19/06/2006

Jerónimo a 60° de latitude norte

Ou talvez na foz do Tejo.

Cá em casa, nunca foi hábito encadernar ou forrar os livros. Ficam como estão. E assim se vão gastando.
Àquele exemplar andava há algum tempo a tomá-lo por um livro emprestado em tempos a uma pessoa que o devolveu forrado.
Foi pois com alguma surpresa que vi que me enganara.
Tratava-se da obra premiada em 1927 com o prémio Goncourt e não do que eu pensava.
Quando resolvi desforrá-lo, a surpresa foi outra. Na tela - pois era em tela o forro - do lado de dentro, havia um mapa pintado.
Julgo tratar-se de uma margem do rio Tejo, pois as letras T E J vêem-se bem. Como bem se vê a legenda "Nacional", que eu talvez por deformação tomo como estrada. E como se identifica uma linha de caminho de ferro de duas vias.
Tudo isto não dá para grandes alternativas, dado o desenho e apesar das alterações que possa ter havido.
Mas o certo é que ainda não descobri onde isto é.
Nem por que carga d'água é que alguém desenhou este mapa em tela.
Muito menos por que é que forrou com ela um livro.
As últimas duas nunca saberei, claro.


(clique para ampliar)

E Jerónimo já está a 60º de latitude norte. Foi de barco.

(post publicado no Blogger da Globo em 16.06.06)

17/06/2006

Avaria

Uma avaria algures, algo que ainda não entendi, não me deixa colocar aqui as coisas que pretendo. Só uma ou duas linhas e vá lá.
Podem ver o(s) último(s) post(s) em http://www.gasolim4.blogger.com.br/

08/06/2006

O homem difícil de entender

Creio que ele me conhece de ginjeira, da minha ginjeira. Eu por certo não me recordo da primeira vez que o vi. Estava lá no café dele ou no escritório, mesmo ao lado. E já nessa época, quarenta e tal anos mais novo, eram poucos os que o percebiam bem. Que retiravam sentido dos sons que ele articulava. Pela forma pausada, arrastada e muito, muito baixa com que se exprime.
Apenas sei que nunca tive dificudade em perceber o que diz.
Não me recordo de o ter alguma vez encontrado a norte do Paralelo 38.
Daquelas pessoas de quem temos a errada impressão de que nunca saem de certas balizas que nós, romanticamente, lhes marcamos.
O certo é que, da última vez que o encontrei, por portas e travessas desembocámos em conversa às portas do Palácio de Queluz. Sempre a sul do Paralelo 38. Mas em Queluz.
E, rindo-se, disse-me: Sabe, talvez sejam - são de certeza - minhas as últimas fotografias do Palácio ainda com dois pisos. Fotografei-o horas antes do incêndio. E só soube disso uns dias depois, já aqui estava.

O que eu gostava de ver essas fotos.

07/06/2006

Estoril, 2006

Às vezes

Vêm-me à cabeça as questões mais disparatadas.
Saber se hoje há mais ou menos coisas que não se podem dizer do que havia ontem.
Como se o mundo se pudesse contar. E assim comparar através dos tempos.

03/06/2006

01/06/2006

Época balnear

É nesta altura, mais do que em qualquer outra, que sinto passar os anos e isso nota-se bem.

31/05/2006

A emboscada da Avenida do Aeroporto

Não. Aqui não. Não tenho, não temos, vocação de suicidas.
Aqui matas três ou quatro e a seguir não tens escapatória. Fecha o portão.
Atão porra?
Atão temos que encontrar uma situação mais favorável. Onde, de longe, possas abater o maior número de gajos, pá. E alguma hipótese de fuga. Aqui não dá.

