10/08/2024
07/08/2024
Inseguro é o Estádio Nacional (mais uma vez)
Para os tontinhos, incapazes de avaliar a segurança de um recinto, o Estádio Nacional é ou era inseguro.
Pois bem, destes recintos que foram construídos para a competição de 2004 não identifico um que seja mais seguro do que o do Jamor.
Isto tendo em atenção tanto uma catástrofe de grandes dimensões como um atropelo, como um caso menor, da queda de elementos ou de pessoas.
Do que se sabe que aconteceu em Aveiro e que seria improvável no Estádio Nacional, verifica-se que é possível existirem estruturas envidraçadas prontas a cair sobre os espectadores quando quebradas por idiotas.
Inseguro é, essencialmente para os nortenhos, o Estádio Nacional.
Para os tontinhos, incapazes de avaliar a segurança de um recinto, o Estádio Nacional é ou era inseguro.
Pois bem, destes recintos que foram construídos para a competição de 2004 não identifico um que seja mais seguro do que o do Jamor.
Isto tendo em atenção tanto uma catástrofe de grandes dimensões como um atropelo, como um caso menor, da queda de elementos ou de pessoas.
Do que se sabe que aconteceu em Aveiro e que seria improvável no Estádio Nacional, verifica-se que é possível existirem estruturas envidraçadas prontas a cair sobre os espectadores quando quebradas por idiotas.
Inseguro é, essencialmente para os nortenhos, o Estádio Nacional.
06/08/2024
05/08/2024
A moda
Os comentadores politicamente correctos - e tenho ouvido uns quantos nos canais britânicos por estes dias - negam sistematicamente a realidade.
Insistem que a insatisfação que levou aos motins e à baderna nas cidades inglesas se deve à degradação da situação económica do povo britânico. Negam a todo o transe que a questão racial, cultural, possa estar na origem dos tumultos, apesar de classificarem os actos como racistas e xenófobos. O que eles não admitem é que existam razões para a xenofobia e para o racismo, porque simplesmente não pode haver razões para tal.
Negam isso como negam sempre a realidade.
Vivem todos num mundo pseudo-elegante, estúpido e super-protegido que não lhes permite o uso da razão.
A noção de solução saturada não lhes deve ter sido explicada, talvez por já ser politicamente incorrecta.
E, naturalmente, para eles toda a gente que não se compagina com o politicamente correcto é de extrema-direita.
Os comentadores politicamente correctos - e tenho ouvido uns quantos nos canais britânicos por estes dias - negam sistematicamente a realidade.
Insistem que a insatisfação que levou aos motins e à baderna nas cidades inglesas se deve à degradação da situação económica do povo britânico. Negam a todo o transe que a questão racial, cultural, possa estar na origem dos tumultos, apesar de classificarem os actos como racistas e xenófobos. O que eles não admitem é que existam razões para a xenofobia e para o racismo, porque simplesmente não pode haver razões para tal.
Negam isso como negam sempre a realidade.
Vivem todos num mundo pseudo-elegante, estúpido e super-protegido que não lhes permite o uso da razão.
A noção de solução saturada não lhes deve ter sido explicada, talvez por já ser politicamente incorrecta.
E, naturalmente, para eles toda a gente que não se compagina com o politicamente correcto é de extrema-direita.
04/08/2024
01/08/2024
Dados
Sou freguês de dados sobre meteorologia.
A página do SNIRH permite o acesso gratuito a uma base de dados interessante. Tem dados que cobrem desde a instalação das estações até ao seu fecho e nas que ainda servem, até à actualidade.
Já a página do IPMA restringe a consulta dos registos das suas estações aos últimos dez dias.
Há tempo perguntei ao IPMA em que condições se poderia aceder à sua base de dados nos mesmos termos do SNIRH. A resposta, aliás extremamente atenciosa e esclarecedora, foi também decepcionante: seriam precisas muitas dezenas de milhar de euros.
As perguntas pertinentes são as seguintes:
Que receita apura o erário público com a cobrança destes dados?
Justifica esse montante que os dados não estejam acessíveis gratuitamente?
Note-se que o IPMA tem uma base de dados acessível gratuitamente de eventos sísmicos que começa em 1995.
Sou freguês de dados sobre meteorologia.
A página do SNIRH permite o acesso gratuito a uma base de dados interessante. Tem dados que cobrem desde a instalação das estações até ao seu fecho e nas que ainda servem, até à actualidade.
Já a página do IPMA restringe a consulta dos registos das suas estações aos últimos dez dias.
Há tempo perguntei ao IPMA em que condições se poderia aceder à sua base de dados nos mesmos termos do SNIRH. A resposta, aliás extremamente atenciosa e esclarecedora, foi também decepcionante: seriam precisas muitas dezenas de milhar de euros.
As perguntas pertinentes são as seguintes:
Que receita apura o erário público com a cobrança destes dados?
Justifica esse montante que os dados não estejam acessíveis gratuitamente?
Note-se que o IPMA tem uma base de dados acessível gratuitamente de eventos sísmicos que começa em 1995.
31/07/2024
Ismail
A cara de Ismail, líder do Hamas, nunca me foi estranha. Cruzei-me com ele vezes sem conta neste mundo descendente de semitas.
