uma noção inteligente do que era necessário fazer.
Percebia-se a informação que era necessário fornecer e percebia-se como o fazer.
Depois, com o advento das competências municipais, ficou à vista que um sistema destes não pode ser entregue a qualquer um.
Pode ser uma das tarefas mais simples e óbvias deste mundo ensinar a alguém um caminho.
Mas a verdade é que muito poucos são capazes de o fazer. Donde o simples e o óbvio...


imagem da RTP

15/08/2005

Poucas as palavras

Não sei qual a razão da escassez. Mas as palavras amontoam-se noutros lados. E parece que não fazem sentido.

11/08/2005

Isto das fotos

Não se deve apenas aos novos meios ao dispôr - apetece-me dizer estes lugares comuns.
Na verdade, muito pouco partido tenho tirado da coisa. Falta de paciência para circular por aí, para escrever seja o que fôr - deve ser isso.

Isto dos posts sobre o fogo. Nada a subtrair, nada a acrescentar.
Hoje vi o programa a que se referiu um deputado e um membro do governo - a reunião de uma comissão da Assembleia da República. A tarde toda. Na AR TV.
Não retiro uma linha ao último post. E aos outros oito que encontrei:
de 20 de Agosto de 2004
de 17 de Agosto de 2004
de 28 de Julho de 2004
de 27 de Julho de 2004
de 2 de Julho de 2004
da mesma data
de 16 de Fevereiro de 2004
da mesma data

06/08/2005

Portimão, Novembro de 1989

A caminho do Sul

Naquela noite de 1986, resolvi relembrar os tempos do ferry boat.
Lá atravessei o Tejo, sentado na capota do Ford Escort, gozando a fresca.
Era uma noite destas, de calor intenso. Prenunciava o verão alucinante que se seguiria.
Recordo-me de, já em casa, ter fumado o abaladiço ali no poial da esquina. Ia a noite já alta e de botas caneleiras.
Nessa noite, não disse a ninguém que a primeira vez que atravessei o Tejo, frente a Lisboa, sem ser de barco, não foi no dia 6 de Agosto de 1966. Não. Foi uns tempos antes.


foto de Celestino Teixeira in "A ponte Salazar", GPST, Lx, Julho de 1966
Fogo

Se há coisa que fica a nu com os incêndios de verão é a falta de inteligência. Por todo o lado.
Em quem decide. Em quem critica. Em quem opina.
Não valem a pena os queixumes. A falta de inteligência é um dado do problema.
A tal piolheira, de que dizem falava o outro.