Por trás do muro, desfrutavam a vista do vale de Loures, transplantado que estava para as vizinhanças do Areeiro.
Dado se encontrarem numa espécie de caminho de festo e as ribanceiras serem perigosas, tinham que se equilibrar com cuidado para não se precipitarem por ali abaixo.
Foi depois de uma descida ao vale e de uma nova subida, mais além, em reconhecimento, que finalmente aportaram ao Retiro.
Foram logo conduzidos ao reservado, com o beneplácito de um elemento da Resistência.
Aí, já se encontrava um grupo à mesa. Ruidoso e bem-disposto. As HK G-3 em sarilho a um canto.
Saudaram-se. Foram ocupar uma mesa do lado das janelas que davam para o vale.

O grupo era da Figueira da Foz. Viera a pé desde lá e não encontrara inimigos no trajecto. Tinha aqui em Lisboa uma táctica mais própria de atiradores furtivos. Disparavam de plano alto, quase sempre de janelas, um ou dois tiros pela certa. E seguiam.

Não tiveram coragem de lhes dizer que ainda não haviam disparado um único tiro.

Dali seguiram à cata de munições. Encontraram um outro grupo que parecia vir ou de festas populares ou de uma queima. Estranharam-se mutuamente.
Estes achavam que os invasores retirariam por cansaço.
Não foi possível convencê-los de que esse cansaço teria que ser provocado.
Uma das moças do grupo ficou para trás...

Esta recordação de uma noite mal dormida foi-me despertada pelo episódio da Perna de Pau, das andanças de Bic Laranja. Com a referida achega de Paulo Cunha Porto.
Foi por eles que percebi onde estivera.
Espólio (16)



Grandes planos

29/05/2006

Confissões

Estou, há vários dias (semanas, meses?), em Westminster, de mão dada com Clarisse*, à espera de atravessar a rua.
Não há meio.

De mão dada...
Clarisse jamais consentiria.

*link redireccionado
C.M. 1021 de Montalegre, 2001



E tirei e não foi uma foto. Que isto, embora pareça, não é uma fotografia. Sendo-o.
Ósseja, também eu não consigo perceber as imagens que (me) acompanham.

Ah, e como o verbo destruir não se encontrava balizado, sempre destruí uma coisa que me incomodou.
Quantas serão as vezes

Em cada dia que se percebe que um jornalista não percebeu a notícia que está a dar?
Ou que diz que aconteceu exactamente aquilo que não aconteceu, como se pode muitas vezes facilmente comprovar pelas imagens que entretanto passam?

28/05/2006

E assim vai o mundo

Quente e em festa para estes lados.
Não houve, pelos sinais, fogos nos telejormais que não vi.
Mas o cagaço ronda. Ah, se ronda.





E esta maquineta recusa-se a trabalhar com esta calmaria. Não sai ao dono.
Dono que o sendo também de outra maquineta lhe deu agora para andar por aí, à noite, com ela em riste. Depois de ancião.

Posto isto, os posts voltarão logo que a primeira e o último se disponham.

26/05/2006

Mianmar ou a moça da barba russa

Há quem diga que os sonhos são perscrutáveis. No lo creo.
Sê-lo-ão tanto como tudo o resto de que sabemos nada ou quase nada.
O caso é que alguém da antiga Birmânia veio cair aqui no blogue há uns dias atrás. E mais não disse.
O caso é que, em tempos, é sabido que ouvi a mãe da dita moça a pronunciar enfaticamente a palavra "Mianmar".
Daí a termo-nos encontrado todos numa festa qualquer, eu, a dita moça, as respectivas mães e mais uns quantos familiares e amigos me pareceu a coisa normal.
Ainda aceitei que um Filipe - julgo que era Filipe - andasse por ali a fazer de adido. Até tive pena do moço.
Até que decidissem mudar de restaurante e fossem, fôssemos, para um outro onde se podiam comer só empadas. A 20 euros por cabeça.
O que já não entendo assim tão bem é que a moça, assim ao perto, apresentasse uma quase cerrada barba preta. Não era russa, não. Disse-o só para compôr o título.