Imagem da Reuters via BBC
A cara de Ismail, líder do Hamas, nunca me foi estranha. Cruzei-me com ele vezes sem conta neste mundo descendente de semitas.
Imagem da Reuters via BBC
30/07/2024
29/07/2024
25/07/2024
24/07/2024
Miséria intelectual
De miséria intelectual é o panorama que vemos na discussão infantil sobre as medidas que devem ou não constar no próximo orçamento: há quem tenha descoberto que uma redução nos impostos dá uma diminuição na receita e que medidas de apoio disto e daquilo dão um aumento da despesa.
Não temos melhor do que este lodo político, do governo a toda a oposição.
De miséria intelectual é o panorama que vemos na discussão infantil sobre as medidas que devem ou não constar no próximo orçamento: há quem tenha descoberto que uma redução nos impostos dá uma diminuição na receita e que medidas de apoio disto e daquilo dão um aumento da despesa.
Não temos melhor do que este lodo político, do governo a toda a oposição.
23/07/2024
21/07/2024
Almeida
Escrevi aqui vai para dois anos que os comentadores do Eurosport cometiam um erro de paralaxe quando punham João Almeida ao mesmo nível dos ciclistas estratosféricos.
Vê-se que João Almeida é um dos melhores ciclistas dos ditos normais. Mas de uma classe abaixo à de Vingegaard, Pogacar, Evenepoel e até Roglic.
Continuam os mesmos a colocá-lo equiparado a estes. Benfiquismo puro. É só atentarem na realidade.
Escrevi aqui vai para dois anos que os comentadores do Eurosport cometiam um erro de paralaxe quando punham João Almeida ao mesmo nível dos ciclistas estratosféricos.
Vê-se que João Almeida é um dos melhores ciclistas dos ditos normais. Mas de uma classe abaixo à de Vingegaard, Pogacar, Evenepoel e até Roglic.
Continuam os mesmos a colocá-lo equiparado a estes. Benfiquismo puro. É só atentarem na realidade.
18/07/2024
16/07/2024
Ainda não se conhecem as razões...
Quando há destes casos como o do atentado contra Trump em que é abatido o criminoso, é indispensável que nos dias seguintes os papagaios das televisões repitam a frase "Ainda não se conhecem as razões que levaram o suspeito a atentar contra a vida..."
Esta gente fica pendurada numa impossibilidade que acha possível - descobrir os motivos.
É só por uns dias. Depois calam-se.
Quando há destes casos como o do atentado contra Trump em que é abatido o criminoso, é indispensável que nos dias seguintes os papagaios das televisões repitam a frase "Ainda não se conhecem as razões que levaram o suspeito a atentar contra a vida..."
Esta gente fica pendurada numa impossibilidade que acha possível - descobrir os motivos.
É só por uns dias. Depois calam-se.
14/07/2024
No país dos mentecaptos
A magnífica CP que tantos dissabores já me causou, fez-me ontem a última, depois de anos sem a haver utilizado.
Dirigi-me a um apeadeiro e encontrei naturalmente o acesso da rua ao cais de embarque condicionado por portões automáticos.
Olhei em volta para tentar encontrar uma máquina dispensadora de bilhetes e nada. Nem máquina nem indicação de onde a encontrar.
Depois de inspeccionar o local com alguma atenção percebi ao longe uns muretes que bem poderiam esconder uma escadaria que desse acesso a um subterrâneo. Dava. Porém, nada de sinais.
Já dizia o velho RC que, por cá, com a sinalização existente, quem conhece o caminho nunca se perde.
Lá encontrei as maquinetas de bilhetes. Quem tem cartão de viagens deposita-o no lugar certo e faz o carregamento da viagem. E quem não tem? Seria suposto haver bilhetes ou cartões ou o raio que os parta que pudessem depois ser carregados na mesma máquina. Pois não havia em nenhuma das duas máquinas disponíveis.
Querem os mentecaptos que o povo ande de transportes públicos.
Meu rico carrinho que deixei em casa.
A magnífica CP que tantos dissabores já me causou, fez-me ontem a última, depois de anos sem a haver utilizado.
Dirigi-me a um apeadeiro e encontrei naturalmente o acesso da rua ao cais de embarque condicionado por portões automáticos.
Olhei em volta para tentar encontrar uma máquina dispensadora de bilhetes e nada. Nem máquina nem indicação de onde a encontrar.
Depois de inspeccionar o local com alguma atenção percebi ao longe uns muretes que bem poderiam esconder uma escadaria que desse acesso a um subterrâneo. Dava. Porém, nada de sinais.
Já dizia o velho RC que, por cá, com a sinalização existente, quem conhece o caminho nunca se perde.
Lá encontrei as maquinetas de bilhetes. Quem tem cartão de viagens deposita-o no lugar certo e faz o carregamento da viagem. E quem não tem? Seria suposto haver bilhetes ou cartões ou o raio que os parta que pudessem depois ser carregados na mesma máquina. Pois não havia em nenhuma das duas máquinas disponíveis.
Querem os mentecaptos que o povo ande de transportes públicos.
Meu rico carrinho que deixei em casa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


