18/10/2025
17/10/2025
Caducas
Em todo o tempo houve leis bizarras e impossíveis de verem verificado e punido o seu incumprimento.
Alguns exemplos actuais de tal falta de racionalidade:
Proíbe-se o contacto entre pessoas cujo interesse em contactar entre si é grande, quando existem variadas formas de contacto incontroláveis. Acresce que, para pessoas em liberdade, o próprio contacto pessoal é indetectável, salvo se existir uma vigilância apertada.
Proibe-se a entrada no país quando não há controlo fronteiriço.
Da mesma forma se proíbe a saída.
Poderia enumerar mais uma remessa de leis cuja caducidade é óbvia. Mas que, no entanto, continuam a ser aplicadas por mera bizarria e falta de inteligência do legislador ou de quem as invoca.
Em todo o tempo houve leis bizarras e impossíveis de verem verificado e punido o seu incumprimento.
Alguns exemplos actuais de tal falta de racionalidade:
Proíbe-se o contacto entre pessoas cujo interesse em contactar entre si é grande, quando existem variadas formas de contacto incontroláveis. Acresce que, para pessoas em liberdade, o próprio contacto pessoal é indetectável, salvo se existir uma vigilância apertada.
Proibe-se a entrada no país quando não há controlo fronteiriço.
Da mesma forma se proíbe a saída.
Poderia enumerar mais uma remessa de leis cuja caducidade é óbvia. Mas que, no entanto, continuam a ser aplicadas por mera bizarria e falta de inteligência do legislador ou de quem as invoca.
15/10/2025
O Estado a que isto chegou
Observando a página do MAI com os resultados da eleição das autarquias locais chega-se à conclusão de que qualquer coisa não correu bem. Ou então que há justificações sibilinas para aquilo que parece só absurdo.
Assim, observa-se que há coligações entre os mesmos partidos que aparecem lançadas duas ou três vezes, ainda que os partidos se apresentem pela mesma ordem. Só varia o sinal +, o hífen ou o espaçamento. Há ainda duplicações de coligações dos mesmos partidos mas em casos em que estes não se apresentam pela mesma ordem, o que pode fazer algum sentido se isso reflectir uma ponderação.
Assim temos os seguintes aparecimentos:
Dá que pensar esta forma atabalhoada de organizar uma folha de resultados. Que mais asneiras sairão de onde saiu esta?
(clicando na imagem, se verá a lista completa)
Observando a página do MAI com os resultados da eleição das autarquias locais chega-se à conclusão de que qualquer coisa não correu bem. Ou então que há justificações sibilinas para aquilo que parece só absurdo.
Assim, observa-se que há coligações entre os mesmos partidos que aparecem lançadas duas ou três vezes, ainda que os partidos se apresentem pela mesma ordem. Só varia o sinal +, o hífen ou o espaçamento. Há ainda duplicações de coligações dos mesmos partidos mas em casos em que estes não se apresentam pela mesma ordem, o que pode fazer algum sentido se isso reflectir uma ponderação.
Assim temos os seguintes aparecimentos:
Dá que pensar esta forma atabalhoada de organizar uma folha de resultados. Que mais asneiras sairão de onde saiu esta?
(clicando na imagem, se verá a lista completa)
12/10/2025
Eufemismos, abrangências e falsas simpatias
Combati durante anos o PCP.
Por isso mesmo lhe reconheço qualidades. Não embarcam em cassettes que não sejam as próprias. Não cedem a eufemismos, abrangências e falsas simpatias.
É nestes dias de campanha e de votação que se vêem os miseráveis lambe-botas da política com o mesmo aparato de quinquilharias retóricas: todos e todas e o escambau que se lhe segue, com falsos sorrisos alvares.
Combati durante anos o PCP.
Por isso mesmo lhe reconheço qualidades. Não embarcam em cassettes que não sejam as próprias. Não cedem a eufemismos, abrangências e falsas simpatias.
É nestes dias de campanha e de votação que se vêem os miseráveis lambe-botas da política com o mesmo aparato de quinquilharias retóricas: todos e todas e o escambau que se lhe segue, com falsos sorrisos alvares.
11/10/2025
A brincar às televisões
A RTP 3, que já foi RTP N, passa outra vez a usar aquela letra – RTP Notícias.
Se isto não é brincar às televisões não sei o que é.
A RTP 3, que já foi RTP N, passa outra vez a usar aquela letra – RTP Notícias.
Se isto não é brincar às televisões não sei o que é.
09/10/2025
CGD
A CGD continua a prover um serviço de excelência.