Enquanto isto, recebi um mail do Restaurante Trás d'Orelha. Não morreu no filtro. Tudo se conjuga...

25/05/2006

Sérvia & Montenegro?

Então não tinha havido secessão?
Protestem já o jogo!
Sardoa, 1993

Pergunta

Uma que ainda ninguém teve a maldade de fazer aos que repetem a necessidade de obter um mandato ou um aval (?) das Nações Unidas para enviar militares para Timor-Leste, atendendo ao pedido feito pelas autoridades competentes do Estado timorense é "Porquê?"
Boatoogles

Aquilo a que alguns chamaram em devido tempo boatoogle parece finalmente começar a sair da casca.

Veja-se o exemplo já aqui mencionado e este, fresquinho.

24/05/2006

O fim dos tempos

O fim dos tempos, em sentido restrito o Fim do Tempo, é algo que não sabemos o que seja.
Para tal, seria primeiro necessário que soubéssemos o que é o tempo. Não sabemos.

Mas em sentido lato, ou menos preciso talvez, há vários significados possíveis. O fim de um Universo imaginado, da espécie humana conhecida, de cada um de nós. Não há preocupação individual que subsista para além da morte do indivíduo. Assim o creio.

Seja como fôr, a ideia comummente associada a estas quatro palavras em epígrafe, é a da extinção do Homem. E essa ideia persegue-nos desde há alguns séculos. Os sonhadores têm oferecido significativos remédios para postergar tal dia.
De todos, há um que se oferece como mais óbvio - sair daqui, do planeta Terra e continuar a aventura onde haja mais recursos.
Aparentemente, andamos a trabalhar nisso. Não andamos à procura de um planeta com determinadas condições por mera recreação.
Parece haver um único sentido na Vida, perpetuar-se. Parece, por enquanto.

O barulho que se tem feito nos últimos tempos a propósito das alterações climáticas parece ser um sintoma de que há uma consciência de que os recursos aqui na Terra são afinal limitados.
Mesmo sendo grande parte desse barulho um disparate pegado, que não resiste a uma crítica minimamente racional, há, no entanto, aspectos que são inelutáveis - não podemos, por exemplo, continuar a multiplicar-nos à mesma razão.
Mas traçar prognósticos a olhar para um troço de curva insignificante é uma grossa asneira.

No meio disto tudo, não vejo, não conheço - ignorância minha decerto - um único prognóstico que seja de alteração climática em catástrofe, como por exemplo uma reacção química que consuma o oxigénio de um momento para o outro.
Há alguns livros de ficção científica que tratam de uma quase extinção. Não sei de nenhum que a escreva dessa forma. Pode muito bem ser ignorância minha.

Fico-me a pensar nos que sobreviveriam à catástrofe. Nas primeiras horas, os que respirassem com auxílio, os que se encontrassem em certos ambientes artificiais. E do que se seguiria, tendo esses adquirido a consciência do que se passava à sua volta. Haveria tempo para conseguirem providenciar uma saída? Pergunta parva.
Azenhas do Mar, 2006

23/05/2006

Há muito que também me parece

Que um dos dados do problema do jornalismo é o Q.I..
Temos que viver todos com isso.

Entre a estupidez e a cupidez, vejo sempre a primeira como mais vasta. Muito mais vasta. Os exemplos atropelam-se como numa escada com excesso de afluência.
IC 18, 2006

20/05/2006

Estrada

Dos ramais começados por três, o mais a norte dos a sul.
Talvez onde um dia pouse uma casa junto aos choupos, talvez mais para lá, mais para sul, o teu nome.
Na pedra.
Doze e meio por cento dessa estrada.
E.N. 102, 2005

18/05/2006

Campo Pequeno


imagem da TVI

O Cabo do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, José Luís Gomes, pega o terceiro da noite
Barulho

Só uma sociedade intelectualmente muito débil se envolve em aceso debate a propósito de um livro ou de um filme.
Praia da Adraga, 2006

15/05/2006

Ó diabo!

