20/09/2014
19/09/2014
17/09/2014
16/09/2014
Jornalismo ou... algo muito pior
Relembrando o aqui escrito há dias, porque se volta a ouvir e a ler a mesma insensatez, sendo que, no primeiro caso, apenas dei conta de ouvir uma voz que disse: “Espera aí, o tipo demite-se, incumpre o contrato, e ainda recebe em vez de pagar?” Foi num programa de televisão e lamento não saber identificar a pessoa razoável que tal disse.
Agora é exactamente o mesmo. Só muda o Bento. Diz que sai sem ser indemnizado? Mas não foi ele que pediu para sair?
Tendo eu a experiência cavalar das obras, imagino-me a abandonar uma obra e a dizer ao dono da dita que me tem que me indemnizar porque frito e cozido*.
Isto de o dinheiro não ter dono, em alguns casos, pode facilitar estas cavaladas. Lá isso pode.
Que os jornalistas achem isso normal é coisa que já me espantaria se fosse ao contrário. Que achassem estranho.
*claro que pode haver sempre uma justa causa e aí...
Relembrando o aqui escrito há dias, porque se volta a ouvir e a ler a mesma insensatez, sendo que, no primeiro caso, apenas dei conta de ouvir uma voz que disse: “Espera aí, o tipo demite-se, incumpre o contrato, e ainda recebe em vez de pagar?” Foi num programa de televisão e lamento não saber identificar a pessoa razoável que tal disse.
Agora é exactamente o mesmo. Só muda o Bento. Diz que sai sem ser indemnizado? Mas não foi ele que pediu para sair?
Tendo eu a experiência cavalar das obras, imagino-me a abandonar uma obra e a dizer ao dono da dita que me tem que me indemnizar porque frito e cozido*.
Isto de o dinheiro não ter dono, em alguns casos, pode facilitar estas cavaladas. Lá isso pode.
Que os jornalistas achem isso normal é coisa que já me espantaria se fosse ao contrário. Que achassem estranho.
*claro que pode haver sempre uma justa causa e aí...
15/09/2014
13/09/2014
12/09/2014
Favas contáveis

Se seguirmos a linha das apostas da casa Paddy Power, o referendum na Escócia ditará a manutenção do estado das coisas. Sem grande margem para dúvidas.

Se seguirmos a linha das apostas da casa Paddy Power, o referendum na Escócia ditará a manutenção do estado das coisas. Sem grande margem para dúvidas.
11/09/2014
Jornalismo ou... algo pior
Ouvi já por dversas vezes que Paulo Bento pediu para ser exonerado e que deverá receber uma indemnização de dado valor.
Ou isto é o habitual jornalismo sem cabeça ou algo pior.
Ouvi já por dversas vezes que Paulo Bento pediu para ser exonerado e que deverá receber uma indemnização de dado valor.
Ou isto é o habitual jornalismo sem cabeça ou algo pior.
10/09/2014
09/09/2014
08/09/2014
Trânsito

Houve de facto uma época em que eu tinha medo da estrada.
O medo não nasce do nada. Esse deve ter nascido não de números lidos ou ouvidos mas de sucessivas más experiências.
Nessa época pensava trinta vezes antes de me fazer à estrada durante um fim-de-semana em caminhos frequentados e evitava a todo o custo os caminhos da transumância.
O facto de o medo ter persistido por uns anos prenuncia que, mesmo com essas cautelas, as experiências não eram grande coisa.
E não devem ter sido. Ainda que nem por uma vez tenha amolgado latas.
Verifico agora que posso relacionar directamente essa época com o auge da sinistralidade rodoviária. Não me espanto.
O medo foi-se em grande parte. Das cautelas permanecem o evitar das canadas, o contornar dos fins-de-semana a que se soma algum abrandamento nas médias horárias.
Há dias ainda em que a estrada mete medo.
O gráfico (adaptado) é da Pordata. Clicando, vê-se em toda a extensão.

Houve de facto uma época em que eu tinha medo da estrada.
O medo não nasce do nada. Esse deve ter nascido não de números lidos ou ouvidos mas de sucessivas más experiências.
Nessa época pensava trinta vezes antes de me fazer à estrada durante um fim-de-semana em caminhos frequentados e evitava a todo o custo os caminhos da transumância.
O facto de o medo ter persistido por uns anos prenuncia que, mesmo com essas cautelas, as experiências não eram grande coisa.
E não devem ter sido. Ainda que nem por uma vez tenha amolgado latas.
Verifico agora que posso relacionar directamente essa época com o auge da sinistralidade rodoviária. Não me espanto.
O medo foi-se em grande parte. Das cautelas permanecem o evitar das canadas, o contornar dos fins-de-semana a que se soma algum abrandamento nas médias horárias.
Há dias ainda em que a estrada mete medo.
O gráfico (adaptado) é da Pordata. Clicando, vê-se em toda a extensão.
05/09/2014
Trânsito
Cheguei hoje atrasado ao acidente ocorrido cerca do km 51 da A2. Pouco atrasado. Ainda se via o poeiredo no ar que ainda não escondia os primeiros socorros.
Abstive-me de parar visto haver já cópia de gente a correr pelo asfalto. Ando eu há dias para escrever um apontamento sobre o medo. O medo da estrada.
Há dias em que ela mete medo.
Cheguei hoje atrasado ao acidente ocorrido cerca do km 51 da A2. Pouco atrasado. Ainda se via o poeiredo no ar que ainda não escondia os primeiros socorros.
Abstive-me de parar visto haver já cópia de gente a correr pelo asfalto. Ando eu há dias para escrever um apontamento sobre o medo. O medo da estrada.
Há dias em que ela mete medo.
03/09/2014
02/09/2014
01/09/2014
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