Vedado que está o acesso via internet por não se conseguir a validação de 2 factores, uma vez que a SMS devida nunca chega, passa-se ao glorioso serviço telefónico, onde depois de muitas “primas” estúpidas (muito boa a ideia naquele anúncio que faz referência a tal), consegue-se finalmente chegar ao contacto com um humano. Mas, tal como nas covas de lobo, meteram lá alguém com deficiência na compreensão do português. É todo um serviço de excelência, como disse acima.
A CGD continua a prover um serviço de excelência.
Vedado que está o acesso via internet por não se conseguir a validação de 2 factores, uma vez que a SMS devida nunca chega, passa-se ao glorioso serviço telefónico, onde depois de muitas “primas” estúpidas (muito boa a ideia naquele anúncio que faz referência a tal), consegue-se finalmente chegar ao contacto com um humano. Mas, tal como nas covas de lobo, meteram lá alguém com deficiência na compreensão do português. É todo um serviço de excelência, como disse acima.
05/10/2025
A bola e os simples
É no "desde cedo" (como dizia o velho R.C. a propósito das reportagens de televisão sobre os adeptos que se aglomeravam desde cedo nas barracas de entremeadas, coiratos e vinho morangueiro e que assim começavam) e no pós-prélio que podemos ter grandes representações, grandes amostras do que é o "bom povo português". A tal piolheira. Hoje é dia.
É no "desde cedo" (como dizia o velho R.C. a propósito das reportagens de televisão sobre os adeptos que se aglomeravam desde cedo nas barracas de entremeadas, coiratos e vinho morangueiro e que assim começavam) e no pós-prélio que podemos ter grandes representações, grandes amostras do que é o "bom povo português". A tal piolheira. Hoje é dia.
Substituição de populações
Não se trata de notícias falsas. Trata-se, sim, das habituais conjecturas a partir da observação de uma curva e da assunção de que essa curva será monótona – uma utilização básica de uma folha de Excel.
E trata-se sobretudo da obediência acrítica, como o são todas as obediências cegas, dos jornalistas à cartilha direitista e elitista, travestida de esquerdinha, sobre a imigração: eles, os imigrantes, são todos necessários e muito bem vindos desde que fiquem longe do quintal e não se cruzem connosco (com eles) no dia-a-dia.
Já quem partilha o espaço e o tempo com gente alienígena que não tem a menor noção de que está fora do seu habitat e que deve entender e respeitar as regras do local onde habita, constata que a solução está saturada: não é o chinês do restaurante, o indiano dos electrodomésticos ou o africano das obras que é um problema. Nunca foi. É a chusma. A carrada deles. Que se comporta como o fazia no seu lugar de origem. O ter que lidar diariamente com o desrespeito das mínimas regras de civilidade. E com a apropriação do espaço público.
É xenofobia? É. É, porque da quantidade depende a qualidade. É uma lei básica.
Dito isto, há muito quem diga que não haverá substituição de populações mas depois se baseie nestas conjecturas que dizem exactamente o contrário.
Não se trata de pedir coerência aos ígnaros. Sobre isso estamos falados. Somos todos incoerentes.
Trata-se apenas de, na mesma frase, não haver utilização de argumentos contraditórios. Só disso.
Não se trata de notícias falsas. Trata-se, sim, das habituais conjecturas a partir da observação de uma curva e da assunção de que essa curva será monótona – uma utilização básica de uma folha de Excel.
E trata-se sobretudo da obediência acrítica, como o são todas as obediências cegas, dos jornalistas à cartilha direitista e elitista, travestida de esquerdinha, sobre a imigração: eles, os imigrantes, são todos necessários e muito bem vindos desde que fiquem longe do quintal e não se cruzem connosco (com eles) no dia-a-dia.
Já quem partilha o espaço e o tempo com gente alienígena que não tem a menor noção de que está fora do seu habitat e que deve entender e respeitar as regras do local onde habita, constata que a solução está saturada: não é o chinês do restaurante, o indiano dos electrodomésticos ou o africano das obras que é um problema. Nunca foi. É a chusma. A carrada deles. Que se comporta como o fazia no seu lugar de origem. O ter que lidar diariamente com o desrespeito das mínimas regras de civilidade. E com a apropriação do espaço público.
É xenofobia? É. É, porque da quantidade depende a qualidade. É uma lei básica.
Dito isto, há muito quem diga que não haverá substituição de populações mas depois se baseie nestas conjecturas que dizem exactamente o contrário.
Não se trata de pedir coerência aos ígnaros. Sobre isso estamos falados. Somos todos incoerentes.
Trata-se apenas de, na mesma frase, não haver utilização de argumentos contraditórios. Só disso.
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