Será alguém a verificar se se cumpriu uma profecia?
Nomenclaturas

Isto de se ouvir dizer que é a "abertura oficial da época de incêndios" é o que a gente sabe.
Há uma tendência, se bem que se possa dizer recessiva mas que ainda existe, para utilizar o adjectivo oficial a propósito de coisas que sendo pois de ofício e de oficiais, delas se quer dizer que agora é que é, vai ser a valer.
Mesmo com a habitual dificuldade de encontrar nos sítios competentes a nomenclatura apropriada, percebo que hoje começa a fase B(ravo) do combate aos incêndios no campo. Sejam na floresta, no mato ou nos restolhos.
O preocupante não é obviamente a nomenclatura. É ver a luta de galos, as questões de pelouro, a incapacidade que transparece de afirmações absurdas, infantis.
Isso é que é preocupante. Nada indica que as coisas estejam sequer em condições de melhorar.
Quem vai ditar, mais uma vez, as sortes é São Pedro. Para quem acredita nele.
Eu, assim como assim, prefiro o de Sintra. Tem a feira, os restaurantes e a tab(v)erna do Fernando. É tudo mais fresco. E verde.
Tempo

Há, no entanto, coisas que não mudam assim tanto.



32 anos separam estas fotos - uma de 1972, outra de 2004.
Convocatória

É já certo que A, B ou C serão hoje convocados para o Mundial. D, E ou F ficam pois de fora.

11/05/2006

Gasolim - ano XXX

mais uns quantos desde que cheguei aos pedais, e estes são os que me lembro que me passaram pelas mãos



composição feita a partir de fotografias alheias (nem todas) cuja proveniência me abstenho de nomear.
(acrescentada à medida que à memória acorrem outros volantes)

10/05/2006

Falta de espelhos

Não os há em São Bento. Nem na casa de cima nem no palácio de baixo.
Podiam de facto ser um bocadinho menos maus os protagonistas da peça.
E continuo a achar que um destes dias apanham um cagaço. Dos grandes.
Cabo da Roca, 2006



Em dia de várias efemérides, boas e más, ocorreu-me uma finisterra onde certo dia foi escolhida a mais ocidental das mulheres sitas no continente euroasiático.
O padrão está no sítio e os japoneses continuam a correr atrás das máquinas fotográficas. Quartel-General em Abrantes, digo Quartel na Serra. Viva o Trono e o Altar e El-Rei D. Miguel Nosso Senhor.

09/05/2006

Clarões e o seu contrário

Não será muito próprio dizer que um clarão é o contrário de um apagão. Não é.
Sendo que faz hoje, mais daqui a bocado, seis anos que aconteceu o tal apagão de que todos nos lembramos, também fez hoje exactamente zero anos que aconteceu algo estranho.
É que hoje, pelos alvores, ainda o sol estava longe de iluminar directamente o que quer que fosse aqui nas vizinhanças, embora o fizesse já ao longe, lá bem ao longe - sim, estou num buraco - hoje, por essa hora, algo de muito brilhante embora fugaz, iluminou a minha janela a poente, a minha secretária de onde controlo os equinócios.
Foi um brilho rápido como um relâmpago. Que já desaparecera quando o quis ver de frente. Vira-o sim pelo canto do olho.
A única explicação que encontro para tal brilho, dado que é pouco provável que se trate de descarga atmosférica, uma vez que o céu não se mostrava conforme, o IM não o assinala e o som, ainda que distante, não se fez ouvir, é a de um reflexo vadio da luz solar em algum vidro ou chapa que se houvesse movimentado lá longe, lá muito longe, de forma a produzi-lo aos meus olhos. Não é incomum. Mas há, havia qualquer coisa de mais intenso naquele brilho do que sugere tal explicação. Fiquei sem ela, a explicação. Como o fiquei na noite de 15 de Julho de 1979, em Cascais, quando vi a luz do dia perto das três da manhã. Dessa vez, porém, uns milhares mais viram o mesmo que eu. E ainda hoje estamos à espera de saber o que foi.
Há mais histórias destas narradas por gente em que acredito.
Sintra, 2005





Lembrando o belo trajecto de Bic Laranja com Raúl Proença, Madureira e Passaporte, entre outros.
(assim à primeira pareceu-me um Ford Popular o que está estacionado à frente, mas não é)
(actualizando: parece um Fiat 500 ou Simca 5, mais conhecido por Topolino)

03/05/2006

Espalhafato

De cada vez que há qualquer coisa que depende de um intervalo de tempo mais ou menos curto, é mostrada à saciedade a ignorância e a incapacidade de raciocínio da maioria dos jornalistas.
É o caso do alerta de tsunami desta tarde. Horas depois de ter sido cancelado, por ter passado o tempo devido mais as margens de segurança, ainda estarão excitados ao microfone.

Recordo-me do dia em que ocorreu a tragédia nas costas do sudeste asiático. Quando ouvi a primeira informação que dava conta de que uma onda atingira zonas tão afastadas como a costa indiana e tailandesa, percebi pelo tom nesse caso pouco excitado que ninguém que tivesse posto os olhos em tal despacho tinha tido a noção do que representava tal coisa. Viu-se logo a seguir que não. E vi também, nos minutos seguintes, que em algumas cadeias internacionais de notícias, já havia quem tivesse a noção das proporções. Nesse caso, tal como agora, parece que não se ouvem uns aos outros ou não percebem o que ouvem, o que é relativamente frequente ou então a necessidade de serem artistas de qualquer coisa faz com que o espectáculo tome conta dos telejornais. O que sabemos também é frequente.
O apagão da cegonha

Quando se apagou a luz na barraca dos petiscos, já o meu velho amigo tinha entrado a cavalo e, sem desmontar, bebido a sua cerveja.
Já a coisa estava como se viu e verá, calma.
O facto de a luz se ter apagado foi inicialmente atribuído a uma quebra de gerador.
Mas alguém reparou que se fizera escuridão total nas ruas da vila. Que não nos nos iludíssemos com os faróis dos poucos carros que manobravam em retirada.
Já não me recordo é quem foi que deu o alarme mais a sério ali no recinto. Mas foi evidentemente o primeiro que recebeu ou fez um telefonema, que as antenas de telecomunicações estavam operacionais.
Ficámos então a saber que em Faro não havia luz.
Pouco depois soubemos de Lisboa. E também de Crestuma, pois de lá disseram-nos que uma zona estava também sem energia.
Ora a situação era assim desastrosa. Havia já até os palpites catastrofistas do costume.
Na meia hora seguinte já se reunia, por via da GNR, informação bastante. Beja, Sines, Santiago, Setúbal, tudo à d'escuras.
A ideia pois iluminante surgiu logo após.
Foi quase como juntar um mais um.
O presidente da câmara ouvia mais um relatório do comandante do posto.
E foi só chegar a mecha:
"Vá, homem, 'bora lá derrubar mais um ministro!"
Não passaram dez segundos.
Ele virou-se para a direita e disse ao adjunto:
"Ligue-me já para o Governo Civil!"
Cada um fugiu para seu lado.
A energia só voltou já a gente vinha para os lados de Alcácer. O ministro não caiu dessa vez. E como é sabido quem pagou as favas foi a dita ave (pág.11).
Está a fazer seis anos não tarda nada.

02/05/2006

Santa Estupidez

Não há desculpa quando nem copiar se sabe. E já não é a primeira vez que acontece.
A verdade é que o cantado Compal Morango é uma edição especial e não uma edição limitada.
Eu é que nem copiar sei.
Já não me apetece roubar a coisa.